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Como se Preparar para uma e-Apresentação?Tips&Tricks

Realizar uma apresentação, sem estar a visualizar a reação do público, pode-se tornar num desafio mais stressante do que podemos imaginar. Sabemos que o Moderno “Buyers Journay” trouxe um conceito de auto-educação, auto-busca: os consumidores buscam a informação sozinhos, sem ajuda de nenhuma marca ou entidade. Apenas quando tomam a decisão de compra, é que contatam o Departamento Comercial. Assim o tradicional Funil de Vendas tornou-se obsoleto, uma vez que não há um ciclo pré-definido, um diagrama mas sim uma Jornada irregular, que apenas poderemos controlar criando experiências e alimentando a sua sede. Os Webinars são uma fonte de conhecimento, cada vez mais utilizada: Apresentamos aqui alguns Conselhos gerais e adaptados a esta nova realidade.

Independentemente da plataforma utilizada, há 3 três requisitos essenciais: Ter uma boa conexão de internet, garantir que não tem ruído de fundo e que o sistema de som está perfeito e que a sua imagem é bem vísivel e não está cortada nem desfocada. Iremos aprofundar:

  1. Objetivo
  2. Caraterização da Audiência
  3. Plataforma a utilizar
  4. Ambiente
  5. Planificar e Desenhar a Apresentação
  6. Treinar e Testar

Objetivo:

Sempre falar sobre um tema, deverá ficar claro qual o objetivo da sua comunicação, de forma a que o conteúdo que irá preparar se enquadre no evento, ou no objetivo traçado.

Aumentar a notoriedade? Construir uma Relação de Confiança? Seja qual for o seu objetivo, não seja a solução, seja a pergunta, ou seja “Nós ajudamos, vai aprender algo, vou ajudá-lo, vou resolver os problemas por si”.

Não tente vender algo “Experts go deep, pretenders go wide and shallow”: Foque-se num tema específico e não num tema abrangente onde não poderá explorar o seu conhecimento, nem os seus interlocutores o testarem. Nunca promova produtos ou serviços. A audiência fará essa pergunta.

Que esperam os organizadores da apresentação/comunicação e que resultados esperam da audiência? (ou eu)

Caraterização da Audiência:

Os meios digitais alargam a audiência, uma vez que o evento se torna global e não local. Permite também sem deslocações, abranger um público mais numeroso e diversificado.

Graças à digitalização, é possível determinar as caraterísticas da audiência, se são novatos no tema ou especialistas. Deverá ter dados complementares no seu bloco de notas, de forma a poder às questões que possam surgir ou que sejam pertinentes, com dados concretos.

Por outro lado, se tiver audiência estrangeira, será recomendável que a sua apresentação tenha legendas noutra lingua, em Inglês, linguagem mais universal.

A quem vou dirigir a minha Comunicação?

Plataforma a Utilizar:

Deverá escolher a plataforma com a qual se identifica e se sente mais confortável, caso seja o organizador. Não deverá descurar de enviar antecipadamente o link aos participantes, de forma a que também eles, testem a conexão.

Caso seja convidado de um evento, deverá testar antecipadamente a plataforma, realizar os downloads se necessário e familiarizar-se com a ferramenta. Geralmente aqui torna-se mais simples, uma vez que durante a transmissão, a organização se encarregará de todos os detalhes técnicos.

A plataforma está a funcionar corretamente, antes do evento se iniciar?

Ambiente:

Deverá assegurar-se que escolhe um fundo sem distrações, estático e sem muitos elementos. Deverá também assegurar-se que não sofrerá nenhuma interrupção durante a apresentação.

O seu Visual deverá ser cuidado, mas simples, sem muitos adornos, de forma a não dispersar a comunicação.

A imagem a ser transmitida deverá pelo menos, contemplar os seus ombros. Para uma comunicação mais efetiva através da linguagem gestual, os seus antebraços deverão estar destapados.

As cores a utilizar deverão ser sóbrias, quer na vestimenta, quer nos adornos.

O que poderá causar distração à minha audiência?

Planificar e Desenhar a Apresentação:

É recomendável que o início da apresentação descreva os temas a abordar. A apresentação deverá ser esquemática do discurso que pretende transmitir e mais possível sucinta e assertiva.

Não exagere no tipo e formato dos carateres, utilize gráficos e esquemas sempre que possível e que melhor ilustrem o seu discurso.

Não se esqueça de ter consigo um suporte, para alguma questão que tenha que aprofundar mais, podendo inserir anexos no final da apresentação, o que tornará muito mais dinâmica a sua comunicação.

Que mensagem pretendo transmitir?

Treinar e Testar:

Peça ajuda a um familiar ou amigo e treine a sua apresentação. No dia da comunicação sentir-se-à mais descontraído e apto para falar para uma câmera. Por outro lado, sentir-se-à mais confortável com a plataforma.

Em facebook página Guia Digital, dirigido ao público em geral

Um Webinar ou uma Live têm muitas vantagens e uma delas é criar autoridade instantânea, aumentando assim a taxa de conversão. Estabeleça uma conexão com a audiência, construa uma causa um propósito.

Não tenha uma postura formal, mas sim uma postura verdadeira: Responda a questões dificeís, reconheça os seus erros, seja natural, criando assim uma relação emocional. Demonstre que não está a esconder informação, está a partilhar tudo que sabe, mas a partir daqui terão de o consultar. Tal como um teaser dum filme, crie a sua história!

O que posso melhorar?

Rita Araújo

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Leituras de Verão: Mas afinal, o que é que o uso de máscara condiciona a nossa actividade?

Todos nos habituamos a sair de casa, com as chaves, o laptop e a máscara. A máscara que tanto calor nos faz, infeções que surgem pelo seu uso prolongado, mas que são consequências geradas pelo um mal menor…. O COVID19.

Mesmo antes da DGS ter anunciado a obrigatoriedade de uso de máscaras em espaço público, eu já o fazia, embora criticada… A máscara é uma espécie de escudo, em que nos sentimos mais seguros e confiantes para ultrapassar o espaço delimitado pelo nosso lar.

Mas a máscara esconde um sorriso? Não de forma alguma! Sinto-o sempre que cumprimento uma pessoa ou me despeço, não fica escondido. Da mesma forma que numa chamada telefónica sem ver o interlocutor conseguimos identificar que ele está a sorrir, através de uma máscara muito mais, se sente esse sentimento.

A máscara e a imposição de 2 metros de segurança afeta o nosso dia-a-dia? Sim incondicionalmente… Somos Portugueses, gostamos de abraçar, de tocar, de beijar.. Mesmo nas situações de trabalho, gostamos de cumprimentar as pessoas, mostrar que estamos sem barreiras, para um acordo comercial ou encontro de equipas, somos portugueses, o afeto e tacto acompanha-nos.

Mas mesmo através de uma máscara, um cumprimento de cotovelos ou pés, não deixe de sorrir, de expressar as suas emoções, porque o interlocutor as sente e não são barradas por uma máscara. As suas emoções não são tapadas por um tecido que se enrola nas orelhas!!

A máscara apenas nos causa desconforto. Não afeta a nossa comunicação! Use-a, proteja-se e disfrute das suas férias com aqueles que mais ama, e trabalhe com a mesma paixão que o carateriza. Porque este adorno, deixa a descoberto tudo aquilo que sentimos. Não são os olhos o nosso espelho de alma???

Rita Araújo

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Normas COVID19: Auditoria

Durante a primeira fase de desconfinamento, vários espaços comerciais tiveram autorização para reabrir sob apertadas regras de segurança: entre elas conta-se a obrigatoriedade do uso de máscaras ou viseiras, para além da manutenção do devido distanciamento social e limitações à lotação dos espaços. O Ministério da Administração Interna informa, em comunicado, que foram encerrados 262 estabelecimentos e suspensas 51 actividades por incumprimento das normas definidas.

In Jornal Público, PÚBLICO 
15 de Maio de 2020, 17:49

Elaboramos uma auditoria específica de acordo com as suas necessidades, para ajudá-lo a monotorizar os requisitos exigidos. Esta monotorização pode ser feita simplesmente através do seu dispositivo móvel. Explicamos como se desenrola a auditoria e deixe nas nossas mãos apresentar-lhe uma solução chave-na-mão.

Observação

Através de uma equipa de auditores formados, o seu espaço será avaliado nos diferentes pontos de conformidade com a legislação em vigor. O relatório ficará disponível “just in time”.

Focus

Automaticamente são emitidos alertas através da nossa plataforma através um Plano de Ação das medidas a corrigir e implementar em determinado periodo de tempo.

Ação

Após a correção dos eventuais desvios e inserção no sistema da informação das medidas corretivas, o responsável encerra o Alerta.

Não tem a certeza do que necessita e a que custo este serviço é disponibilizado? Vai-se surpreender!!!!

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Em Julho, Portugal teve a maior queda percentual de toda a Europa, no número de registos de novas matrículas no setor de ligeiros

Em Portugal, o sector automóvel representa  19% do PIB, 25% do total das exportações de bens transacionáveis, 3,5% do emprego e 21% das receitas fiscais.

In ACAP, 16 Julho 2020

Não deixam de ser números preocupantes, refletidos em percentagens. Em Julho de 2020, o setor automóvel sofreu uma queda de 16,9% face ao período homólogo do mês anterior. Em acumulado, representa o mês de Julho uma quebra homóloga de 44,3%.

