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A Importância de Renovação das Lojas Físicas

Workshop Merchandising Online, dia 6 Outubro, 15h

Como Palestrante do Worshop de Merchandising que vai ter lugar online no dia 6 Outubro, fui visitar espaços comerciais, para avaliar a experiência que estão a proporcionar aos seus Clientes. Com o aumento e facilidade do e-commerce, também as lojas físicas, seu espaço, iluminação e distribuição de produtos, bem como o atendimento tiveram que se adaptar.

1. Perfil do Consumidor 5.0

O Consumidor 5.0 é um Consumidor informado. Antes de decidir a sua opção de Compra, já descobriu a sua necessidade, já comparou ofertas disponíveis e toma uma decisão. Quando essa decisão não termina no online é porque ainda subsistem questões sobre a sua tomada de decisão. Necessita de ou mais informação ou estar em contato físico com o produto, ou com a marca.

O que espera um Consumidor num espaço físico? Uma experiência!

1. Contextualização

Durante o mês de Setembro, tendo em vista a construção do Worshop de Merchandising, efetuei diversas visitas Cliente Mistério a lojas físicas, com o intuito de avaliar as suas necessidades e como acompanharam e se adaptaram ao novo perfil de consumidor.

O Consumidor 5.0 é um Consumidor informado. Antes de decidir a sua opção de Compra, já descobriu a sua necessidade, já comparou ofertas disponíveis e toma uma decisão. Quando essa decisão não termina no online é porque ainda subsistem questões sobre a sua tomada de decisão. Necessita de ou mais informação ou estar em contato físico com o produto, ou com a marca.

O que busca num espaço físico? Uma experiência positiva.

2. Lojas Físicas Avaliadas

Muito embora não irei neste artigo identificar as lojas, tentei percorrer distintos sectores de atividade, na cidade de Lisboa. Este artigo, vale o que vale, é uma amostragem mas mais que tudo pretende ser um alerta construtivo!

3. A Experiência

A experiência remete-nos a anos anteriores, ao mesmo de sempre, na maioria dos casos… O Colaborador aproxima-se e questiona, no menor espaço de tempo possível, “Em que o posso ajudar?” ou então “Estou aqui se necessitar de ajuda….”. A questão comum de quase todos os Colaboradores: “Já realizou alguma pesquisa na net sobre esse artigo?”. Respondi sim a todas estas as questões e deixei o Colaborador conduzir a visita.

A resposta sim a esta última questão, foi muitas vezes ignorada, ficando sem seguimento e empatia por parte do Colaborador na condução da interação. Logo aqui, neste ponto inicial, o público-alvo já não se sente envolvido e por outro lado, quanto mais tarde o sentir, menores são as hipóteses de comprar. Ele vem em busca de uma experiência. Quando a condução da visita é realizada a partir da resposta a esta questão, o Colaborador poderá e deverá envolver o Cliente com a marca, estreitando a relação bilateral Marca/Consumidor. Quando o Colaborador assim o fez, senti empatia e envolvimento.

No corredor se supermercado questionei a um Repositor onde poderia encontrar o artigo X. Recebi sempre essa informação, mas com atitudes distintas. Na maioria dos casos o Repositor explicou-me verbalmente e indicando gestualmente onde se encontrava esse produto. Mas casos houve em que o Repositor abandonou a sua tarefa e acompanhou-me a essa seção, proporcionando uma experiência completamente distinta naquelas Marcas de Supermercados.

Entrei em Provadores. A minha pior experiência foi a verificação de quantos artigos levava e não ter sido acompanhada por uma Colaboradora personalizada nos Provadores. Em termos de arrumação, quase todos no seu interior estavam arrumados, mas casos houve em que a confusão de roupa nesse espaço, bem como o barulho, me afastou completamente de querer permanecer nessa zona por muito tempo. A experiência foi positiva em quase todos os espaços visitados. Achei que o local da Caixa em alguns casos estava distante demais dos Provadores.

Ainda neste setor, a iluminação muitas vezes é descurada. O espaço reservado a Roupa de Crianças está perto da Moda Feminina, mas em alguns casos, não constitui um corredor de passagem, ou seja, a Mulher não é conduzida para essa seção.

Fui também com intenção de adquirir uma viatura nova no segmento médio-alto. A única experiência positiva que obtive no espaço foi a simpatia do Colaborador, que respondeu a todas as minhas questões e me incentivou para a compra da viatura, reuniu os meus contatos e transferiu o seguimento para outro colega, justificando que ele não se encontrava no espaço porque tinha ido realizar uma entrega a um Cliente! Não entrei na viatura, não realizei um test-drive, não obtive uma Proposta Comercial. Recebi posteriormente por e-mail uma Proposta Comercial e um convite para realizar um test drive se assim o pretendesse. Não houve mais nenhum contato, muito embora tenha dado indicações claras sobre as minhas três opções de marcas e modelos onde iria recair a minha escolha. Interessante também a iluminação dos espaços neste setor, bem como a disposição física das viaturas.

Em termos de Pastelaria, perguntei qual o bolo mais vendido, argumentando que não sabia o que me apetecia. Aqui verifiquei que esse produto estava em lugar de destaque, na maioria dos locais visitados…

Na minha experiência, tenho que realçar as marcas que do ponto de vista físico já realizaram um “upgrade” e que logo se conectam conosco através de uma APP, Whats Up, etc. Marcas que evoluíram e que proporcionam uma experiência emocional ao Consumidor, através de empatia e condução de uma visita organizada e estruturada, num espaço físico “arquitetado” para o aumento de vendas e uma boa experiência do consumidor.

4. Merchandising

Cada vez mais assume uma importância extrema, muitas vezes desvalorizada apenas para apresentar Promoções. Merchandising é muito mais que isso, é uma experiência para o Consumidor através do nosso espaço, onde adquire informação sobre os produtos, contato com eles e conexão com a marca. É uma conexão entre o on-line e off-line. É uma ferramenta de comunicação.

Mas também um local onde se potencia a venda, através da construção de um plano e uma estratégia da disposição de produtos, corredores de circulação, iluminação e necessidades do Cliente.

5. Conclusões Finais

Na maioria dos casos, são as emoções que determinam a nossa decisão final de compra, muito embora depois o justifiquemos racionalmente.

A deslocação hoje em dia a um espaço físico pressupõe que iremos viver uma experiência enquanto consumidores, iremos ter uma ligação física com a marca, com o produto, com as pessoas que a representam. Além do mais tem de haver uma articulação perfeita off-line/on-line de forma a que as mensagens transmitidas não resultem numa repetição, bem como uma arquitetura interna da loja projetada e estudada para que o contato com a Marca resulte numa experiência e Vendas a partir do momento em que olhamos para uma Vitrine e decidimos entrar até sairmos depois de realizarmos compras.

Assim, e como humanos que somos, o tempo dispendido num espaço físico tem que se transformar numa mais-valia e sobretudo numa emoção positiva. Há um longo caminho pela frente!

Rita Araújo

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Branding: Manual de Normas, qual o ROI?

Trata-se de uma ferramenta de referência que ajuda a manter a consistência na aparência, sensação e som de uma marca. Usar um manual de normas garante que a sua marca tenha a mesma aparência, mesmo quando existem pessoas diferentes, responsáveis pelo marketing ou design.

Todas as empresas deverão ter um Manual de Normas? Sim e por agora Não

Sim: Uma Marca já não é mais o que transmitimos sobre ela mas sim o que o público comenta sobre ela. Hoje uma Marca tem um valor acrescentado para o Consumidor (ou não) que se identifica com os seus valores e missão muito mais além da oferta que tem no mercado. Esta emotividade e relação com a Marca só é possível, quando a Marca comunica e interage com o seu público de forma a que eles possam ter de alguma forma, positiva ou não, uma experiência e relacionamento. Já não se trata apenas de experiências e Fidelização de Consumidores. O Consumidor 5.0 é um Influenciador e espante-se, Consumidor ou não da marca. (Kottler Marketing 5.0)

Então para comunicar, independentemente da pessoa que o faz, tudo terá de obedecer a normas, normas essas que transmitem a personalidade da marca, sua missão e valores. Por exemplo no caso de um Franchising é uma ferramenta vital.

Por agora não: Se estou a iniciar um negócio, ou tenho um pequeno negócio, muitas são as despesas decorrentes da abertura do mesmo. Provavelmente quem está a desenhar a minha imagem é um amigo, um familiar ou uma agência que pretendo continuar com ela durante muito tempo.

Então como calcular o ROI de um Manual de Normas?

Qual o valor para si de a sua Marca estar dependente de uma entidade exterior, ou na mão de uma pessoa?

Qual o valor para si da Gestão eficaz do Branding da sua Marca e comunicá-la com o seu público-alvo?

Exato. Mas deverá ter em atenção vários aspetos, nomeadamente:

  • Valores e Missão da Empresa
  • Planeamento e Estratégia
  • Escolher o Parceiro que melhor se integra dentro da sua empresa
  • E para isso, contatar diversas opções

Qual o Custo de um Manual de Normas? Depende da dimensão da empresa, áreas de negócio, número de produtos comercializados…. Porque o trabalho envolvido e número de horas vão ser estimados, por parte de quem elabora o Manual de Normas bem como o número de pessoas envolvidas na criação do mesmo.

Por isso, em qualquer parte do Mundo sabemos por exemplo pedir uma Coca-Cola! Defina o seu próprio ROI.

Rita Araújo

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Cultura Empresarial: Novos Desafios

Identidade de Marca

O teletrabalho com muitos dos benefícios que tem para a empresa e colaborador enfrenta o desafio de identidade: da marca, da cooperação e da integração da mesma, com cada um dos colaboradores.