Este tem sido um dos setores mais afetados pelo COVID19. Desde logo, pelas últimas notícias da diminuição de Confiança dos Consumidores, pelas altas taxas de layoff que ainda representa e pela inércia de incentivos governamentais.

Todas as marcas têm apostado nos seus recursos, em planos de negócios estruturados e adaptados às novas exigencias de mercado. Mas a questão continua a surgir: Quando é que o Governo intervirá nas medidas de apoio já propostas pelo setor?

Boas férias a todos, fiquem bem e em segurança,

Rita Araújo

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A Saturação em nome da Era Digital

Deveria existir uma “Junk Box” para cada um dos utilizadores das redes sociais. Estamos cada vez mais a ser inundados com conteúdos sem interesse, promoção pessoal e descontextualizada. Inúmeramos alguns conteúdos irritáveis, num artigo de férias e com boa disposição.

Se cada operador de caixa editasse as vendas que registou, conseguiriamos ver o despropositado que se torna, cada vez que um Consultor Comercial efetua uma venda. O que pretende com esse anúncio? Transmitir segurança, ser um case study? Mas não se tem tempo para a publicar, é porque não efetua vendas suficientes…. Parece mais um aleluia, consegui!

Se o título de um artigo já promove a sua contextualização, porque então no campo de comentários, se faz um simples “copy paste” do título? O campo “comentários” serve para editar a sua opinião, ou anexar hashtags. Porquê a duplicação?

As minhas memórias…. Assistimos a um role de memórias de férias de há 1 ano, 2 anos, 3 anos…… As minhas memórias servem não para desgastar os amigos, mas sim para reviver eventos comuns a todos, como datas de celebração comum. Serve para nos lembrarmos de quem já aqui não está conosco, nessa data, nesse momento especial, e ouvirmos o consolo dos amigos virtuais. Serve para muita coisa, mas não para publicar um albúm de família!

Continuamos sem perceber as publicações de “pratos do dia”. Pretende-se publicitar o restaurante, publicitar o estilo de vida, ou simplesmente demonstrarmos que somos uns glutões? As recomendações entre amigos funcionam muito bem, quando vamos a um sítio que nos encantou. Mas pf, não queremos saber do menú doméstico de cada um!!!

Debrucemo-nos agora sobre “o lixo virtual”. Masterclass, Maratonas, e-books gratuítos, tudo em nome de promover conteúdo útil. A nossa conta virou um “spam” de informações, em nome da publicação de conteúdo, promovido pelas técnicas Inbound. Os e-mails enviados saturam a “Inbox”, apenas porque pretendiamos obter determinada e específica informação. Depois de não respondermos à primeira, à segunda, à terceira…..Não viramos uma lead fria???

Em nome de Portugal e da Covid19!!! São promovidos conteúdos radicalistas, sem contextualização, incentivando o sentimento de ódio e revolta. Para quê? Cada um de nós tem acesso à informação e não necessita de comentadores caseiros para expressarem estes sentimentos. Preferimos ouvir comentadores especialistas daquilo que falam, do que ouvir um discurso populista e ambíguo, de quem não tem sequer formação para o proferir. E esses comentadores especialistas sim, queremos “bloguear” com eles e expor as nossas questões.

Marketing Digital- a solução para a sua empresa! Anúncios com um design gráfico desprezível, com um texto sem fim, que segurança dá ao Cliente? É isto que quero para a minha empresa? Socorro!!!

Muitos mais exemplos poderiam ser inumerados. Partilhe conosco a sua experiência!!! Esperemos que se reviva com o artigo publicado, de uma forma divertida e que a RVA Consulting não se reviva num destes pontos que irá enumerar. Boas férias!

Rita Araújo

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O Regresso esperado dos aficionados de F1 ao GP de Portugal

Foram 24 anos sem disputa de provas para o campeonato de F1 em Portugal, mas este ano, 2020 poderá ser o início do fim de um ciclo.

O primeiro grande prémio de F1 disputado em Portugal foi em 14 de Agosto de 1958, no Circuito Urbano da Boavista.

Após a temporada de 1960, a F1 esteve afastada dos circuitos Portugueses, voltando em 21 Outubro de 1984 ao Circuito do Estoril. Assistimos a grandes pilotos como Ayrton Senna e Alan Prost a vencerem e a disputarem o Campeonato Mundial.

Em 22 de Setembro de 1996, a última corrida em solo português foi marcada pela vitória de Jacques Villeneuve, com domínio completo da equipa Williams. Em 1997, as melhorias exigidas para o Circuito do Estoril não ficaram prontas a tempo, pelo que a F1 se afastou de Portugal.

Agora em 2020, iremos receber uma prova do campeonato de Portugal, não no Estoril, mas no circuito de Portimão onde ocorrem diversas provas mundiais de diferentes modalidades. Teremos oportunidade de demonstrar o que melhor sabemos fazer em Portugal: Ser uns excelentes anfitriões! Teremos oportunidade que este evento conste na calendarização das provas mundiais de F1.

Numa altura em que o Turismo português atravessa uma das crises mais profundas, poderemos arrecadar com este evento, aberto apenas a cerca de 5.000 espetadores, 30 a 130 milhões de euros, sem contar o prestígio nacional.

Força Portugal, iremos demonstrar aquilo que tão bem sabemos fazer e que a calendarização do GP F1 em Portugal faça parte da calendarização de provas no futuro!!

Rita Araújo

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Curiosidades do Mundo Automóvel

A longa história deste setor, leva-nos à descoberta de inúmeras curiosidades e factos interessantes, desconhecidos por muitos amantes deste setor. Hoje apresentaremos apenas 10, de uma lista interminável.

  • Como todos sabem, foi Adolph Hitler quem implantou a fabricação do “carro do povo”, o conhecido VW Carocha. Mas o que poucos sabem é que o modelo, ironicamente, foi baseado no conceito de design produzido por um judeu, Josef Ganz.

  • Os primeiros carros construídos, eram guiados por alavancas, ao que chamariamos hoje de “joy stick”. Somente em 1894, o francês Alfred Vacheron. implementou no seu carro Panhard et Lavassor o protótipo de um volante. Esse volante foi aproveitado pela marca construtora e quatro anos depois todos os modelos eram já fabricados com volante.

  • O primeiro carro movido a gasolina foi fabricado pela Ford em 1893, com um custo mais baixo no mercado. Entre 1908 e 1927 venderam-se mais de 15 milhões de unidades, todos de cor preta! A explicação dada pela Ford foi que os pigmentos pretos eram mais baratos e secavam mais rápido, diminuindo assim o custo final do carro.

  • O logótipo da Audi representa a fusão de 4 marcas de fabricantes mais antigas da Alemanha, que decidiram juntar-se em 1932: Horch, DKW, Audi e Wanderer, dando origem à Auto Union, que fabricou modelos de competição, altamente tecnológicos para a época. Após a Segunda Grande Guerra, três das marcas associadas extinguiram-se e a Audi conservou o seu logótipo até aos dias de hoje.

  • A Volvo mudou a sua identidade em torno da segurança, uma vez que inventou um dos dispositivos de segurança mais importantes (Eng. Nils Bohlin): o cinto de segurança de três pontos. Consiste na combinação de um cinto diagnonal, com outro horizontal, que forma um “V” e se prende a um ponto de fixação baixo, disposto na lateral do banco. A Volvo disponibilizou gratuitamente este sispositivo a todos os fabricantes de automóveis, com o intuíto de primar universalmente pela segurança, independentemente da marca do automóvel dos ocupantes.

  • A matrícula de um veículo, mais cara do mundo é composta apenas pelo dígito “1”. Foi vendida num leilão especial nos Emirados Árabes Unidos, em 16 Fevereiro de 2008, a Saeed Abdul Ghaffar Khouri, por cerca de 14,2 milhões de dólares.

  • O carro mais vendido no mundo é o Toyota Corolla com cerca de 40 milhões de unidades vendidas , contemplando todos os seus diferentes modelos e versões.

  • Quem foi fabricado primeiro: a moto ou o carro? Em termos de veículo motorizado, a moto é provavelmente mais antiga, pois resultou na tentativa de colocar um motor numa bicicleta, como foi o exemplo da Michaux-Perreaux, de 1867. No entanto, em termos de motor de combustão, a moto surge mais tarde, tendo aparecido apenas em 1894 com o modelo Hildebrand & Wolfmüller.

  • Em Outubro de 1946, o primeiro Grande Salão de Paris dá a conhecer ao mundo o famoso 4cv da Renault, mas tinha sido um projeto anteriormente vetado pela Renault. Durante a II Guerra Mundial, com as fábricas obrigadas a dedicarem-se ao fabrico de material militar, Fernand Picard e Edmond Serre planeiam em segredo um automóvel compacto de cariz familiar, ocultando o plano de tal forma que nem o próprio patrão, Louis Renault, tinha ainda conhecimento do projecto, então designado 106. Assim que toma conhecimento não se opõe à ideia e em setembro de 1943 o projeto é ensaiado pela primeira vez, mas é vetado pela Renault, continuando assim o projeto defendido pelos seus autores a ser desenvolvido clandestinamente. Só após a nacionalização da empresa, após a segunda guerra mundial é que a chegada de um novo presidente, Pierre Lefaucheux, faz com que a Renault aposte no projeto, tornando-o num caso de sucesso.

  • O termo cavalos de potência foi inventado pelo engenheiro escocês James Watt, que viveu entre 1736-1819, sendo famoso por seu trabalho em melhorar o desempenho dos motores a vapor. Seu nome também batizou a unidade watts de potência do Sistema Internacional como uma homenagem décadas após o seu falecimento. Em 1781 Watt concebeu uma máquina a vapor com o rigor de construção para ser comercializada e útil. No entanto ele necessitava de comunicar as vantagens da sua máquina, compreensível para muitos apenas com a força de um cavalo, utilizada para todo o tipo de trabalhos. Com base nas suas pesquisas, de força de tração de um cavalo, Watt estabeleceu que um cavalo-vapor equivaleria a 33 000 libras-pés por minuto.

Rita Araújo

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Novos Insights Curso “De Vendedor a Consultor Comercial”: Como está a alimentar os seus Influenciadores?

Após o fecho de um novo contrato de venda, como gerencia a relação com este novo Cliente? Qual a sua relação atual com Clientes que consigo, Consultor Comercial fecharam um negócio, independentemente das ações de marketing levadas a cabo pela marca?

Uma arma poderosa que o sector automóvel conta é o after sales, não disponível em muitos mercados. No entanto, a responsabilização de Fidelização continua a ser encaminhada para o Marketing e para o After Sales neste mercado, afastando a responsabilidade das Vendas… Quando todos, têm de trabalhar juntos, com ações planeadas e concertadas!

Embora o Marketing seja responsável pelos Influenciadores de Marca, cabe às Vendas gerir os Influenciadores Tipo. São Influenciadores em escala reduzida, que nem sempre geram vendas imediatas, mas que aproximam o Consumidor Final à Marca, de uma forma natural e muito mais credível. Trata-se de uma relação de longo prazo, baseada na Confiança.

Como assegurar então a Fidelização de Clientes? Através de informação personalizada a cada um deles. A título de exemplo, se um Cliente adquiriu um Plug In, mantê-lo informado sobre as estações de re-abastecimento e respetivos custos, alertá-lo para a próxima manutenção, mantê-lo atualizado sobre os novos insights neste setor, etc. Importa aqui distinguir o conceito de Cliente Fiel e de Influenciador. Um Cliente Fiel poderá repetir a compra de um produto de determinada marca, mas está a aberto a ponderar a mudança de marca. Um Influenciador é fiel a uma marca e ponderará alterar a sua escolha de marca. Um Influenciador é um Cliente Fiel, um Cliente Fiel poderá não ser um Influenciador.

A Fidelização de Clientes deverá ser mensurada e aplicável ao tempo útil de trabalho diário de cada Consultor de Vendas. Porque é neles, que a comunicação Marca/Consumidor se mantém. E a responsabilização desse vinculo estabelecido a longo prazo através da Confiança/Segurança. deverá ser articulada com o Departamento de Marketing, After Sales e assegurada pelo Sales Manager.

Curioso? Confuso? O Curso ” De Vendedor a Consultor Comercial” abordará esta e outras questões em pormenor…. Ready for lauchment?

Rita Araújo

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Os desafios de Catalogar peças auto on line

Todos os fabricantes e comerciantes de peças, enfrentam este desafio. O online tronou-se um canal indispensável de comunicação e comercialização. Mas por onde começar?

As peças poderão ser promovidas através de sites comuns como StandVirtual ou OLX, que detém grande visibilade, em sintonia com o website próprio do fabicante/Comerciante. Mas não passa apenas por “descarregar” um catálogo nos sites partilhados. É necessário perceber quais as peças mais requeridas, bem como, adequar a estratégia de acordo com objetivos internos da própria empresa, mensurando os resultados obtidos.

No entanto, as informações e a tipologia de anúncio terão de ser claras e objetivas, de forma a que o Consumidor final não tenha dúvidas sobre o artigo a comprar. Isto passa por uma catolagoção efetiva e não apenas uma ficha de produto comum, sem especificações. Neste setor, as especificações são obrigatórias! Passa também por um sistema de catolagação compreensível para o Consumidor, dividido por Marca, Categorias e Sub-categorias, de forma a que a busca resulte num contato fácil e simples e a compra num processo rápido e agradável.

Princípios básicos:

Marca

Categorias e Sub Categorias

Foto, Descrição Geral e Especificações

Preço

Na RVA Consulting terá à sua disposição os melhores especialistas de mercado, que o ajudarão a obter a melhor solução para o seu negócio, aconselhando e sugerindo as melhores soluções personalizadas. Também poderá obter um serviço dedicado ao seu negócio, com custos que o irão surpreender. Contate-nos! Estamos à sua disposição!

Rita Araújo

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Afinal, que perfil de colaboradores procuram as empresas?

Let´s find the way!

Todos sabemos que o mercado de trabalho em Portugal está instável e o que hoje damos como certo, amanhã poderá não ser em termos laborais. A economia portuguesa enfrenta e enfrentará um dos maiores desafios futuros e, apesar dos sucessivos apoios estatais em diversas áreas, os tempos que se avizinham não serão fáceis. E uma questão permanece no ar: Que perfil de colaboradores procuram neste momento as empresas portuguesas?

Num destes dias, um Engº qualificado e com vasta experiência, comentava comigo que o seu ordenado era inferior ao praticado em colocações semelhantes, devido à sua idade cerca de 50 anos…. Mas a experiência e respetivo percurso profissional não conta? A idade é um marco?

Cada vez mais, surgem no mercado de trabalho pessoas qualificadas, com vasta experiência, que poderá ser aproveitada até em diferentes setores, numa óptica de “open mind and adapt to my business the best pratices,” mas que são postas de lado devido à idade ou então muitos candidatos recebem a resposta : “Tem qualificações a mais para esta posição”…

Um candidato, com “qualificações a mais” não estará super motivado para desempenhar bem as suas funções e crescer dentro da empresa, ao invés de ser visto como uma ameaça desmotivacional? Como são então analisados os CV, onde todos partiram de estágios e empregos temporários e evoluiram nas suas carreiras? Estavam desmotivados??

A idade de reforma continua a aumentar, mas cada vez mais surge o desemprego de longa duração de profissionais qualificados e que as empresas ao contrarem-los, beneficiam de um apoio substancial do IEFP nos custos do colaborador. Por outro lado o layoff e cortes substanciais nos ordenados com recurso a diminuição de horas de trabalho ( apenas no contrato!) e diminuição das remunerações variáveis, lançam no mercado de trabalho profissionais com aptidão, experiência e qualificações para serem uma excelente opção de contratação.

Pensemos então que as empresas buscam profissionais com idade mais jovem, sem vícios ou muita experiência profissional. Como justificar a notícia ontem avançada nos canais TV que divulgavam um estudo efetuado em Portugal e a percentagem de jovens até aos 34 anos que ainda permaneciam em casa dos pais???

Na RVA Consulting, procuramos diversificação, experiências e percursos profissionais diferentes que nos desafiem e nos façam ir mais longe, na qualidade do nosso trabalho perante os nossos Clientes. Procuramos também pessoas sem experiência, que queiram enriquecer o seu currículo apostando na formação profissional e confiando na nossa experiência para o realizar. Estaremos assim tão errados???

Rita Araújo

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Autonomia dos Veículos Eléctricos

O maior peso na decisão de compra de um Veículo Eléctrico é a base de quilometragem diária e tipo de percurso, bem como o número de postos de abastecimento disponiveis nos trajetos habituais. Ao analizar o mercado verificamos que preço significa autonomia, ou seja, os veículos mais caros têm um nível de autonomia maior.

Mas se utiliza o veículo num percurso citadino, os veículos eléctricos com um custo mais baixo são uma excelente opção, representando uma poupança substancial.

Quais as diferenças entre as diferentes opções e qual se encaixa no seu perfil?

Híbrido Convencional

Fonte de Energia: Combustível+ Travagem regenerativa

Autonomia: 400 a 700kms-combustível

Plug-In

Fonte de Energia: Combustível + Rede Elétrica + Travagem regenerativa

Autonomia: Bateria: 30 a 120kms; 400 a 700kms-combustível

Veículo Eléctrico a bateria

Fonte Energia: Eléctrico

Autonomia: 100 a 400 kms bateria

Veículo Eléctrico a Célula de Combustível (Hidrogéneo)

Fonte Energia: Eléctrico+Travagem Regenerativa

Autonomia: 320 a 600 kms, mas não dispensa a recarga de hidrogéneo, onde a rede de abastecimento ainda é restritiva em Portugal

As vantagens de aquisição deste tipo de veículos prende-se desde logo pela proteção do meio ambiente e pela aposta dos construtores neste segmento, transformando assim a compra, numa aposta de futuro. Os baixos custos de manutenção associados a baixos níveis de consumo, refletem desde já, toda a tecnologia investida e na aposta de mercado dos construtores. Todos sabemos que os veículos a combustível fóssil e muito particularmente os veículos a diesel sofreram restrições apuradas de circulação nos próximos anos.

Informe-se e escolha a opção mais acertada para si!