Muitas cooperações nos dias de hoje e face à situação pandémica, não valorizam os seus talentos, tendo por base a ameaça do despedimento. Mas como todos sabemos, os headhunters ainda não fecharam portas e as empresas ainda não desistiram de ir buscar o melhor do mercado. Por isso instala-se uma falsa ameaça sobre colaboradores, que de uma hora para a outra, se vêm cada vez mais afastados da identidade que representam!

Por isso, criou-se um ciclo vicioso nestes tempos pandémicos do vinculo colaborador/orgãos de gestão. Os orgãos de gestão continuam a acreditar que manter nos dias de hoje um posto de trabalho é uma regalia. Esquecem-se que há inúmeros headhunters em busca de colaboradores descontentes. Esquecem-se que se os seus resultados, não são assim tão maus, se deve à força de capital humano que possuem. Esquecem-se que para manter a identidade de uma organização, não passa por ter reuniões diárias agendadas às 10h!

Este artigo é penoso, bem o sei! Mas esquecemo-nos de um momento para o outro do que é cultura empresarial? Esquecemo-nos que a nossa maior valia é o Capital Humano?…….. Parece que sim!!!

A Cultura empresarial, a identidade duma marca e o fazer sentir a cada colaborador que faz parte dessa cultura, desse objetivo, não serve como desculpa a pandemia. Muitos são os bullet points que poderemos acionar para que cada colaborador, faça parte da cultura organizacional. Muito mais com todos os meios que hoje dispomos, onde a distância é encurtada por um click! Onde uma aprovação apenas carece de uma assinatura digital!

Neste sentido, vamos reter no nosso país, na nossa cooperação, na nossa empresa, os inúmeros talentos e aptidões únicas que temos. Uma mais-valia face ao nossa concorrente próximo. Porque desacreditem-se os mais cépticos que o Vosso concorrente não irá buscar e contratar um colaborador valioso da vossa empresa. A competitividade foi algo que o Covid19 ainda não alcançou!!! E o Capital Humano continua e continuará a se a maior fonte de riqueza de qualquer organização!

Rita Araújo

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Controle de Custos na Restauração

Muitos dos nossos Potenciais Clientes ficam surpreendidos pela nossa filosofia de apoio a este setor. Apenas facturamos sobre o real diminuição de custos no seu estabelecimento. Isto porquê? Porque sabemos que seremos uma mais valia para a sustentabilidade do seu negócio e porque queremos contribuir para a prosperidade deste setor tão afetado pela pandemia, onde cerca de 53% dos estabelecimentos já encerraram na região de Lisboa, segundo dados AHRESP.

E de que se trata então esta Consultoria? Foca-se em todos os processos e parâmetros estabelecidos ou não, desde a recepção da mercadoria até ao pagamento da fatura do Consumidor. Obviamente que todo este processo complexo sofrerá de várias etapas de avaliação e correção, nomeadamente:

  • Recepção de Matérias Primas
  • Controlo de Stocks
  • Controlo de Saídas de Armazém
  • Fichas Técnicas e Capitalizações
  • Fornecedores
  • Reconciliação Mensal de Custos
  • Menu Engineering
  • Fixação Preços de Venda

Contate-nos, fale conosco! Temos uma sessão de 60m gratuíta de consultoria e basta inscrever-se em:

https://rvaconsulting.pt/agende-a-sua-sessao-de-consultoria-conosco/

Porque juntos somos mais fortes!!!

Rita Araújo

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Como reagir a uma má crítica ou queixa publicada nos Social Media?

Através da nossa Sessão de Consultoria gratuíta que disponibilizamos, esta começa a ser uma pergunta bem frequente. Dada a exposição que cada negócio tem nas redes sociais, não tão só os elogios abundam. Também há critícas e queixas, que o Consumidor real ou fictício, deixa marcado na comunicação de cada negócio.

Não existe um guião para reagir a esta situação, por isso o bom senso impera. Primeiro terá de se averiguar o motivo da queixa, junto dos colaboradores internos e determinar se é real ou fictícia. Sabemos que com a globalização da Web, nem todas as situações são verdadeiras.

Se uma queixa não é verdadeira, uma vez que não corresponde a um Cliente real, o primeiro passo a dar é denunciar a situação e o segundo denunciar o perfil do queixoso, uma vez que, na maioria, neste carácter penoso, se trata de falsos perfis.

Na situação de um Cliente Insatisfeito por qualquer motivo:

  1. Todos os comentários positivos ou menos positivos, carecem de uma resposta atempada
  2. Deverá responder ao comentário, agradecendo a mais-valia para o seu negócio desse comentário, enaltecendo que irá averiguar o que sucedeu, dando uma resposta tão breve quanto possível.
  3. Nesta resposta, e em todas, a nível de SEO, não deve mencionar o nome do seu negócio.
  4. Após a verificação dos factos, deverá enviar uma nova mensagem, em que esclarece que infelizmente já sabe do que ocorreu, solicitando um contato personalizado por e-mail ou telefone, para entrar em contato com o Cliente
  5. A insatisfação poderá ser resolvida de várias formas, tema para um próximo blog, mas deverá sempre informar o Cliente que face ao que expôs, contribuiu para que não volte a acontecer, face aos parâmetros de qualidade do negócio.
  6. Será sempre importante realizar um contato futuro, informando o Cliente dos novos procedimentos adotados face à situação que o levou à insatisfação.

As críticas e descontentamento deverão ser encaradas como uma oportunidade de melhoria e nunca como uma agressão ou descontentamento pessoal. Os negócios existem para satisfazer as necessidades dos Clientes e, sendo válidas, são uma ferramenta poderosa para a melhoria de processos e adequação da nossa Oferta ao Cliente.

Rita Araújo

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51% da Restauração em Portugal encontra-se encerrada

Estes números assustadores foram ontem divulgados nos canais telivisivos, sendo que muitos dos estabelecimentos, não sabem se voltarão a exercer atividade. O que pode fazer, como proprietário durante este período de confinamento?

Em primeiro lugar, apostar na formação,. Existem inúmeros Cursos de elevada qualidade, gratuítos ou financiados, que lhe permitirão adquirir ou validar competências na Gestão do seu negócio. Através da valorização de competências como Gestor e até dos seus colaboradores em layoff, incentivando-os e inscrevendo-os, poderá tornar o seu negócio sustentável e mais produtivo.

Avaliar como é efetuado o controle de stocks e armazenamento. Através da aplicação de procedimentos e workflows, poderá poupar muitos milhares no final do ano. Aplicar um sistema efetivo de controlo, permitirá também ter uma análise de oscilação do custos das mercadorias adquiridas ao longo do tempo e provavelmente renegociar condições mais vantajosas win-to-win com os seus fornecedores.

As suas fichas técnicas estão atualizadas? O preço de custo da matéria prima tem em conta o desperdício? Quantos testes de cortador já efetuou? As capitações por dose como estão a ser controladas? Reveja estes instrumentos tão essenciais na Gestão do seu negócio.

O seu Menu é rentável? Qual o seu rácio Food Cost, em cada prato promovido? É necessário adequar o Menu face a indíces de rentabilidade e popularidade?

E por fim, aquela remodelação de design das Ementas que pretende efetuar, a renovação do espaço com pequenos insights, ou mesmo tornar o espaço mais flexivel para o dia-a-dia.

Não é por estar encerrado, ou com a sua atividade diminuida através do Take-Away e Delivery que não tem trabalho acrescido nestas horas. Muito pode fazer e deverá fazê-lo pelo seu negócio, aproveitando infelizmente esta paragem.

Rita Araújo

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Confinamento/Indústria Hoteleira: Serão duas variáveis inversamente Proporcionais?

Face a Fronteiras fechadas, a circulação entre concelhos fechada, como se poderá este tão importante setor do Turismo Português se reinventar? Quando pensamos na Indústria Hoteleira, a nossa mente foca-se apenas em alojamento. Mas a indústria Hoteleira promove e atua em diversos mercados. Hotelaria, Restauração e Eventos (resumidamente).

Já parou para pensar, quanto o seu negócio representa na atividade dos seus Fornecedores? Um bom ponto de partida é criar sinergias e soluções que vão de encontro ao interesse de ambos.

Os seus Colaboradores, que de si dependem? Já realizou alguma sessão de brainstorming? O feedback e ideias inovadoras de quem trabalha dia-a-dia junto dos Clientes, poderá ajudá-lo!

Já pensou nas necessidades do seu Concelho e como pode ir de encontro às mesmas? A Hotelaria não se resume a outras regiões e experiências. Neste momento, poderá ser um apoio vital para diversas necessidades.

A restauração assume aqui também um papel imporatnte. Ninguém conhece os seus Cliente melhor do que o próprio negócio. Refeições em delivery, takeaway podem ser uma solução, aproveitando toda a qualidade da sua cozinha e preferência dos seus Clientes.

Os Eventos passaram a realizar-se através de plataformas digitais. Já acompanha esse desenvolvimento? O seu negócio acompanha a transformação digital?

Muitas são as questões que deixo no ar. Para que este setor, tão importante para a Economia Portuguesa se desmultiplique. Para que este setor acompanhe as mudanças e para que esteja realmente preparado para o futuro. Muito deste tempo poderá ser rentabilizado em análises estratégicas, indíces de popularidade e rentabilização. Muitas mais-valias poderão agora ser implementadas!! Sentimos isso no nosso dia-a-dia e como contribuímos para a Inovação, Estratégia e Planeamento neste setor!!!

Rita Araújo

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Palavras de Ordem: Resilência, Rentabilidade e Sustentabilidade

Em tempos tão conturbados como os que vivemos, com incerteza num futuro próximo, estas 3 palavras resumem a Estratégia do seu Negócio. Mas serão assim tão simples?