Rita Araújo

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Nuvem negra no Mercado Europeu de Comércio de Automóveis ainda não passou

As vendas no setor automóvel na UE+FTA+UK teve um decréscimo médio de -57% em Maio, comparativamente ao mesmo período do ano anterior, não poupando nenhum país. Os valores variaram entre -29% no Chipre a -76% na Croácia ( -89% no Reino Unido). Matricularam-se menos quase 3 milhões de viaturas, nos primeiros 5 meses do ano.

Face a esta “nuvem negra”, nas últimas semanas França aprovou um plano de apoio de 8 biliões de euros, para a acelaração do setor e incentivo à transição para veículos eléctricos e autónomos, e a Alemanha um plano de apoio de 4,5 biliões de euros. Em Espanha, onde as concessões reabriram a 11 de Maio, o governo acaba de apresentar um plano de apoio de 3,75 biliões de euros (enquanto que no Reino Unido os detalhes do programa do Governo estão a ser discutidos). Itália e Portugal permanecem em silêncio…

De acordo com os dados divulgados ontem pela ACEA, em Maio os registos de carros novos na área da UE+EFTA+UK totalizaram 623.812 unidades, em comparação com 1.444.173 em Maio de 2019. Em acumulado, o mercado cai -43%, nos primeiros 5 meses do ano.

No entanto, em todos os principais mercados, aumenta a venda do número de viaturas elétricas, Plug In e Híbridas, em parte explicada pelas medidas governamentais establecidas de incentivo à compra deste tipo de viaturas: Em França até é estimulada a compra de usados e na Alemanha a aquisição deste tipo de viaturas beneficiam de uma redução de 6 meses de pagamento de IVA (16% standart), e o investimento ao consumo por parte do estado cifra-se nos 20 biliões de euros. Não é de espantar que a Alemanha, que abriu as suas concessões em finais de Abril, apresente apenas um decréscimo de -35% acumulado nos primeiros 5 meses de 2020, face ao período homólogo de 2019. Por outro lado, a Alemanha começou já há algum tempo através de investimentos públicos substanciais, o caminho da transição energética, possuindo hoje uma ampla rede de pontos de recarregamento público. No entanto Maio representou para este país, o segundo pior resultado desde 1991.

Os principais motivos apontados para a grave crise da indústria automotiva, transversal a todos os países, apesar da abertura das concessões são:

  • A diminuição do poder de Compra dos consumidores particulares, prejudicado pelo desemprego e lay-off e a própria insegurança da manutenção dos postos de trabalho;
  • Não renovação de frotas, por políticas de investimento congeladas nas empresas, prejudicando o mercado fleet e venda de pesados;
  • A grave crise no setor de Turismo, com repercussão direta no renting e buyback.

Observando o panorama por TOP10 de marcas e por registo de matriculas ( EU+EFTA+UK):

%Share May 2020%Share Jan-May 2020vs
VW Group25,0%26,5%
PSA Group15,7%15,7%
Renault Group11,9%10,4%
Hyundai Group6,8%7,1%
BMW Group6,2%6,6%
FCA Group7,4%6,4%
Daimler6,2%5,8%
Toyota Group5,4%5,8%
Ford5,1%4,8%
Nissan1,7%2,3%

Estando este setor a atravessar uma das maiores crises históricas, torna-se imperativo que os governos o apoiem nesta fase. Medidas como incentivo ao abate, isenção de IUC das viaturas em stock, diminuição do IVA, etc… são um pacote de medidas que permitem a renovação da frota por parte das empresas e particulares (estes últimos representam cerca de 20% das vendas em Portugal de viaturas novas), sustentabilidade do meio ambiente e compromisso das reduções de CO2, já acordadas.

Estas medidas, são fundamentais para o setor, com renovação de frotas quer no mercado empresarial, quer no mercado de transportes, quando o setor de turismo irá continuar também, sob “uma nuvem negra”. A percentagem de trabalhadores em Layoff neste sector, embora não tenhamos números confirmados, segundo as últimas declarações da ACAP, estima-se que seja similar ao do setor de Hotelaria e Restauração.

Rita Araújo

Fontes: Jornal Económico, UNRAE, ACEA, ACAP

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Auditorias à distância…..

Fui recentemente questionada se realizava auditorias à distância! O primeiro pensamento que me ocorreu é que todas as auditorias são realizadas à distância, uma vez que independentemente da auditoria, o auditor insere “just in time “dados, informação, comentários e observações, documentação e fotos através de um dispositivo móvel (tablet ou telefone), ligado à nossa plataforma…

A questão não se colocava pela distância, mas sim quem realizava a auditoria. Um colaborador nomeado por cada Concessionário, neste caso particular, ao invés de um auditor independente, visando assim a diminuição de custos.

Sendo uma auditoria por definição :

“Fiscalização da legalidade ou da conformidade de uma actividade, de um serviço, de um sistema, de um processo, etc.
“auditoria”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/auditoria

terá de ser levada a cabo por um agente externo. Ao ser efetuada por um Colaborador do Auditado, com as mesmas capacidades de aceder a uma plataforma através de dispositivos móveis que um Auditor, passamos a falar de um Report e não de uma Auditoria.

Tudo depende do objetivo final!!! Pretende uma Auditoria ou um Report? Temos ambas as soluções na RVA Consulting!!!!

https://rvaconsulting/contatos

Rita Araújo

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Auditorias de Stocks Mercado Automóvel: Um problema com solução RVA Consulting com um baixo custo

Lançamos o novo Serviço RVA Consulting- Auditorias de Stock Mercado Automóvel!

Através de um programa fixo anual e adaptado às suas necessidades, poderá obter os resultados das suas auditorias de stock realizadas por experts formados no setor, com custos mensais fixos sem surpresas ou encargos adicionais.

Para isso formulamos dois pacotes distintos, Basic e Advanced, onde poderá escolher os serviços necessários para as suas necessidades. O preço, baseado numa avença mensal, não será variável, e suportará os custos de auditoria acordados, sem oscilações no valor mensal, sem surpresas! O valor acordado dependerá do número de VINs estimados a auditar anualmente, pelo que, não dispensará uma avaliação prévia das suas necessidades, histórico e adaptação do plano a acordar segundo as mesmas.

Desta forma não terá surpresas nos seus custos, obterá auditorias realizadas por experts com a qualidade garantida que deseja e uma avença mensal fixa, livre de surpresas independentemente dos VINs a auditar mensalmente.

Para mais informação contate-nos diretamente através do site https//rvaconsulting.pt/contatos, ou através dos contatos habituais:

Telefone: 210 181 456

Móvel: 961336426

email: rita.araujo@rvaconsulting.pt

Sediados em Lisboa estamos sempre em contato direto, através de um simples click!

Rita Araújo

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Vendas de Viaturas Usadas: A tempestade já passou?

Este setor está a recuperar após o descofinamento e reabertura de mercado. O mercado de usados em particular, sempre foi dependente das vendas digitais em cerca de 60% do processo de Venda e por isso, a sua recuperação está a ser mais rápida do que o da venda de viaturas novas. Por outro lado, o excesso de viaturas em stock “o kms” alimenta o setor, mas com descida de preços?

Ontem assistimos a um Webinar do Stand Virtual (publicado no YouTube), com a qualidade com que já nos habituou e onde a ACAP divulgou os números de vendas de Maio, onde nos seus primeiros dias, a reabertura das Concessões reiniciaram a sua atividade.

A nível das viaturas novas, enfrentamos um decréscimo de vendas em Portugal, de 71,6% em Maio, nas vendas de viaturas novas ligeiros e comerciais ligeiros novos, relativamente ao mesmo período do ano passado. É também de registar que, dependendo o setor de venda de viaturas novas entre 27% a 28% de rent a car, os números de venda de automóveis novos reflete esta realidade.

São valores que já refletem alguma atividade, não os níveis de atividade que todos desejavamos, mas que era espectável. No entanto, na Europa de Leste, onde o mercado abriu primeiro, os números registados foram menos significativos.

No mercado de usados, e segundo a mesma fonte, o interesse e número de contatos atingiram os níveis pré-confinamento. O que é um óptimo indicador! O nível médio de preços aumentou devido a:

No mercado de usados, e segundo a mesma fonte, o interesse e número de contatos atingiram os níveis pré-confinamento. O que é um óptimo indicador! O nível médio de preços aumentou ligeiramente, devido a:

1º Quantidade de viaturas semi-novas em stock no mercado;

2º Se até então, pautavam as vendas de viaturas abaixo de 10.000€, neste momento estas viaturas apresentam alguma ruptura, levando ao aumento da média devido ao valor mínimo de compra.

Muitos são os desafios que enfrentará este sector, e nos usados em particular a aposta passará pelo escoamento de “buy backs” e semi-novos… Desde logo, a curto prazo devido à diminuição de buy backs futuros, fruto da diminuição do Turismo e consequente rent-a-car.

Por outro lado, com a abertura também dos mercados europeus, onde por exemplo França reabriu agora e apresenta uma queda na ordem dos 95%, será que não poderemos ser “invadidos” com preços mais baixos de importação do mercado internacional, no setor de usados???

A politica de Apoio ao Abate, que já foi aprovada em anos transatos pelo Governo, continua agora em Junho “em cima da mesa”, tal como apoios na redução do IVA. A isenção de IUC para as viaturas em stock já foi reprovado. O Layoff no setor automóvel ainda espelha valores elevados, alcançando praticamente os valores de Hotelaria e Restauração, e é necessário algum apoio governamental, em todo o setor automóvel, de forma a restabelecer confiança e isentivo para a aquisição neste momento de uma viatura, e restablecimento financeiro de todos os encargos suportados pelas marcas e concessões.

Rita Araújo

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Tempos de (Des)Confiança

A economia abriu, mas tende a ser Resilente… É muito difícil depois de tudo que temos vindo a experienciar, em que uma máscara nos acompanha no dia a dia, bem como o desinfetante de mão e em que lutamos entre a vida e a morte no nosso agregado familiar e entes queridos, que possamos dizer que tudo voltou à normalidade, após o descofinamento do COVID19.

Não voltou… Por exemplo, o setor do turismo já não contribui para o PIB nas taxas devidas, com ele arrasta o setor de rent-a-car, com o exemplo da Hertz nos Estados Unidos e porque, afeta todos os setores da economia, na globalidade.

A taxa de desemprego e lay-off cresce todos os dias no nosso país, abafado por estatísticas de infeção de Covid19 satisfatórias!

Aguardamos os apoios do Estado em todos os setores, bem como a revogação de medidas propostas na UE.

O setor automóvel não é exepção! Antes pelo contrário. Tem de se re-inventar entre campanhas e compras digitais e compras emotivas. Tem de se re-inventar nas plataformas outrora tão discutidas, na multiplicação de skills e funções de Consultores Comerciais, muitos deles sem formação específica, num breve e curto espaço de tempo.

E mesmo assim… Os Consumidores querem Comprar?

O investimento na Compra de um bem, com um custo significativo, independentemente da modalidade de compra e financiamento, não está de todo na lista de prioridades da maioria dos agregados familiares. A incerteza relativamente ao desemprego, ao rendimento anual total que contempla prémios pagos e comissões, devido ao desacelaramento da economia, fazem os Portugueses prioritizar os seus investimentos.

Numa sondagem levada a cabo pela RVA Consulting, questionamos os inquiridos se tinham intenção ou desejo de adquirir uma nova viatura. Obtivemos 230 respostas, em que os inquiridos responderam:

Quando colocamos em cima da mesa, a Cobertura da Prestação Mensal face a desemprego futuro, verificamos que os dados, estatisticamente mudam. Os Portugueses, tal como toda a população Mundial, estão desconfiados, ou melhor, confinados:

Apesar da vertente digital ser um meio já delineado pelas Marcas há muito tempo, e posto em ação num curto espaço de tempo, não esconde a emotividade de após a aquisição de um veículo, colocarmos a família “lá dentro” e alegria de todos disfrutarmos a nova aquisição, num passeio de breves kms! Quem não faz isso????

A era digital não esconde também, os desafios APV que se avizinham após o “boom” de vendas de veículos a diesel em anos transatos.

A re-invenção, resilência e inovação são a palavra-chave! Este setor tem a oportunidade não de se re-inventar, mas por em prática os programas e ações já outrora delineados! Este setor é feito de história de sucesso nos momentos conturbados das economias globais!

Conte conosco, com a nossa experiência e dedicação!!!

Rita Araújo

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Intenção ou desejo de adquirir um veículo novo

Estamos a realizar um breve inquérito, com apenas duas questões de escolha múltipla. Este inquérito é anónimo e pedimos que responda com a maior sinceridade.

Obrigado pela sua Colaboração,

Rita Araújo

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Num processo de Venda Emotivo, como ultrapassar a barreira de 2 metros e uso de máscara?

Num processo de Venda Emotivo, como ultrapassar a barreira de 2 metros e uso de máscara?

Tenho falado com diversos Consultores Comerciais que me colocam esta questão. Embora não tivesse uma resposta imediata, não foi por isso que não fomos em busca de soluções e falamos com especialistas…

Toda a nossa comunicação como ser humano, não se prende com expressões faciais. Embora importantes e num Consultor Comercial esta skill esteja amplamente desenvolvida, a nossa forma humana de comunicar é surpreendente.

Desde logo pela captação do olhar! Se estamos a ser interessantes, o interlocutor apenas desviará o olhar para o que nós apontarmos.

Falamos já de mais dois sentidos: a comunicação gestual e a comunicação oral. Um discurso monocórdico não capta a atenção de ninguém, ao invés, de um discurso fluído, com várias entoações. Somos mais enfusivos quando falamos de determinado benefício para o Cliente e menos efusivos quando se trata de alguma questão ou ponto que requer a nossa seriedade. Somos efusivos quando gostamos e somos apaixonados pela informação que estamos a transmitir e menos efusivos quando não estamos tão seguros do que transmitimos.

A comunicação gestual é desde logo um fator muito importante na comunicação. Transmite as nossas sensações e emotividade, embora por vezes pensemos que não. Transmite a captação do interlocutor ou seu afastamento por não nos sentirmos tão cómodos no nosso discurso. O velho exemplo de nos encostarmos para trás na cadeira ou por sua vez, endireitarmos o corpo para a frente, é um clássico de análise comportamental.

Não entrando em detalhes, no atendimento ao público é fulcral que capte a atenção do interlocutor. Essa atenção é conquistada por uma forma equilibrada e sustentada de comunicarmos e não é afastada por uma máscara. Será se para si a máscara for encarada desde logo como um obstáculo de comunicação. O Consumidor por sua vez, já se habituou a estes novos hábitos, e para ele essa barreira não existe, antes pelo contrário, apenas transmite segurança.

Se o seu interlocutor não se pode aproximar de si mais de 2 metros, porque não aumentar o canal de comunicação através de écrans de maior dimensão e de um espaço privado e confortável? Porque não enviar toda a informação por e-mail em tempo real ao seu Cliente, ao invés de esperar mais uns minutos? Porque não debater na hora a sua Proposta integrada de valor?

Encontramos na nossa pesquisa, este interlocutor divertido, André Buric, que de uma forma fluída nos ajuda a Comunicar: http://neuropersuasao.com.br/. Além de Cursos gratuítos tem também alguns vídeos no youtube que em nada são maçadores, nem com uma linguagem muito técnica.

As barreiras físicas são transponíveis. Não deixamos de sorrir ao entrar numa loja e cumprimentar os Colaboradores. E eles não sentem esse afeto? Claro que sim!!

Rita Araújo

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Sector Automóvel: How to jump out the Box??

Sector Automóvel: How to jump out the Box??

É difícil escrever no geral, sem um diagnóstico personalizado de cada marca e realidade, mas haverá pontos em comum em que cada uma das Marcas se revém e outras noutros….. Cabe-nos a nós, sem nenhum contrato com uma marca específica , nesta nossa fase de introdução e reconhecimento no mercado, ajudar este sector! Acima de tudo inspirar, nesta fase particularmente difícil para todos.

Sair da Caixa, da zona de Conforto, são palavras e inúmeros cursos e formações a que temos assistido e participado na nossa carreira profissional. É um cliché, mas depois do entusiasmo da formação, muitas vezes ficam palavras e apontamentos no fundo do mar…..Mas que as marés teimam em levantar!

Se analisarmos o Funil de Vendas típico, todos sabemos e sem entrar em pormenores, que a equipa de Marketing esforça-se por angariar novas Leads e a Equipa Comercial em finalizar o processo subsequente. Mas quantas oportunidades não são desperdiçadas durante este processo? Cada vez mais a equipa Comercial e de Marketing têm de trabalhar numa plataforma comum, obrigando à adopção de um CRM eficaz, eficiente e produtivo e de procedimentos internos e de comunicação que em grande parte das marcas terão de ser revistos. Uma oportunidade desperdiçada em cada etapa do funil de vendas, é primordial para que outra marca mais eficiente capte o potencial Cliente.

Revejamos o Funil de Vendas, e para cada etapa, deixaremos as nossas sugestões e opiniões:

Atrair visitantes a um Concessionário, neste momento constitui um desafio! Provavelmente não serão as imagens de veículos publicados nas redes sociais que atraem os visitantes, mas sim e nunca nos esqueçamos que a Compra de um Veículo tem uma enorme componente emotiva, e damos como exemplo ouvir o som de um motor em determinado segmento, ou ouvir o silêncio do mesmo, noutro segmento distinto, fará toda a diferença e ambos apelam aos sentidos emotivos do público.

A comunicação terá de ser elaborada com base numa Estratégia definida e seu Planeamento Cronogrado e mensurado de forma a corrigir eventuais discrepâncias com o esperado. Por outro lado, não nos debruçando apenas nos meios digitais, as marcas poderão apostar na requisição de materiais /produtos internacionais, que habitualmente se destinam a grandes feiras e exposições ou mesmo a grandes eventos desportivos, agora cancelados, como atrativo de visita a uma Concessão através de uma Comunicação efetiva através das redes sociais, que gerará certamente mais Leads. A aposta nos apaixonados por este sector, certamente terá resultados positivos.

Relembramos ainda que os eventos, estão abrangidos pela regulamentação da ACAP, pelo que, a serem realizados, terão de cumprir todas as normas de segurança, e proporcionarão sem dúvida, momentos de contato entre a equipa Comercial e os Visitantes.

Por outro lado, a realidade virtual é já comum em muitas plataformas e não está a ser valorizada, de forma alguma neste sector, a nível das Concessões. Conduzir um veículo específico, num Concessionário, nesta realidade não é atrativo? As normas de higienização não constituem nenhum obstáculo… 

E ainda, a simples ofertade um Kit de desinfestação do veículo do Potencial Cliente, ou a própria desinfestação da viatura pelo Concessionário durante a realização da visita, não constuirá um atrativo??