Resilência não significa continuar por um caminho que não tem meios para atingir o fim. Resilência significa no âmbito geral do seu negócio, que novos caminhos, oprtunidades e até desafios poderá alcançar. Trata-se de conhecer o seu Cliente e Potencial Cliente. Construir novos caminhos e pontes para chegar até eles. pensar “outbox”. Que serviços/produtos poderei entregar aos meus Clientes, dentro da área onde desenvolvo o meu negócio? Temos o exemplo de empresas de Eventos, que tentam através da experiência do Consumidor alavancar novos negócios com sucesso!

Rentabilidade, significa estudar novos meios de chegar ao Consumidor mas de forma a que os seus recursos se adaptem. O caso mais fulminante é o dos Restaurantes, onde temos recebido feedback. Apostaram no Delivery mas não contabilizaram os custos das Plataformas, que chegam a se exorbitantes. Não contabilizaram o custo das embalagens em delivery. E principalmente, no global, não ajustaram os racios de food cost a esta nova realidade. Fechar portas é solução, ou resilência e rentabilidade são a palavra-chave?

Sustentabilidade, significa que as mudanças que perconizar agora no seu negócio, irão ter rentabilidade e resilência futuros. Muitos dos empresários que contato, dizem-me que por agora sim, mas no futuro não poderemos manter estas condições… O seu projeto, o seu negócio terão de garantir uma sustentabilidade necessária nestes tempos ambíguos, de incerteza e também inovação.

Seja qual for o seu ramo, o seu negócio, não feche portas. Adapte-se às novas circustâncias, procurando se necessário parceiros que alavanquem a sua ideia, profissionais que o ajudem, mas não cruze braços. Segredo? Todos os temos, mas quem melhor para conhecer os seus Clientes do que a sua empresa ou negócio?

Rita Araújo

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2021, um Ponto de Viragem

A Rva Consulting nasceu no início da pandemia Covid19 em Portugal. Ficamos alarmados, enfrentamos esta demanda claro que cometemos erros, e acima de tudo… reconstruímo-nos!

Com parceiros empreendedores, Clientes que depositaram em nós a sua Confiança, desbravamos um percurso dificil, por vezes aterrorizante, mas sempre com mente aberta para evoluir. Não podiamos de forma alguma de deixar de alcançar as nossas próprias metas e objetivos a que nos propusemos mas acima de tudo, não desfraudar a Confiança em nós depositada.

Assim cresce a RVA Consulting. Não como desejariamos mas devagar, e sempre passo a passo em terra firme e sólida, e sempre coerente com os nossos valores. Nasce assim a LxBox, uma marca para abraçar o B2C, com valores de requinte, personalização, exclusividade e muita criatividade. Porque é através desta marca que recolhemos e entregamos emoções. Aqui sim, as emoções são a palavra-chave.

Tinhamos anunciado novidades para 2021! A RVA Consulting contará com uma equipa madura, dinâmica, ousada e multi-disciplinar vocacionada para Consultoria e Inovação em Marketing, englobando as áreas de Formação e Eventos Corporate. A ela se junta a equipa LxBox, vocacionada para promover eventos únicos, emoções fortes, promovendo os produtores e empresários portugueses. Porque a LxBox transmite emoções através dos cheiros, aromas, paisagens e sabores de Portugal. A ela se juntam os eventos B2C, e empresários portugueses, sempre com o melhor de Portugal!

Saudamos 2021 com esperança, alegria, emoções e sempre respeitando os Valores com que nos erguimos e que nos mantemos.

Um Próspero Ano Novo e que a magia e esperança, saúde e alegria, paz e harmonia, sejam o desfecho deste ano que se avizinha tão desafiante.

Um Próspero Ano Novo, com saúde, alegria, magia e emoções!

Rita Araújo

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O que é Mensurável, desafia a nossa intuição?

Hoje debatemo-nos com uma ciência de números e métricas. Realizamos apresentações bombásticas através da análise de números, variáveis e tendências. Mas serão essas análises faliveis?

Uma das questões que respondemos na RVA é sobre análises de Facebook, Instagram ou Linkedin. O target foi selecionado devidamente, mas as campanhas não funcionaram. Porquê?

Deixo-o a pensar… Tudo não passa de um algoritmo, análises de tendências, segmentação e apresentações brilhantes que hoje conseguimos fazer graças ás novas Apps. Mas no fim, não funcionou… Tem um palpite?

Porque nos cingimos a métricas e deixamos a emotividade de lado. Caimos no absurdo que uma campanha digital, however for planificada, se for, irá trazer resultados. Não podemos agir como máquinas, somos seres humanos. Muitas vezes os conteúdos, design, ou elaboração de conteúdo não correspondem ás tendências analiticas. E mais que tudo a estratégia de Campanha Digital nem sequer foi elaborada!

Num mercado onde a competitividade online atingiu o seu auge, não basta lançarmos uma campanha online para um grupo segmentado de pessoas. Porque são isso mesmo somos pessoas, e que merecemos um conteúdo personalizado e correspondente ás nossas necessidades, não baseado na cidade onde vivemos ou a nossa idade. É necessário olhar para os dados com audácia, com perspectiva e sobretudo com emoção e conhecimento do nosso target.

Análises de números e gráficos espantosos quase todos os fazemos… Campanhas bem sucedidas, é muito mais que isso! E estar online não significa sucesso… Ter uma presença online estratégicamente definida e planeada é que trará mais-valias.

Rita Araújo

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Mensagem de Boas Festas

Já quase no término de 2020, a preparar os alicerces de 2021, este é um tempo de reflexão, de agradecimentos, gratidão, amor e esperança no futuro.

Quando a RVA Consulting nasceu, nada antecipava o ano de 2020 que iriamos viver. Nada antecipava a chegada e permanência de um vírus, o número de mortes e infetados causados, bem como a separação de elos, de familiares, amigos e entes queridos. Nada antecipava a morte da minha avó, cujo amor e carinho permanece todos os dias no meu coração.

Mas aprendemos muito. Deixamo-nos de acomodar e tivemos que nos reiventar. Sei que teu colo e beijos minha avó não terei mais, mas o calor que permanece no meu coração fez-nos reiventar os só nossos sentimentos e amor. Assim como nas restante áreas da minha vida!

Aprendemos a ter horas para entrar e sair de casa, a trabalhar juntamente com os nossos filhos, a usar máscara no quotidiano e a vivermos cada vez mais isolados. Por um mecanismo instaurado, para nos proteger. Porque tal como a história nos demonstra, de tempos a tempos a humanidade sofre uma epidemia. E nunca estamos preparados. Mas temos a capacidade de nos reiventar, de não ficarmos de braços cruzados, ajudarmos o próximo e olharmos para o futuro.

É com o mais profundo pesar que vemos a economia global e setorial sofrer uma derradeira crise, sem prazos de encerramento. Vemos milhares de desempregados, situações familiares economicamente catastófricas. Como católica que sou, religião que escolhi entre muitas e que me fascinam, surge agora o tempo de celebrar! Celebrar a vida, o amor e a alegria de cada dia.

E celebrar também a RVA Consulting, que ofereceu gratuitamente 563 sessões de consultoria gratuíta e formou vários formandos. Agradecer a Confiança em nós depositada, pois graças aos nossos Clientes, permanecemos hoje aqui. E olhar para 2021 com esperança e fé, pois sabemos que com muitas mais organizações e empresas poderemos estabelecer uma relação de parceria e alargar esta jornada de conhecimento.

Um Bom Natal, um Próspero Ano Novo! Não deixem de sorrir e agradecer aquilo que temos e olhar para o futuro com esperança e amor. Cada ação que fazemos no nosso dia-a-dia tem repercussão no nosso futuro, e podemos sempre fazer mais e melhor!

Rita Araújo, fundadora RVA Consulting

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Como se Preparar para uma e-Apresentação?Tips&Tricks

Realizar uma apresentação, sem estar a visualizar a reação do público, pode-se tornar num desafio mais stressante do que podemos imaginar. Sabemos que o Moderno “Buyers Journay” trouxe um conceito de auto-educação, auto-busca: os consumidores buscam a informação sozinhos, sem ajuda de nenhuma marca ou entidade. Apenas quando tomam a decisão de compra, é que contatam o Departamento Comercial. Assim o tradicional Funil de Vendas tornou-se obsoleto, uma vez que não há um ciclo pré-definido, um diagrama mas sim uma Jornada irregular, que apenas poderemos controlar criando experiências e alimentando a sua sede. Os Webinars são uma fonte de conhecimento, cada vez mais utilizada: Apresentamos aqui alguns Conselhos gerais e adaptados a esta nova realidade.

Independentemente da plataforma utilizada, há 3 três requisitos essenciais: Ter uma boa conexão de internet, garantir que não tem ruído de fundo e que o sistema de som está perfeito e que a sua imagem é bem vísivel e não está cortada nem desfocada. Iremos aprofundar:

  1. Objetivo
  2. Caraterização da Audiência
  3. Plataforma a utilizar
  4. Ambiente
  5. Planificar e Desenhar a Apresentação
  6. Treinar e Testar

Objetivo:

Sempre falar sobre um tema, deverá ficar claro qual o objetivo da sua comunicação, de forma a que o conteúdo que irá preparar se enquadre no evento, ou no objetivo traçado.

Aumentar a notoriedade? Construir uma Relação de Confiança? Seja qual for o seu objetivo, não seja a solução, seja a pergunta, ou seja “Nós ajudamos, vai aprender algo, vou ajudá-lo, vou resolver os problemas por si”.

Não tente vender algo “Experts go deep, pretenders go wide and shallow”: Foque-se num tema específico e não num tema abrangente onde não poderá explorar o seu conhecimento, nem os seus interlocutores o testarem. Nunca promova produtos ou serviços. A audiência fará essa pergunta.