Equipa Comercial, agora é convosco! A Gestão de Leads terá de ser efetiva e continuada. Enviar um e-mail a um potencial Cliente a dizer “Olá” e nunca mais entrar em contato com ele, não é uma Gestão efetiva de Leads. É necessário acrescentar conteúdo, alimentá-lo, criar interesse e captá-lo! E é aqui que uma vez mais, a integração com a equipa de Marketing só poderá ser uma mais-valia! A equipa de Marketing poderá contribuir com o auxílio a materiais padronizados e desenvolvidos, e que a equipa de Vendas poderá personalizar a cada um dos potenciais Clientes.

De acordo com um estudo publicado pelo Car Buyer Journey 2018, 60% do tempo despendido por um Consumidor que petende adquirir uma viatura nova é Online. Portanto, se o consumidor decidiu avançar para uma visita a um Concessionário, a oportunidade não pode de modo algum ser desperdiçada.

Tenho ouvido relatos sobre o afastamento obrigatório de 2 metros e a utilização de máscaras, que dificultam a transmissão da mensagem e emotividade. A aquisição de uma viatura nova é emotiva, e por isso tantos aficionados existem neste sector. Mas pensemos num exemplo: prático: Quando antes do Covid19 viamos um ente querido num espetáculo, sem condições de o abraçar senão o contato à distância, esse ente querido ou nós deixamos de sentir que estávamos felizes por o ver? O mesmo se passa com as novas restrições! Todos os consumidores que visitam um Concessionário estão habituados a esperar numa fila para entrar num supermercado , utilizar uma máscara para andar na rua e não é por isso, que não cumprimentam a pessoa de caixa e lhe desejam o resto de um dia feliz. A máscara não esconde as nossa forma de comunicar, o nosso sorriso. Não nota quando uma pessoa ao telefone está a sorrir ou por outro lado está angustiada? As nossas expressões faciais são apenas uma forma de comunicar. A elas acrescem a nossa forma de falar, a entoação de voz, os gestos, o sorriso, a emoção… Nada disto é perdido através duma máscara, uma viseira, ou uma barreira física!

Aqui a palavra chave é ESCUTAR ao invés de ouvir. Se através de um diagnóstico adequado souber quais as reais necessidades do Consumidor e conseguir transmitir os benefícios do seu produto para a superação das mesmas, o Fecho está conseguido.

Os Simuladores poderão proporcionar uma experiência inesquecível ao Consumidor, quando projetado em grandes écrans. Mas não deixe de descurar a planificação da visita, uma configuração de por exemplo interiores brancos e depois informar o Potencial Cliente que para isso, uma vez que não tem em stock, terá de esperar um tempo inderteminado. Planificação e Agendamento!!!

A Proposta Comercial por sua vez deverá ser valorizada e não transmitida num valor final. Ou seja, não se trata de uma competição de preço mas sim, de a melhor Proposta ao Cliente X face à globalidade das suas necessidades. Isto implica a valorização de descontos, valor de retoma, garantias, contratos de manutenção….O valor final não é um número mas sim, uma proposta agregada! E porque não discuti-la num écran de grandes dimensões, uma vez que o distanciamento não permite que o discuta numa versão impressa? Escute o Cliente, elabore um diagnóstico das suas necessidades e elabore uma proposta comercial e de financiamento que excedam as suas expectativas.

Ao Escutar as necessidades dos Clientes, poderá também preencher as suas necessidades e sua realidade socio-económica através de uma proposta de financiamento adequada e personalizada e não através de uma solução geral já pré-configurada na Proposta Comercial. Se necessário e de acordo com a estrutura e estratégia de cada marca, o Consumidor poderá ser re-encaminhado diretamente e na hora, para um especialista financeiro. O Consumidor não poderá ter receio no compromisso, mas sim ficar descansado com o investimento na aquisição da viatura, que o deixará confortável em termos futuros. Algumas marcas inclusivé já estão a optar pela cláusula de desemprego

Relativamente ao test drive, assunto que também tem sido alvo de intimidação e obrigatório caso o Cliente o solicite. não poderemos deixar de nos pronunciar. Se já realizou o diagnóstico correto do seu Cliente, ir no banco de trás só poderá dar-lhe a oportunidade de perante o seu Cliente rever o seu dia-a-dia após Covid19, com familiares ou amigos a acompanhá-lo. Aproveite para inúmerar benefícios do seu produto, através da visualização do dia-a-dia do seu potencial Cliente. Isto só é possível se ESCUTAR, em vez de ouvir. Um correto diagnóstico do Cliente, através de uma conversação fluída e empática, permitindo-lhe estabelecer os Key points para desfecho da Venda. 

Há quanto tempo não telefona a um Cliente seu que adquiriu um veículo consigo? O Cliente está satisfeito? O seu contrato de manutenção ou financiamento está a expirar? O Cliente está satisfeito com o acompanhamento APV ou prefere que continue a ser o interlocutor? Fidelizar significa subscrever e obviamente, recomendar e indicar novos Potenciais Clientes. Os embaixadores da marca são o maior potencial que alguma marca ambiciona. Explore!

O Futuro deste sector é feito de histórias de pessoas resilentes e inovadoras, que defrontaram várias crises económicas, restrições políticas e inclusivamente guerras e confrontos mundiais.

Independentemente dos apoios nacionais ou da UE, que esperemos que sejam concedidos, o sector automóvel será simplesmente apenas um sector que está a atravessar uma tempestade, mas que brevemente, o sol voltará a brilhar, pela paixão e dedicação!

Rita Araújo

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Concessionários de Automóveis: A realidade após a Reabertura

O mercado automóvel está a enfrentar sérios desafios, no enquadramento da epidemia COVID19 em todo mundo. Desde logo pelo encerramento de fábricas e linhas de produção, dificuldades dos importadores que a nível nacional tiveram que recorrer ao layoff de muitos postos de trabalho e as Marcas que se enfrentaram com o encerramento das Concessões.

A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) afirma que o setor automóvel é “um dos mais afetados”, registando quebras de 80% no mercado de ligeiros de passageiros, e exige plano de apoio do Estado.

A queda registada, segundo a mesma fonte, representa no mês de Abril, uma perda estimada de 30 milhões para o Estado, sem contar com as receitas de IVA.

A ACAP propõe as medidas de incentivo ao abate, que serão acompanhadas pelas marcas e que levarão à renovação da frota automóvel a preços mais atrativos para o Consumidor.

Ninguém estava preparado para a esta nova crise, em nada equiparável a 2012, e desde logo para esta Epidemia que tantos desafios representa: Desde logo a morte e a vida! Os fabricantes estão cheios com viaturas em stock, que representa um custo demasiado elevado. O setor já não conta com o escoamento através das empresas de rent-a-car, devido ao impato fulcral no Turismo desta epidemia, nem das empresas de Leasing, que apresentam a vantagem de não haver buy back face ao renting, e que devido à paragem de políticas de renovação de frotas das empresas, também estão a sofrer este impacto nas suas finanças. A política de preços e Campanhas específicas poderão ser aplicadas, mas no geral as marcas não irão anunciar e aplicar “Campanhas Bombásticas” que representariam um suícidio financeiro.

Neste contexto, perguntamos então às Equipas de Vendas de todas as Marcas a nível Nacional, qual o imapacto sentido na afluência de Consumidores Particulares para adquirirem uma viatura nova, após a sua reabertura. Estávamos curiosos, e note-se que se tratou de uma sondagem, não de um Estudo, o que significa que poderemos analisar tendências mas que não poderemos tirar conclusões. Segundo esta sondagem:

Das 74 respostas que recebemos, apenas 2% não observou nenhuma diferença face à atividade normal, mantendo o mesmo número de Visitantes Particulares ao Concessionário.

Colocada a questão da afluência de visitantes às Concessões após a abertura, houve 7 pessoas que não responderam, conduzindo o número de respostas para 67.

É notória a diminuição da afluência de Consumidores às Concessões. Nos últimos dias, na maior parte dos casos, entram 1 a 5 pessoas nas Concessões, o que diminui em muito a taxa de afluência de Consumidores particulares às Concessões.

O problema está detetado, quantificado por dados mensuráveis e confirmado por tendências, questionáveis, mas que demonstram a realidade de cada Concessão.

Dicas e Conselhos? Não há fórmulas mágicas mas não perca a próxima publicação, onde publicaremos as nossas sugestões e opinião de diversas questões levantadas nesta publicação. Porque juntos seremos mais fortes!!

Rita Araújo

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Impacto do COVID19 na afluência de consumidores aos Concessionários Automóveis

O meu nome é Rita Araújo.

Além de o convidar a visitar o nosso website em

 https://rvaconsulting.pt

agradecia que respondesse a 3 questões de escolha múltipla, sobre o impato do Covid19 na afluência às Concessões.

Este questionário é anónimo e contempla as marcas comercializadas em Portugal, pois pretende-se um panorama nacional, valorável depois, para cada uma das concessões: 

https://pt.surveymonkey.com/r/2CB8XYN

Os resultados serão posteriormente divulgados.