Que esperam os organizadores da apresentação/comunicação e que resultados esperam da audiência? (ou eu)

Caraterização da Audiência:

Os meios digitais alargam a audiência, uma vez que o evento se torna global e não local. Permite também sem deslocações, abranger um público mais numeroso e diversificado.

Graças à digitalização, é possível determinar as caraterísticas da audiência, se são novatos no tema ou especialistas. Deverá ter dados complementares no seu bloco de notas, de forma a poder às questões que possam surgir ou que sejam pertinentes, com dados concretos.

Por outro lado, se tiver audiência estrangeira, será recomendável que a sua apresentação tenha legendas noutra lingua, em Inglês, linguagem mais universal.

A quem vou dirigir a minha Comunicação?

Plataforma a Utilizar:

Deverá escolher a plataforma com a qual se identifica e se sente mais confortável, caso seja o organizador. Não deverá descurar de enviar antecipadamente o link aos participantes, de forma a que também eles, testem a conexão.

Caso seja convidado de um evento, deverá testar antecipadamente a plataforma, realizar os downloads se necessário e familiarizar-se com a ferramenta. Geralmente aqui torna-se mais simples, uma vez que durante a transmissão, a organização se encarregará de todos os detalhes técnicos.

A plataforma está a funcionar corretamente, antes do evento se iniciar?

Ambiente:

Deverá assegurar-se que escolhe um fundo sem distrações, estático e sem muitos elementos. Deverá também assegurar-se que não sofrerá nenhuma interrupção durante a apresentação.

O seu Visual deverá ser cuidado, mas simples, sem muitos adornos, de forma a não dispersar a comunicação.

A imagem a ser transmitida deverá pelo menos, contemplar os seus ombros. Para uma comunicação mais efetiva através da linguagem gestual, os seus antebraços deverão estar destapados.

As cores a utilizar deverão ser sóbrias, quer na vestimenta, quer nos adornos.

O que poderá causar distração à minha audiência?

Planificar e Desenhar a Apresentação:

É recomendável que o início da apresentação descreva os temas a abordar. A apresentação deverá ser esquemática do discurso que pretende transmitir e mais possível sucinta e assertiva.

Não exagere no tipo e formato dos carateres, utilize gráficos e esquemas sempre que possível e que melhor ilustrem o seu discurso.

Não se esqueça de ter consigo um suporte, para alguma questão que tenha que aprofundar mais, podendo inserir anexos no final da apresentação, o que tornará muito mais dinâmica a sua comunicação.

Que mensagem pretendo transmitir?

Treinar e Testar:

Peça ajuda a um familiar ou amigo e treine a sua apresentação. No dia da comunicação sentir-se-à mais descontraído e apto para falar para uma câmera. Por outro lado, sentir-se-à mais confortável com a plataforma.

Em facebook página Guia Digital, dirigido ao público em geral

Um Webinar ou uma Live têm muitas vantagens e uma delas é criar autoridade instantânea, aumentando assim a taxa de conversão. Estabeleça uma conexão com a audiência, construa uma causa um propósito.

Não tenha uma postura formal, mas sim uma postura verdadeira: Responda a questões dificeís, reconheça os seus erros, seja natural, criando assim uma relação emocional. Demonstre que não está a esconder informação, está a partilhar tudo que sabe, mas a partir daqui terão de o consultar. Tal como um teaser dum filme, crie a sua história!

O que posso melhorar?

Rita Araújo

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Leituras de Verão: Mas afinal, o que é que o uso de máscara condiciona a nossa actividade?

Todos nos habituamos a sair de casa, com as chaves, o laptop e a máscara. A máscara que tanto calor nos faz, infeções que surgem pelo seu uso prolongado, mas que são consequências geradas pelo um mal menor…. O COVID19.

Mesmo antes da DGS ter anunciado a obrigatoriedade de uso de máscaras em espaço público, eu já o fazia, embora criticada… A máscara é uma espécie de escudo, em que nos sentimos mais seguros e confiantes para ultrapassar o espaço delimitado pelo nosso lar.

Mas a máscara esconde um sorriso? Não de forma alguma! Sinto-o sempre que cumprimento uma pessoa ou me despeço, não fica escondido. Da mesma forma que numa chamada telefónica sem ver o interlocutor conseguimos identificar que ele está a sorrir, através de uma máscara muito mais, se sente esse sentimento.

A máscara e a imposição de 2 metros de segurança afeta o nosso dia-a-dia? Sim incondicionalmente… Somos Portugueses, gostamos de abraçar, de tocar, de beijar.. Mesmo nas situações de trabalho, gostamos de cumprimentar as pessoas, mostrar que estamos sem barreiras, para um acordo comercial ou encontro de equipas, somos portugueses, o afeto e tacto acompanha-nos.

Mas mesmo através de uma máscara, um cumprimento de cotovelos ou pés, não deixe de sorrir, de expressar as suas emoções, porque o interlocutor as sente e não são barradas por uma máscara. As suas emoções não são tapadas por um tecido que se enrola nas orelhas!!

A máscara apenas nos causa desconforto. Não afeta a nossa comunicação! Use-a, proteja-se e disfrute das suas férias com aqueles que mais ama, e trabalhe com a mesma paixão que o carateriza. Porque este adorno, deixa a descoberto tudo aquilo que sentimos. Não são os olhos o nosso espelho de alma???

Rita Araújo

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Normas COVID19: Auditoria

Durante a primeira fase de desconfinamento, vários espaços comerciais tiveram autorização para reabrir sob apertadas regras de segurança: entre elas conta-se a obrigatoriedade do uso de máscaras ou viseiras, para além da manutenção do devido distanciamento social e limitações à lotação dos espaços. O Ministério da Administração Interna informa, em comunicado, que foram encerrados 262 estabelecimentos e suspensas 51 actividades por incumprimento das normas definidas.

In Jornal Público, PÚBLICO 
15 de Maio de 2020, 17:49

Elaboramos uma auditoria específica de acordo com as suas necessidades, para ajudá-lo a monotorizar os requisitos exigidos. Esta monotorização pode ser feita simplesmente através do seu dispositivo móvel. Explicamos como se desenrola a auditoria e deixe nas nossas mãos apresentar-lhe uma solução chave-na-mão.

Observação

Através de uma equipa de auditores formados, o seu espaço será avaliado nos diferentes pontos de conformidade com a legislação em vigor. O relatório ficará disponível “just in time”.

Focus

Automaticamente são emitidos alertas através da nossa plataforma através um Plano de Ação das medidas a corrigir e implementar em determinado periodo de tempo.

Ação

Após a correção dos eventuais desvios e inserção no sistema da informação das medidas corretivas, o responsável encerra o Alerta.

Não tem a certeza do que necessita e a que custo este serviço é disponibilizado? Vai-se surpreender!!!!

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Em Julho, Portugal teve a maior queda percentual de toda a Europa, no número de registos de novas matrículas no setor de ligeiros

Em Portugal, o sector automóvel representa  19% do PIB, 25% do total das exportações de bens transacionáveis, 3,5% do emprego e 21% das receitas fiscais.

In ACAP, 16 Julho 2020

Não deixam de ser números preocupantes, refletidos em percentagens. Em Julho de 2020, o setor automóvel sofreu uma queda de 16,9% face ao período homólogo do mês anterior. Em acumulado, representa o mês de Julho uma quebra homóloga de 44,3%.

Este tem sido um dos setores mais afetados pelo COVID19. Desde logo, pelas últimas notícias da diminuição de Confiança dos Consumidores, pelas altas taxas de layoff que ainda representa e pela inércia de incentivos governamentais.

Todas as marcas têm apostado nos seus recursos, em planos de negócios estruturados e adaptados às novas exigencias de mercado. Mas a questão continua a surgir: Quando é que o Governo intervirá nas medidas de apoio já propostas pelo setor?

Boas férias a todos, fiquem bem e em segurança,

Rita Araújo

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A Saturação em nome da Era Digital

Deveria existir uma “Junk Box” para cada um dos utilizadores das redes sociais. Estamos cada vez mais a ser inundados com conteúdos sem interesse, promoção pessoal e descontextualizada. Inúmeramos alguns conteúdos irritáveis, num artigo de férias e com boa disposição.

Se cada operador de caixa editasse as vendas que registou, conseguiriamos ver o despropositado que se torna, cada vez que um Consultor Comercial efetua uma venda. O que pretende com esse anúncio? Transmitir segurança, ser um case study? Mas não se tem tempo para a publicar, é porque não efetua vendas suficientes…. Parece mais um aleluia, consegui!

Se o título de um artigo já promove a sua contextualização, porque então no campo de comentários, se faz um simples “copy paste” do título? O campo “comentários” serve para editar a sua opinião, ou anexar hashtags. Porquê a duplicação?

As minhas memórias…. Assistimos a um role de memórias de férias de há 1 ano, 2 anos, 3 anos…… As minhas memórias servem não para desgastar os amigos, mas sim para reviver eventos comuns a todos, como datas de celebração comum. Serve para nos lembrarmos de quem já aqui não está conosco, nessa data, nesse momento especial, e ouvirmos o consolo dos amigos virtuais. Serve para muita coisa, mas não para publicar um albúm de família!

Continuamos sem perceber as publicações de “pratos do dia”. Pretende-se publicitar o restaurante, publicitar o estilo de vida, ou simplesmente demonstrarmos que somos uns glutões? As recomendações entre amigos funcionam muito bem, quando vamos a um sítio que nos encantou. Mas pf, não queremos saber do menú doméstico de cada um!!!

Debrucemo-nos agora sobre “o lixo virtual”. Masterclass, Maratonas, e-books gratuítos, tudo em nome de promover conteúdo útil. A nossa conta virou um “spam” de informações, em nome da publicação de conteúdo, promovido pelas técnicas Inbound. Os e-mails enviados saturam a “Inbox”, apenas porque pretendiamos obter determinada e específica informação. Depois de não respondermos à primeira, à segunda, à terceira…..Não viramos uma lead fria???