Obrigado

Rita Araújo

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SAVE THE DATE, 11 Maio, 08h30m

SAVE THE DATE, 11 Maio, 08h30m
Para começar a sua Segunda-Feira de uma forma diferente! 

A RVA Consulting às 08h30m transmitirá um video, que poderá aceder através do link:
 https://youtu.be/uurHIR93jS0
no qual nos apresentaremos e divulgaremos os nossos serviços, muito embora que, saibamos que através da apresentação geral implementemos sempre, a personalização de cada projeto adequado às necessidades de cada futuro Cliente.
Curso On-Line Breve Introdução ao Marketing Digital 

Simultaneamente, poderá aceder gratuitamente ao Curso através do Canal de Youtube, ou de uma forma mais simplificada através do nosso site em:
 https://rvaconsulting.pt/cursos-on-line/
e onde poderá também descarregar o respetivo e-book. 
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Pricing: Hoje fomos às compras….

Todas as semanas, ou dias específicos existem campanhas determinadas para alguns artigos de Consumo, com a sua divulgação em folhetos, email marketing, sms,…. Mas será que essas campanhas são efetivas e representam vantagens para o Consumidor e para a Marca?

Analisemos o preço de um produto associado a uma campanha. Como Consumidor teremos que contabilizar o Custo de Deslocação, o tempo dispendido na fila de espera para entrar no Ponto de Venda, bem como o tempo de Compra. Ou por sua vez, teremos de contabilizar o Tempo de Encomenda face à velocidade do site ou App, Custo de Entrega e Prazos de Entrega. Mas será que as Campanhas online correspondem às Campanhas no Ponto de Venda?? Nem sempre.. Existem Campanhas de preço exclusivas on-line. Em alguns pontos de Venda as Campanhas não estavam anunciadas no preço de compra, mas a Campanha foi refletida no talão final de compra.

Como provedor é necessário contabilizar e medir o impacto da campanha, afluência às lojas e site, bem como aumento de faturação pela alavancagem também de outros produtos. Estarão todos os pontos de venda a divulgar as Campanhas pré-definidas?

Sabe como está efetivamente a posicionar-se no mercado? Sabe os prazos e custos de entrega dos seus concorrentes? Tem a certeza que determinado produto é sensivel à alteração de preço por parte dos Consumidores e que justifica uma Campanha Preço? Estão todos os Pontos de Venda a divulgar as Campanhas de pricing em vigor?

Paramos para tomar café. Café adquirido num copo de plástico, com colher de plástico, ao mesmo preço que habitualmente custava. Não nos foi sugerido nenhum produto para acompanhar o café, nem uma promoção de up-selling. Olhamos para o Menú do dia, agora em formato Take Away, disponibilizado em caixas de plástico, ao mesmo preço do habitual, onde já sabemos que o desafio do Menú do dia é equilibrar Preço/Qualidade devido às margens de lucro das mesmas. Ficamos intrigados…..

Seguimos para a Farmácia. Ao nosso lado uma senhora confirma que não quer aviar a receita com o marca habitual, mas que prefere um genérico. Genérico esse diferente do que ela experimentou porque lhe dava dores de cabeça. Neste momento não pode comprar o medicamento original… Sugere ainda a compra de Paracetamol para aliviar as dores de cabeça que previa. Obviamente esta conversa foi conduzida por um especialista farmacêutico e teve um desfecho apropriado…

Ficamos a pensar… Estarão as seguradoras a promover eficazmente a cobertura de apoio à aquisição de medicamentos com receita médica???

Acabar o dia sem comprar um carro novo? Nem pensar!!! Após termos recebido via redes sociais, email marketing e sms condições únicas de aquisição, a oportunidade não poderia esperar. Após termos configurado a nossa viatura e termos solicitado mais informações, obtivemos uma resposta da Marca/Concessão de contato apenas por alguns. Fomos também levados a adquirir um automóvel que se encontrasse em stock, uma vez que algumas fábricas estavam fechadas, retardando, além do transporte a entrega da viatura. As condições de venda diferiram entre marca, mediante as promoções estabelecidas, mas também entre Concessões da mesma marca.

Será o valor final de uma Proposta a melhor Proposta? Estarão os Consultores Comerciais a valorizar uma proposta agregada, como por exemplo o valor final do contrato face às condições de financiamento? Não, decididamente na nossa amostra, não! Nem tão pouco os serviços e vantagens agregados à Proposta são mensuráveis e valorizados.

Estará a sua comunicação a ser efetiva? A estratégia pricing trás efetivamente benefícios para o Consumior e Ponto de Venda? Está a ser mais competitivo adoptando uma estratégia de pricing que os seus concorrentes?

Complicado?! A RVA Consulting numa relação de parceria, consegue responder a estas questões e ajudá-lo a posicionar-se numa posição competitiva no mercado, bem como numa comunicação efetiva com os Consumidores. Pricing? Apenas uma das principais ferramentas.

Rita Araújo

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Está a ser eficiente no Serviço de Entregas ao domicílio?

Em tempo de Declaração de Estado de Emergência e Confinação ao Domicílio de cada um de nós, esta questão torna-se pertinente, na medida em que o Consumidor está cada vez mais exigente.

As ofertas são largas em todos os sectores, bem como os prazos de entrega e respetivos custos. Mas será que a sua estratégia está a ser bem sucedida em detrimento dos seus Concorrentes?

No ramo editorial, a presença on-line neste momento é fulcral. Avizinha-se o tempo de preparação de Exames por parte dos Estudantes, livros de actividades para os mais pequenos, bem como os livros do Programa Ler+ obrigatórios em cada ano, mas que ainda não foram comprados. Não há neste momento a hora de almoço para nos dirigirmos a uma grande superfície e sermos os pais perfeitos, mas sim, resta-nos as encomendas on-line.

Por outro lado, e ainda neste sector, com a percentagem de trabalhadores no Desemprego e em Lay-off a aquisição de novas competências, ou pura e simplesmente ocupação de tempos livres abre uma nova jannela neste sector.

Realizamos um teste! Necessitavamos de um livro técnico e por isso encomendamos o livro on-line a uma empresa com entrega nos nossos escritórios. Custo de entrega zero e entrega via CTT em 24 horas. Perfeito!

Recebemos a confirmação de pagamento e que a nossa encomenda estava em processamento. No entanto o livro, apenas foi entregue cerca de 2 semanas após a sua encomenda! O que poderia parecer à primeira vista um caso de insucesso, transformou-se num caso de sucesso. A empresa em questão manteve-nos a par do seguimento da nossa encomenda, através de uma relação equilibrada de conteúdo e comunicação, justificando o atraso por encomenda à editora. Tratava-se afinal da segunda edição do livro em questão e através de uma comunicação personalizada, efetiva, transparente e “engagement” com o consumidor, nem sequer verificamos as restantes possibilidades e condições da concorrência. Antes pelo contrário, efetuamos uma nova encomenda com valor inferior a 10€, em que nos foi concedido o custo de entrega 0€!

Ao contrário do sucedido com as entregas de Take Away no ramo da hotelaria, a encomenda foi entregue à porta do escritório por um simpático funcionário. Porque não tivemos então de nos dirigir à porta comum do prédio, tal como aconteceu em outros sectores de mercado?

A nível de bens alimentares, está estabelecido por comunicação de grupos sociais e experiência social, que as entregas, embora pagas e com um custo dispendioso, só serão entregues no próximo mês. Mas será que é bem assim em todas as marcas operantes no mercado?

No ramo automóvel existem marcas a anunciar que pode configurar o seu modelo e versão pretendido, mas terá de consultar as viaturas em stock em Portugal. Será efetivamente uma comunicação efetiva, ou confusa?

Estamos aqui para o ajudar porque sabemos como trabalhar com as ferramentas disponíveis. Consulte-nos que através de um diagnóstico apresentaremos a solução mais efeciente para o seu negócio, no segmento de mercado que se enquadra.

Rita Araújo

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Estamos prontos para nos reiventar?

Decretado um novo estado de emergência nacional, o horizonte inicia-se ambíguo frente à crise económica a superar.

Mas a economia tornada agora ponto de objetivo comum, com novas medidas e alargamento de restrições outrora impostas, está pronta para retomar a sua actividade face a uma epidemia em que a vacina nos melhores cenários se avizinha para 2021?

Estamos num momento ambíguo. O receio de deixarmos os nossos filhos na escola quando há uma semana seria impensável… O uso de máscaras obrigatórias em espaços públicos quando há duas semanas eram dispensáveis…. Mas a economia tem de avançar….

Avançaremos, como Portugueses que somos. Enfrentamos as piores crises e sempre nos aventuramos no desconhecido, sem temores mas com toda a alma de uma nação, que só quem é português a entende.

Somos destemidos, e o futuro não nos fará parar, apenas avançar com novos paradigmas. Porque nenhum de nós é igual ao que fomos até um mês atrás. Porque os modelos de negócio terão de ser readaptados, inovados e ir mais além. Poque voltamos a equalizar o valor da vida huana e condições de toda a humanidade.

A RVA Consulting destemida, nasce neste cenário. Porque temos a convição que juntos alcançaremos novos horizontes e juntos seremos mais fortes. Não temos uma fórmula mágica, mas estamos preparados com todo o nosso know-how e dedicação a encontrar soluções duradouras.

Diga-nos, o que sente nesta fase ambígua? Quais as suas projeções futuras? Em que contexto empresarial se situa o seu negócio?