Em nome de Portugal e da Covid19!!! São promovidos conteúdos radicalistas, sem contextualização, incentivando o sentimento de ódio e revolta. Para quê? Cada um de nós tem acesso à informação e não necessita de comentadores caseiros para expressarem estes sentimentos. Preferimos ouvir comentadores especialistas daquilo que falam, do que ouvir um discurso populista e ambíguo, de quem não tem sequer formação para o proferir. E esses comentadores especialistas sim, queremos “bloguear” com eles e expor as nossas questões.

Marketing Digital- a solução para a sua empresa! Anúncios com um design gráfico desprezível, com um texto sem fim, que segurança dá ao Cliente? É isto que quero para a minha empresa? Socorro!!!

Muitos mais exemplos poderiam ser inumerados. Partilhe conosco a sua experiência!!! Esperemos que se reviva com o artigo publicado, de uma forma divertida e que a RVA Consulting não se reviva num destes pontos que irá enumerar. Boas férias!

Rita Araújo

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O Regresso esperado dos aficionados de F1 ao GP de Portugal

Foram 24 anos sem disputa de provas para o campeonato de F1 em Portugal, mas este ano, 2020 poderá ser o início do fim de um ciclo.

O primeiro grande prémio de F1 disputado em Portugal foi em 14 de Agosto de 1958, no Circuito Urbano da Boavista.

Após a temporada de 1960, a F1 esteve afastada dos circuitos Portugueses, voltando em 21 Outubro de 1984 ao Circuito do Estoril. Assistimos a grandes pilotos como Ayrton Senna e Alan Prost a vencerem e a disputarem o Campeonato Mundial.

Em 22 de Setembro de 1996, a última corrida em solo português foi marcada pela vitória de Jacques Villeneuve, com domínio completo da equipa Williams. Em 1997, as melhorias exigidas para o Circuito do Estoril não ficaram prontas a tempo, pelo que a F1 se afastou de Portugal.

Agora em 2020, iremos receber uma prova do campeonato de Portugal, não no Estoril, mas no circuito de Portimão onde ocorrem diversas provas mundiais de diferentes modalidades. Teremos oportunidade de demonstrar o que melhor sabemos fazer em Portugal: Ser uns excelentes anfitriões! Teremos oportunidade que este evento conste na calendarização das provas mundiais de F1.

Numa altura em que o Turismo português atravessa uma das crises mais profundas, poderemos arrecadar com este evento, aberto apenas a cerca de 5.000 espetadores, 30 a 130 milhões de euros, sem contar o prestígio nacional.

Força Portugal, iremos demonstrar aquilo que tão bem sabemos fazer e que a calendarização do GP F1 em Portugal faça parte da calendarização de provas no futuro!!

Rita Araújo

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Curiosidades do Mundo Automóvel

A longa história deste setor, leva-nos à descoberta de inúmeras curiosidades e factos interessantes, desconhecidos por muitos amantes deste setor. Hoje apresentaremos apenas 10, de uma lista interminável.

  • Como todos sabem, foi Adolph Hitler quem implantou a fabricação do “carro do povo”, o conhecido VW Carocha. Mas o que poucos sabem é que o modelo, ironicamente, foi baseado no conceito de design produzido por um judeu, Josef Ganz.

  • Os primeiros carros construídos, eram guiados por alavancas, ao que chamariamos hoje de “joy stick”. Somente em 1894, o francês Alfred Vacheron. implementou no seu carro Panhard et Lavassor o protótipo de um volante. Esse volante foi aproveitado pela marca construtora e quatro anos depois todos os modelos eram já fabricados com volante.

  • O primeiro carro movido a gasolina foi fabricado pela Ford em 1893, com um custo mais baixo no mercado. Entre 1908 e 1927 venderam-se mais de 15 milhões de unidades, todos de cor preta! A explicação dada pela Ford foi que os pigmentos pretos eram mais baratos e secavam mais rápido, diminuindo assim o custo final do carro.

  • O logótipo da Audi representa a fusão de 4 marcas de fabricantes mais antigas da Alemanha, que decidiram juntar-se em 1932: Horch, DKW, Audi e Wanderer, dando origem à Auto Union, que fabricou modelos de competição, altamente tecnológicos para a época. Após a Segunda Grande Guerra, três das marcas associadas extinguiram-se e a Audi conservou o seu logótipo até aos dias de hoje.

  • A Volvo mudou a sua identidade em torno da segurança, uma vez que inventou um dos dispositivos de segurança mais importantes (Eng. Nils Bohlin): o cinto de segurança de três pontos. Consiste na combinação de um cinto diagnonal, com outro horizontal, que forma um “V” e se prende a um ponto de fixação baixo, disposto na lateral do banco. A Volvo disponibilizou gratuitamente este sispositivo a todos os fabricantes de automóveis, com o intuíto de primar universalmente pela segurança, independentemente da marca do automóvel dos ocupantes.

  • A matrícula de um veículo, mais cara do mundo é composta apenas pelo dígito “1”. Foi vendida num leilão especial nos Emirados Árabes Unidos, em 16 Fevereiro de 2008, a Saeed Abdul Ghaffar Khouri, por cerca de 14,2 milhões de dólares.

  • O carro mais vendido no mundo é o Toyota Corolla com cerca de 40 milhões de unidades vendidas , contemplando todos os seus diferentes modelos e versões.

  • Quem foi fabricado primeiro: a moto ou o carro? Em termos de veículo motorizado, a moto é provavelmente mais antiga, pois resultou na tentativa de colocar um motor numa bicicleta, como foi o exemplo da Michaux-Perreaux, de 1867. No entanto, em termos de motor de combustão, a moto surge mais tarde, tendo aparecido apenas em 1894 com o modelo Hildebrand & Wolfmüller.

  • Em Outubro de 1946, o primeiro Grande Salão de Paris dá a conhecer ao mundo o famoso 4cv da Renault, mas tinha sido um projeto anteriormente vetado pela Renault. Durante a II Guerra Mundial, com as fábricas obrigadas a dedicarem-se ao fabrico de material militar, Fernand Picard e Edmond Serre planeiam em segredo um automóvel compacto de cariz familiar, ocultando o plano de tal forma que nem o próprio patrão, Louis Renault, tinha ainda conhecimento do projecto, então designado 106. Assim que toma conhecimento não se opõe à ideia e em setembro de 1943 o projeto é ensaiado pela primeira vez, mas é vetado pela Renault, continuando assim o projeto defendido pelos seus autores a ser desenvolvido clandestinamente. Só após a nacionalização da empresa, após a segunda guerra mundial é que a chegada de um novo presidente, Pierre Lefaucheux, faz com que a Renault aposte no projeto, tornando-o num caso de sucesso.

  • O termo cavalos de potência foi inventado pelo engenheiro escocês James Watt, que viveu entre 1736-1819, sendo famoso por seu trabalho em melhorar o desempenho dos motores a vapor. Seu nome também batizou a unidade watts de potência do Sistema Internacional como uma homenagem décadas após o seu falecimento. Em 1781 Watt concebeu uma máquina a vapor com o rigor de construção para ser comercializada e útil. No entanto ele necessitava de comunicar as vantagens da sua máquina, compreensível para muitos apenas com a força de um cavalo, utilizada para todo o tipo de trabalhos. Com base nas suas pesquisas, de força de tração de um cavalo, Watt estabeleceu que um cavalo-vapor equivaleria a 33 000 libras-pés por minuto.

Rita Araújo

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Novos Insights Curso “De Vendedor a Consultor Comercial”: Como está a alimentar os seus Influenciadores?

Após o fecho de um novo contrato de venda, como gerencia a relação com este novo Cliente? Qual a sua relação atual com Clientes que consigo, Consultor Comercial fecharam um negócio, independentemente das ações de marketing levadas a cabo pela marca?

Uma arma poderosa que o sector automóvel conta é o after sales, não disponível em muitos mercados. No entanto, a responsabilização de Fidelização continua a ser encaminhada para o Marketing e para o After Sales neste mercado, afastando a responsabilidade das Vendas… Quando todos, têm de trabalhar juntos, com ações planeadas e concertadas!

Embora o Marketing seja responsável pelos Influenciadores de Marca, cabe às Vendas gerir os Influenciadores Tipo. São Influenciadores em escala reduzida, que nem sempre geram vendas imediatas, mas que aproximam o Consumidor Final à Marca, de uma forma natural e muito mais credível. Trata-se de uma relação de longo prazo, baseada na Confiança.

Como assegurar então a Fidelização de Clientes? Através de informação personalizada a cada um deles. A título de exemplo, se um Cliente adquiriu um Plug In, mantê-lo informado sobre as estações de re-abastecimento e respetivos custos, alertá-lo para a próxima manutenção, mantê-lo atualizado sobre os novos insights neste setor, etc. Importa aqui distinguir o conceito de Cliente Fiel e de Influenciador. Um Cliente Fiel poderá repetir a compra de um produto de determinada marca, mas está a aberto a ponderar a mudança de marca. Um Influenciador é fiel a uma marca e ponderará alterar a sua escolha de marca. Um Influenciador é um Cliente Fiel, um Cliente Fiel poderá não ser um Influenciador.

A Fidelização de Clientes deverá ser mensurada e aplicável ao tempo útil de trabalho diário de cada Consultor de Vendas. Porque é neles, que a comunicação Marca/Consumidor se mantém. E a responsabilização desse vinculo estabelecido a longo prazo através da Confiança/Segurança. deverá ser articulada com o Departamento de Marketing, After Sales e assegurada pelo Sales Manager.

Curioso? Confuso? O Curso ” De Vendedor a Consultor Comercial” abordará esta e outras questões em pormenor…. Ready for lauchment?

Rita Araújo

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Os desafios de Catalogar peças auto on line

Todos os fabricantes e comerciantes de peças, enfrentam este desafio. O online tronou-se um canal indispensável de comunicação e comercialização. Mas por onde começar?

As peças poderão ser promovidas através de sites comuns como StandVirtual ou OLX, que detém grande visibilade, em sintonia com o website próprio do fabicante/Comerciante. Mas não passa apenas por “descarregar” um catálogo nos sites partilhados. É necessário perceber quais as peças mais requeridas, bem como, adequar a estratégia de acordo com objetivos internos da própria empresa, mensurando os resultados obtidos.

No entanto, as informações e a tipologia de anúncio terão de ser claras e objetivas, de forma a que o Consumidor final não tenha dúvidas sobre o artigo a comprar. Isto passa por uma catolagoção efetiva e não apenas uma ficha de produto comum, sem especificações. Neste setor, as especificações são obrigatórias! Passa também por um sistema de catolagação compreensível para o Consumidor, dividido por Marca, Categorias e Sub-categorias, de forma a que a busca resulte num contato fácil e simples e a compra num processo rápido e agradável.

Princípios básicos:

Marca

Categorias e Sub Categorias

Foto, Descrição Geral e Especificações

Preço

Na RVA Consulting terá à sua disposição os melhores especialistas de mercado, que o ajudarão a obter a melhor solução para o seu negócio, aconselhando e sugerindo as melhores soluções personalizadas. Também poderá obter um serviço dedicado ao seu negócio, com custos que o irão surpreender. Contate-nos! Estamos à sua disposição!

Rita Araújo

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Afinal, que perfil de colaboradores procuram as empresas?

Let´s find the way!

Todos sabemos que o mercado de trabalho em Portugal está instável e o que hoje damos como certo, amanhã poderá não ser em termos laborais. A economia portuguesa enfrenta e enfrentará um dos maiores desafios futuros e, apesar dos sucessivos apoios estatais em diversas áreas, os tempos que se avizinham não serão fáceis. E uma questão permanece no ar: Que perfil de colaboradores procuram neste momento as empresas portuguesas?

Num destes dias, um Engº qualificado e com vasta experiência, comentava comigo que o seu ordenado era inferior ao praticado em colocações semelhantes, devido à sua idade cerca de 50 anos…. Mas a experiência e respetivo percurso profissional não conta? A idade é um marco?

Cada vez mais, surgem no mercado de trabalho pessoas qualificadas, com vasta experiência, que poderá ser aproveitada até em diferentes setores, numa óptica de “open mind and adapt to my business the best pratices,” mas que são postas de lado devido à idade ou então muitos candidatos recebem a resposta : “Tem qualificações a mais para esta posição”…

Um candidato, com “qualificações a mais” não estará super motivado para desempenhar bem as suas funções e crescer dentro da empresa, ao invés de ser visto como uma ameaça desmotivacional? Como são então analisados os CV, onde todos partiram de estágios e empregos temporários e evoluiram nas suas carreiras? Estavam desmotivados??

A idade de reforma continua a aumentar, mas cada vez mais surge o desemprego de longa duração de profissionais qualificados e que as empresas ao contrarem-los, beneficiam de um apoio substancial do IEFP nos custos do colaborador. Por outro lado o layoff e cortes substanciais nos ordenados com recurso a diminuição de horas de trabalho ( apenas no contrato!) e diminuição das remunerações variáveis, lançam no mercado de trabalho profissionais com aptidão, experiência e qualificações para serem uma excelente opção de contratação.

Pensemos então que as empresas buscam profissionais com idade mais jovem, sem vícios ou muita experiência profissional. Como justificar a notícia ontem avançada nos canais TV que divulgavam um estudo efetuado em Portugal e a percentagem de jovens até aos 34 anos que ainda permaneciam em casa dos pais???

Na RVA Consulting, procuramos diversificação, experiências e percursos profissionais diferentes que nos desafiem e nos façam ir mais longe, na qualidade do nosso trabalho perante os nossos Clientes. Procuramos também pessoas sem experiência, que queiram enriquecer o seu currículo apostando na formação profissional e confiando na nossa experiência para o realizar. Estaremos assim tão errados???

Rita Araújo

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Autonomia dos Veículos Eléctricos

O maior peso na decisão de compra de um Veículo Eléctrico é a base de quilometragem diária e tipo de percurso, bem como o número de postos de abastecimento disponiveis nos trajetos habituais. Ao analizar o mercado verificamos que preço significa autonomia, ou seja, os veículos mais caros têm um nível de autonomia maior.

Mas se utiliza o veículo num percurso citadino, os veículos eléctricos com um custo mais baixo são uma excelente opção, representando uma poupança substancial.

Quais as diferenças entre as diferentes opções e qual se encaixa no seu perfil?

Híbrido Convencional

Fonte de Energia: Combustível+ Travagem regenerativa

Autonomia: 400 a 700kms-combustível

Plug-In

Fonte de Energia: Combustível + Rede Elétrica + Travagem regenerativa

Autonomia: Bateria: 30 a 120kms; 400 a 700kms-combustível

Veículo Eléctrico a bateria

Fonte Energia: Eléctrico

Autonomia: 100 a 400 kms bateria

Veículo Eléctrico a Célula de Combustível (Hidrogéneo)

Fonte Energia: Eléctrico+Travagem Regenerativa

Autonomia: 320 a 600 kms, mas não dispensa a recarga de hidrogéneo, onde a rede de abastecimento ainda é restritiva em Portugal

As vantagens de aquisição deste tipo de veículos prende-se desde logo pela proteção do meio ambiente e pela aposta dos construtores neste segmento, transformando assim a compra, numa aposta de futuro. Os baixos custos de manutenção associados a baixos níveis de consumo, refletem desde já, toda a tecnologia investida e na aposta de mercado dos construtores. Todos sabemos que os veículos a combustível fóssil e muito particularmente os veículos a diesel sofreram restrições apuradas de circulação nos próximos anos.

Informe-se e escolha a opção mais acertada para si!

Rita Araújo

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Nuvem negra no Mercado Europeu de Comércio de Automóveis ainda não passou

As vendas no setor automóvel na UE+FTA+UK teve um decréscimo médio de -57% em Maio, comparativamente ao mesmo período do ano anterior, não poupando nenhum país. Os valores variaram entre -29% no Chipre a -76% na Croácia ( -89% no Reino Unido). Matricularam-se menos quase 3 milhões de viaturas, nos primeiros 5 meses do ano.

Face a esta “nuvem negra”, nas últimas semanas França aprovou um plano de apoio de 8 biliões de euros, para a acelaração do setor e incentivo à transição para veículos eléctricos e autónomos, e a Alemanha um plano de apoio de 4,5 biliões de euros. Em Espanha, onde as concessões reabriram a 11 de Maio, o governo acaba de apresentar um plano de apoio de 3,75 biliões de euros (enquanto que no Reino Unido os detalhes do programa do Governo estão a ser discutidos). Itália e Portugal permanecem em silêncio…

De acordo com os dados divulgados ontem pela ACEA, em Maio os registos de carros novos na área da UE+EFTA+UK totalizaram 623.812 unidades, em comparação com 1.444.173 em Maio de 2019. Em acumulado, o mercado cai -43%, nos primeiros 5 meses do ano.

No entanto, em todos os principais mercados, aumenta a venda do número de viaturas elétricas, Plug In e Híbridas, em parte explicada pelas medidas governamentais establecidas de incentivo à compra deste tipo de viaturas: Em França até é estimulada a compra de usados e na Alemanha a aquisição deste tipo de viaturas beneficiam de uma redução de 6 meses de pagamento de IVA (16% standart), e o investimento ao consumo por parte do estado cifra-se nos 20 biliões de euros. Não é de espantar que a Alemanha, que abriu as suas concessões em finais de Abril, apresente apenas um decréscimo de -35% acumulado nos primeiros 5 meses de 2020, face ao período homólogo de 2019. Por outro lado, a Alemanha começou já há algum tempo através de investimentos públicos substanciais, o caminho da transição energética, possuindo hoje uma ampla rede de pontos de recarregamento público. No entanto Maio representou para este país, o segundo pior resultado desde 1991.

Os principais motivos apontados para a grave crise da indústria automotiva, transversal a todos os países, apesar da abertura das concessões são:

  • A diminuição do poder de Compra dos consumidores particulares, prejudicado pelo desemprego e lay-off e a própria insegurança da manutenção dos postos de trabalho;
  • Não renovação de frotas, por políticas de investimento congeladas nas empresas, prejudicando o mercado fleet e venda de pesados;
  • A grave crise no setor de Turismo, com repercussão direta no renting e buyback.

Observando o panorama por TOP10 de marcas e por registo de matriculas ( EU+EFTA+UK):

%Share May 2020%Share Jan-May 2020vs
VW Group25,0%26,5%
PSA Group15,7%15,7%
Renault Group11,9%10,4%
Hyundai Group6,8%7,1%
BMW Group6,2%6,6%
FCA Group7,4%6,4%
Daimler6,2%5,8%
Toyota Group5,4%5,8%
Ford5,1%4,8%
Nissan1,7%2,3%

Estando este setor a atravessar uma das maiores crises históricas, torna-se imperativo que os governos o apoiem nesta fase. Medidas como incentivo ao abate, isenção de IUC das viaturas em stock, diminuição do IVA, etc… são um pacote de medidas que permitem a renovação da frota por parte das empresas e particulares (estes últimos representam cerca de 20% das vendas em Portugal de viaturas novas), sustentabilidade do meio ambiente e compromisso das reduções de CO2, já acordadas.