Partilhando todas as dificuldades, desafios e sucessos seremos todos mais fortes, construiremos um futuro. Contem sempre com RVA Consulting como parceiro de negócio!

Webinars: Vantagens e Desafios

Face à situação epidimiológica que estamos a enfrentar Globalmente com o COVID19, estas novas Plataformas e Ferramentas de Comunicação ganham cada vez mais importância e destaque. Os Webinars transformaram-se numa das Ferramentas mais poderosas de Inbound Marketing. Saiba porquê.

Os Espaços físicos têm de ser substituídos por Espaços Virtuais, que garantam a comunicação efetiva, debates de ideias, estudos de casos, bem como a conetividade entre as pessoas.

Os Webinars são uma Estratégia de Marketing de Conteúdo, que visam a formação e partilha de conhecimento, organizados por um ou mais experts sobre determinado assunto.

No entanto, a internet possibilita entrar e captar um público que devido ao constrangimento físico, era inacessível na maioria dos eventos. Agora imagine que é diferente organizar um Webinar para 700 participantes do que um Webinar que passa a ter um Público Alvo de milhões. Por isso a escolha da Plataforma a utilizar, o Conteúdo e Suporte Técnico são fundamentais, para que o Webinar seja bem conseguido.

Sendo que os aspetos técnicos foram já salientados, não menos importante é o Conteúdo e Formato, de forma a que capte a atenção do seu público-alvo e permita também, durante o evento o tão falado “networking”.

Mas mais do que conetar pessoas, esta estratégia vencedora permite: Aumento de Notoriedade, Criação de Valor, Interargir com a audiência bem como gerar potenciais Clientes.

Segundo dados publicados:

73 % dos especialistas em Marketing afirmam que os Webinares são a melhor estratégia para gerar Leads Qualificados.

Cerca de 75 % deos Clientes B2B consumiram conteúdo de Webinars antes de tomar uma decisão de Compra.

Mais do que tudo, deverá sempre contatar uma agência especializada, que elaborará uma boa estratégia de comunicação e suporte técnico e organizacional, que lhe permitirá atingir os resultados pré-definidos e metas de comunicação efetivas.

Rita Araújo

Como se mede o Sucesso ou Insucesso de um Consultor Comercial no Sector Automóvel?

Este mês, muitas são as conferências a nível mundial que se têm pronunciado sobre o Desempenho de um Consultor Comercial. Tenho ouvido diversas questões, diversas parabenizações mas a pergunta queda no ar… Sendo que 60 a 70% do Consumer Buyer Journey se passa a nível digital, como medir então o desempenho de um Consultor Comercial?

O típico funil de Vendas , apresentado vezes sem fim em inúmeras sessões de formação, já não tem o mesmo design. Isto porque “The Client Journey” assemelha-se mais a uma estrada vertiginosa, com imensas curvas e contra-curvas, em que avançamos e recuamos.

Sendo que a Lead, num Processo optimizado de Gestão de Leads apenas é passado à Equipa Comercial quando está disposto a Comprar, de que forma Marketing e Vendas gerem sinergias?

In ON24, Virtualized Summit 2020

A equipa de marketing e Vendas tem de trabalhar de forma unida. Deixou de haver dois Departamentos distintos, onde as responsabilidades são definidas para cada um. Passou a haver uma simbiose, com tarefas claras definidas, mas só com a comunicação e sinergia inter-departamental alcançam o sucesso.

E onde se situa aqui o Consultor de Vendas? Passou a segundo plano entre uma Direção de Marketing e uma Direção Comercial? “No way!” O fecho e início de um novo negócio (APV bem como Influencers) está nas mãos de um Consultor Comercial, que terá de ter todo o suporte da sua Direção Comercial para o concretizar. Passamos aqui de um paradigma de ” Vendedor a Consultor Comercial”, onde a Direção Comercial desempenha um papel primordial de Formação, Coaching, Apoio e desenvolvimento dos Consultores Comerciais. Juntos são uma equipa, na concretização de um negócio alimentado pela equipa de Marketing!

Então vamos continuar a ter um ranking de melhor Vendedor ou um Ranking da melhor equipa? Fica a questão para pensarmos este fim-de-semana.

Rita Araújo

A pensar em si, a pensar numa comunidade

A RVA Consulting criou um novo Serviço Online. Tinhamos já levantado um pouco o véu, mas finalmente o plano tornou-se ação.

Será um espaço para todos, de todos, com muitas novidades e inovação. Porque faz parte dos nossos valores a Responsabilidade: As nossas soluções serão sempre as mais adequadas e o nosso compromisso, dedicação e disponibilidade a 100%;

Não deixe de assistir à sua divulgação em direto em :

Até Quinta!!!

Rita Araújo

Análise de Vendas de Ligeiros de Passageiros em Portugal

O setor automóvel foi um dos setores mais afetados pela Pandemia COVID19. Mas sabia que o acumulado de Agosto 2020 apenas se encontra cerca de 3% abaixo das vendas totais do ano 2012, neste segmento? Curioso? Acompanhe-nos nesta análise estatística.

O ano de 2012 é infelizmente memorável neste segmento, onde toda a conjuntura económica vivida, levou a uma Crise neste setor, recuperada em parte, por iniciativas Governamentais nos anos transatos e pela estabilização económica do País. Nunca mais, nenhum cidadão Português quer ouvir a palavra Troika!! Infelizmente no ano de 2020 deparamo-nos mundialmente com um micro organismo, apelidado de Covid19, que volta novamente a destabilizar toda a economia mundial e também claro, a saúde pública, com tantos milhões de infetados e mortes a lamentar em todo o mundo.

No ano de 2012, este segmento apresentou um recorde absoluto em baixa, totalizando apenas 95.309 unidades vendidas , o que representou assim uma quebra face a 2011 de 61% e a 2010 de 134%.

Face a estes números, foram implementadas algumas medidas de apoio governamentais, nomeadamente o incentivo ao abate, que ajudou o setor a recuperar até 2018, com níveis de unidades vendidas equiparáveis ao ano de 2010. No entanto, este setor demonstrou já alguma fragilidade no ano de 2019, que graças a uma recuperação no último trimestre, conseguiu fechar em baixa em apenas 2% face ao ano anterior.

Mas analizando os números, as unidades vendidas em 2012 totalizaram 95.309, o que representa mais 2.835 unidades relativamente ao acumulado em Agosto de 2020.

No entanto, a Pandemia do COVID19, veio acelarar o decréscimo de vendas neste segmento, que se fazia sentir desde 2018.

O Futuro é imprevisível, muito mais se teremos de enfrentar uma segunda vaga de Pandemia. O caminho digital é irreversível mas não exclusivo.

Mas mais uma vez, fica demonstrado que este setor, com inúmeros anos de história e que representa cerca de 19% do PIB português, 25% das exportaçoes portuguesas e emprega em Portugal mais de 200.000 pessoas, tem reagido face ao contexto global, de uma forma exemplar, inovadora e com garra e que continua a apelar aos incentivos e reformulações actualizadas do apoio estatal. De que estamos à espera? Deixe os seus comentários, porque “sozinhos vamos mais rápido, juntos vamos mais longe!”

Rita Araújo

A Importância do e-commerce no B2B

Tem um negócio que depende de grandes players em stores económicos fulcrais? Então este artigo responderá a muitas questões.

O perfil de consumidor mudou. Quer falemos do consumidor final, quer dos setores intermediários. Hoje busca-se rapidez, comodidade, bom preço e eficiência e qualidade de serviço. Daí a necessidade urgente dos players de mercado, indústrias e serviços agregados a grandes players, onde dispôem de uma oferta simples, rápida, cómoda e de qualidade.

Fala-se hoje muito de digitalização e presença online. Se ainda pensa que pode adiar, engane-se. Imaginemos um restaurante, que de repente lhe falta um artigo, a sua reação será de ir percorrer kms até à loja mais próxima, desperdiçando tempo e dinheiro, ou simplesmente, abrir um dispositivo móvel e adquirir o produto que lhe será entregue num curto espaço de tempo? Aqui o empresário poupou dinheiro em combustível, tempo útil onde está a executar tarefas mais importantes no seu negócio, beneficiou de comodidade e eficiência.

Uma oficina, necessita de uma peça automóvel, para reparação de um veículo. Ao invés de telefonar para diversos operadores em busca dessa peça, apenas tem de introduzir a referência e saber quais os players que detém essa peça, preço e condições de entrega. O tempo de entrega dessa peça, poderá até ser definida pela até pela própria oficina, não atrasando assim o serviço ao seu consumidor final. Tudo em tempo útil, à distância de um click, de um dispositivo móvel.

Estes dois exemplos extremos, fazem hoje parte da nossa realidade. A perfeita catalogação de produtos e respetiva descrição são um must na comunicação global dos nossos dias. Não adianta adiar mais, pois apenas estará a perder oportunidades de negócio.

E como fazê-lo? Desde logo pela criação de um site próprio, bem como sua divulgação nos canais adequados. Passará por toda uma oferta digital, que no limite lhe permitirá até, ofertar concursos abertos ou aquisições diretas, concretizadas num curto espaço temporal.

Fale conosco sobre as soluções que teremos personalizadas ao seu negócio. Porque do seu sucesso, depende o nosso!!!

Rita Araújo