Estas medidas, são fundamentais para o setor, com renovação de frotas quer no mercado empresarial, quer no mercado de transportes, quando o setor de turismo irá continuar também, sob “uma nuvem negra”. A percentagem de trabalhadores em Layoff neste sector, embora não tenhamos números confirmados, segundo as últimas declarações da ACAP, estima-se que seja similar ao do setor de Hotelaria e Restauração.

Rita Araújo

Fontes: Jornal Económico, UNRAE, ACEA, ACAP

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Auditorias à distância…..

Fui recentemente questionada se realizava auditorias à distância! O primeiro pensamento que me ocorreu é que todas as auditorias são realizadas à distância, uma vez que independentemente da auditoria, o auditor insere “just in time “dados, informação, comentários e observações, documentação e fotos através de um dispositivo móvel (tablet ou telefone), ligado à nossa plataforma…

A questão não se colocava pela distância, mas sim quem realizava a auditoria. Um colaborador nomeado por cada Concessionário, neste caso particular, ao invés de um auditor independente, visando assim a diminuição de custos.

Sendo uma auditoria por definição :

“Fiscalização da legalidade ou da conformidade de uma actividade, de um serviço, de um sistema, de um processo, etc.
“auditoria”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/auditoria

terá de ser levada a cabo por um agente externo. Ao ser efetuada por um Colaborador do Auditado, com as mesmas capacidades de aceder a uma plataforma através de dispositivos móveis que um Auditor, passamos a falar de um Report e não de uma Auditoria.

Tudo depende do objetivo final!!! Pretende uma Auditoria ou um Report? Temos ambas as soluções na RVA Consulting!!!!

https://rvaconsulting/contatos

Rita Araújo

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Auditorias de Stocks Mercado Automóvel: Um problema com solução RVA Consulting com um baixo custo

Lançamos o novo Serviço RVA Consulting- Auditorias de Stock Mercado Automóvel!

Através de um programa fixo anual e adaptado às suas necessidades, poderá obter os resultados das suas auditorias de stock realizadas por experts formados no setor, com custos mensais fixos sem surpresas ou encargos adicionais.

Para isso formulamos dois pacotes distintos, Basic e Advanced, onde poderá escolher os serviços necessários para as suas necessidades. O preço, baseado numa avença mensal, não será variável, e suportará os custos de auditoria acordados, sem oscilações no valor mensal, sem surpresas! O valor acordado dependerá do número de VINs estimados a auditar anualmente, pelo que, não dispensará uma avaliação prévia das suas necessidades, histórico e adaptação do plano a acordar segundo as mesmas.

Desta forma não terá surpresas nos seus custos, obterá auditorias realizadas por experts com a qualidade garantida que deseja e uma avença mensal fixa, livre de surpresas independentemente dos VINs a auditar mensalmente.

Para mais informação contate-nos diretamente através do site https//rvaconsulting.pt/contatos, ou através dos contatos habituais:

Telefone: 210 181 456

Móvel: 961336426

email: rita.araujo@rvaconsulting.pt

Sediados em Lisboa estamos sempre em contato direto, através de um simples click!

Rita Araújo

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Vendas de Viaturas Usadas: A tempestade já passou?

Este setor está a recuperar após o descofinamento e reabertura de mercado. O mercado de usados em particular, sempre foi dependente das vendas digitais em cerca de 60% do processo de Venda e por isso, a sua recuperação está a ser mais rápida do que o da venda de viaturas novas. Por outro lado, o excesso de viaturas em stock “o kms” alimenta o setor, mas com descida de preços?

Ontem assistimos a um Webinar do Stand Virtual (publicado no YouTube), com a qualidade com que já nos habituou e onde a ACAP divulgou os números de vendas de Maio, onde nos seus primeiros dias, a reabertura das Concessões reiniciaram a sua atividade.

A nível das viaturas novas, enfrentamos um decréscimo de vendas em Portugal, de 71,6% em Maio, nas vendas de viaturas novas ligeiros e comerciais ligeiros novos, relativamente ao mesmo período do ano passado. É também de registar que, dependendo o setor de venda de viaturas novas entre 27% a 28% de rent a car, os números de venda de automóveis novos reflete esta realidade.

São valores que já refletem alguma atividade, não os níveis de atividade que todos desejavamos, mas que era espectável. No entanto, na Europa de Leste, onde o mercado abriu primeiro, os números registados foram menos significativos.

No mercado de usados, e segundo a mesma fonte, o interesse e número de contatos atingiram os níveis pré-confinamento. O que é um óptimo indicador! O nível médio de preços aumentou devido a:

No mercado de usados, e segundo a mesma fonte, o interesse e número de contatos atingiram os níveis pré-confinamento. O que é um óptimo indicador! O nível médio de preços aumentou ligeiramente, devido a:

1º Quantidade de viaturas semi-novas em stock no mercado;

2º Se até então, pautavam as vendas de viaturas abaixo de 10.000€, neste momento estas viaturas apresentam alguma ruptura, levando ao aumento da média devido ao valor mínimo de compra.

Muitos são os desafios que enfrentará este sector, e nos usados em particular a aposta passará pelo escoamento de “buy backs” e semi-novos… Desde logo, a curto prazo devido à diminuição de buy backs futuros, fruto da diminuição do Turismo e consequente rent-a-car.

Por outro lado, com a abertura também dos mercados europeus, onde por exemplo França reabriu agora e apresenta uma queda na ordem dos 95%, será que não poderemos ser “invadidos” com preços mais baixos de importação do mercado internacional, no setor de usados???

A politica de Apoio ao Abate, que já foi aprovada em anos transatos pelo Governo, continua agora em Junho “em cima da mesa”, tal como apoios na redução do IVA. A isenção de IUC para as viaturas em stock já foi reprovado. O Layoff no setor automóvel ainda espelha valores elevados, alcançando praticamente os valores de Hotelaria e Restauração, e é necessário algum apoio governamental, em todo o setor automóvel, de forma a restabelecer confiança e isentivo para a aquisição neste momento de uma viatura, e restablecimento financeiro de todos os encargos suportados pelas marcas e concessões.

Rita Araújo

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Tempos de (Des)Confiança

A economia abriu, mas tende a ser Resilente… É muito difícil depois de tudo que temos vindo a experienciar, em que uma máscara nos acompanha no dia a dia, bem como o desinfetante de mão e em que lutamos entre a vida e a morte no nosso agregado familiar e entes queridos, que possamos dizer que tudo voltou à normalidade, após o descofinamento do COVID19.

Não voltou… Por exemplo, o setor do turismo já não contribui para o PIB nas taxas devidas, com ele arrasta o setor de rent-a-car, com o exemplo da Hertz nos Estados Unidos e porque, afeta todos os setores da economia, na globalidade.

A taxa de desemprego e lay-off cresce todos os dias no nosso país, abafado por estatísticas de infeção de Covid19 satisfatórias!

Aguardamos os apoios do Estado em todos os setores, bem como a revogação de medidas propostas na UE.

O setor automóvel não é exepção! Antes pelo contrário. Tem de se re-inventar entre campanhas e compras digitais e compras emotivas. Tem de se re-inventar nas plataformas outrora tão discutidas, na multiplicação de skills e funções de Consultores Comerciais, muitos deles sem formação específica, num breve e curto espaço de tempo.

E mesmo assim… Os Consumidores querem Comprar?

O investimento na Compra de um bem, com um custo significativo, independentemente da modalidade de compra e financiamento, não está de todo na lista de prioridades da maioria dos agregados familiares. A incerteza relativamente ao desemprego, ao rendimento anual total que contempla prémios pagos e comissões, devido ao desacelaramento da economia, fazem os Portugueses prioritizar os seus investimentos.

Numa sondagem levada a cabo pela RVA Consulting, questionamos os inquiridos se tinham intenção ou desejo de adquirir uma nova viatura. Obtivemos 230 respostas, em que os inquiridos responderam:

Quando colocamos em cima da mesa, a Cobertura da Prestação Mensal face a desemprego futuro, verificamos que os dados, estatisticamente mudam. Os Portugueses, tal como toda a população Mundial, estão desconfiados, ou melhor, confinados:

Apesar da vertente digital ser um meio já delineado pelas Marcas há muito tempo, e posto em ação num curto espaço de tempo, não esconde a emotividade de após a aquisição de um veículo, colocarmos a família “lá dentro” e alegria de todos disfrutarmos a nova aquisição, num passeio de breves kms! Quem não faz isso????

A era digital não esconde também, os desafios APV que se avizinham após o “boom” de vendas de veículos a diesel em anos transatos.

A re-invenção, resilência e inovação são a palavra-chave! Este setor tem a oportunidade não de se re-inventar, mas por em prática os programas e ações já outrora delineados! Este setor é feito de história de sucesso nos momentos conturbados das economias globais!

Conte conosco, com a nossa experiência e dedicação!!!

Rita Araújo

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Intenção ou desejo de adquirir um veículo novo

Estamos a realizar um breve inquérito, com apenas duas questões de escolha múltipla. Este inquérito é anónimo e pedimos que responda com a maior sinceridade.

Obrigado pela sua Colaboração,

Rita Araújo

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Num processo de Venda Emotivo, como ultrapassar a barreira de 2 metros e uso de máscara?

Num processo de Venda Emotivo, como ultrapassar a barreira de 2 metros e uso de máscara?

Tenho falado com diversos Consultores Comerciais que me colocam esta questão. Embora não tivesse uma resposta imediata, não foi por isso que não fomos em busca de soluções e falamos com especialistas…

Toda a nossa comunicação como ser humano, não se prende com expressões faciais. Embora importantes e num Consultor Comercial esta skill esteja amplamente desenvolvida, a nossa forma humana de comunicar é surpreendente.

Desde logo pela captação do olhar! Se estamos a ser interessantes, o interlocutor apenas desviará o olhar para o que nós apontarmos.

Falamos já de mais dois sentidos: a comunicação gestual e a comunicação oral. Um discurso monocórdico não capta a atenção de ninguém, ao invés, de um discurso fluído, com várias entoações. Somos mais enfusivos quando falamos de determinado benefício para o Cliente e menos efusivos quando se trata de alguma questão ou ponto que requer a nossa seriedade. Somos efusivos quando gostamos e somos apaixonados pela informação que estamos a transmitir e menos efusivos quando não estamos tão seguros do que transmitimos.

A comunicação gestual é desde logo um fator muito importante na comunicação. Transmite as nossas sensações e emotividade, embora por vezes pensemos que não. Transmite a captação do interlocutor ou seu afastamento por não nos sentirmos tão cómodos no nosso discurso. O velho exemplo de nos encostarmos para trás na cadeira ou por sua vez, endireitarmos o corpo para a frente, é um clássico de análise comportamental.

Não entrando em detalhes, no atendimento ao público é fulcral que capte a atenção do interlocutor. Essa atenção é conquistada por uma forma equilibrada e sustentada de comunicarmos e não é afastada por uma máscara. Será se para si a máscara for encarada desde logo como um obstáculo de comunicação. O Consumidor por sua vez, já se habituou a estes novos hábitos, e para ele essa barreira não existe, antes pelo contrário, apenas transmite segurança.

Se o seu interlocutor não se pode aproximar de si mais de 2 metros, porque não aumentar o canal de comunicação através de écrans de maior dimensão e de um espaço privado e confortável? Porque não enviar toda a informação por e-mail em tempo real ao seu Cliente, ao invés de esperar mais uns minutos? Porque não debater na hora a sua Proposta integrada de valor?

Encontramos na nossa pesquisa, este interlocutor divertido, André Buric, que de uma forma fluída nos ajuda a Comunicar: http://neuropersuasao.com.br/. Além de Cursos gratuítos tem também alguns vídeos no youtube que em nada são maçadores, nem com uma linguagem muito técnica.

As barreiras físicas são transponíveis. Não deixamos de sorrir ao entrar numa loja e cumprimentar os Colaboradores. E eles não sentem esse afeto? Claro que sim!!

Rita Araújo

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Sector Automóvel: How to jump out the Box??

Sector Automóvel: How to jump out the Box??

É difícil escrever no geral, sem um diagnóstico personalizado de cada marca e realidade, mas haverá pontos em comum em que cada uma das Marcas se revém e outras noutros….. Cabe-nos a nós, sem nenhum contrato com uma marca específica , nesta nossa fase de introdução e reconhecimento no mercado, ajudar este sector! Acima de tudo inspirar, nesta fase particularmente difícil para todos.

Sair da Caixa, da zona de Conforto, são palavras e inúmeros cursos e formações a que temos assistido e participado na nossa carreira profissional. É um cliché, mas depois do entusiasmo da formação, muitas vezes ficam palavras e apontamentos no fundo do mar…..Mas que as marés teimam em levantar!

Se analisarmos o Funil de Vendas típico, todos sabemos e sem entrar em pormenores, que a equipa de Marketing esforça-se por angariar novas Leads e a Equipa Comercial em finalizar o processo subsequente. Mas quantas oportunidades não são desperdiçadas durante este processo? Cada vez mais a equipa Comercial e de Marketing têm de trabalhar numa plataforma comum, obrigando à adopção de um CRM eficaz, eficiente e produtivo e de procedimentos internos e de comunicação que em grande parte das marcas terão de ser revistos. Uma oportunidade desperdiçada em cada etapa do funil de vendas, é primordial para que outra marca mais eficiente capte o potencial Cliente.

Revejamos o Funil de Vendas, e para cada etapa, deixaremos as nossas sugestões e opiniões:

Atrair visitantes a um Concessionário, neste momento constitui um desafio! Provavelmente não serão as imagens de veículos publicados nas redes sociais que atraem os visitantes, mas sim e nunca nos esqueçamos que a Compra de um Veículo tem uma enorme componente emotiva, e damos como exemplo ouvir o som de um motor em determinado segmento, ou ouvir o silêncio do mesmo, noutro segmento distinto, fará toda a diferença e ambos apelam aos sentidos emotivos do público.

A comunicação terá de ser elaborada com base numa Estratégia definida e seu Planeamento Cronogrado e mensurado de forma a corrigir eventuais discrepâncias com o esperado. Por outro lado, não nos debruçando apenas nos meios digitais, as marcas poderão apostar na requisição de materiais /produtos internacionais, que habitualmente se destinam a grandes feiras e exposições ou mesmo a grandes eventos desportivos, agora cancelados, como atrativo de visita a uma Concessão através de uma Comunicação efetiva através das redes sociais, que gerará certamente mais Leads. A aposta nos apaixonados por este sector, certamente terá resultados positivos.

Relembramos ainda que os eventos, estão abrangidos pela regulamentação da ACAP, pelo que, a serem realizados, terão de cumprir todas as normas de segurança, e proporcionarão sem dúvida, momentos de contato entre a equipa Comercial e os Visitantes.

Por outro lado, a realidade virtual é já comum em muitas plataformas e não está a ser valorizada, de forma alguma neste sector, a nível das Concessões. Conduzir um veículo específico, num Concessionário, nesta realidade não é atrativo? As normas de higienização não constituem nenhum obstáculo… 

E ainda, a simples ofertade um Kit de desinfestação do veículo do Potencial Cliente, ou a própria desinfestação da viatura pelo Concessionário durante a realização da visita, não constuirá um atrativo??

Equipa Comercial, agora é convosco! A Gestão de Leads terá de ser efetiva e continuada. Enviar um e-mail a um potencial Cliente a dizer “Olá” e nunca mais entrar em contato com ele, não é uma Gestão efetiva de Leads. É necessário acrescentar conteúdo, alimentá-lo, criar interesse e captá-lo! E é aqui que uma vez mais, a integração com a equipa de Marketing só poderá ser uma mais-valia! A equipa de Marketing poderá contribuir com o auxílio a materiais padronizados e desenvolvidos, e que a equipa de Vendas poderá personalizar a cada um dos potenciais Clientes.

De acordo com um estudo publicado pelo Car Buyer Journey 2018, 60% do tempo despendido por um Consumidor que petende adquirir uma viatura nova é Online. Portanto, se o consumidor decidiu avançar para uma visita a um Concessionário, a oportunidade não pode de modo algum ser desperdiçada.

Tenho ouvido relatos sobre o afastamento obrigatório de 2 metros e a utilização de máscaras, que dificultam a transmissão da mensagem e emotividade. A aquisição de uma viatura nova é emotiva, e por isso tantos aficionados existem neste sector. Mas pensemos num exemplo: prático: Quando antes do Covid19 viamos um ente querido num espetáculo, sem condições de o abraçar senão o contato à distância, esse ente querido ou nós deixamos de sentir que estávamos felizes por o ver? O mesmo se passa com as novas restrições! Todos os consumidores que visitam um Concessionário estão habituados a esperar numa fila para entrar num supermercado , utilizar uma máscara para andar na rua e não é por isso, que não cumprimentam a pessoa de caixa e lhe desejam o resto de um dia feliz. A máscara não esconde as nossa forma de comunicar, o nosso sorriso. Não nota quando uma pessoa ao telefone está a sorrir ou por outro lado está angustiada? As nossas expressões faciais são apenas uma forma de comunicar. A elas acrescem a nossa forma de falar, a entoação de voz, os gestos, o sorriso, a emoção… Nada disto é perdido através duma máscara, uma viseira, ou uma barreira física!

Aqui a palavra chave é ESCUTAR ao invés de ouvir. Se através de um diagnóstico adequado souber quais as reais necessidades do Consumidor e conseguir transmitir os benefícios do seu produto para a superação das mesmas, o Fecho está conseguido.

Os Simuladores poderão proporcionar uma experiência inesquecível ao Consumidor, quando projetado em grandes écrans. Mas não deixe de descurar a planificação da visita, uma configuração de por exemplo interiores brancos e depois informar o Potencial Cliente que para isso, uma vez que não tem em stock, terá de esperar um tempo inderteminado. Planificação e Agendamento!!!

A Proposta Comercial por sua vez deverá ser valorizada e não transmitida num valor final. Ou seja, não se trata de uma competição de preço mas sim, de a melhor Proposta ao Cliente X face à globalidade das suas necessidades. Isto implica a valorização de descontos, valor de retoma, garantias, contratos de manutenção….O valor final não é um número mas sim, uma proposta agregada! E porque não discuti-la num écran de grandes dimensões, uma vez que o distanciamento não permite que o discuta numa versão impressa? Escute o Cliente, elabore um diagnóstico das suas necessidades e elabore uma proposta comercial e de financiamento que excedam as suas expectativas.

Ao Escutar as necessidades dos Clientes, poderá também preencher as suas necessidades e sua realidade socio-económica através de uma proposta de financiamento adequada e personalizada e não através de uma solução geral já pré-configurada na Proposta Comercial. Se necessário e de acordo com a estrutura e estratégia de cada marca, o Consumidor poderá ser re-encaminhado diretamente e na hora, para um especialista financeiro. O Consumidor não poderá ter receio no compromisso, mas sim ficar descansado com o investimento na aquisição da viatura, que o deixará confortável em termos futuros. Algumas marcas inclusivé já estão a optar pela cláusula de desemprego

Relativamente ao test drive, assunto que também tem sido alvo de intimidação e obrigatório caso o Cliente o solicite. não poderemos deixar de nos pronunciar. Se já realizou o diagnóstico correto do seu Cliente, ir no banco de trás só poderá dar-lhe a oportunidade de perante o seu Cliente rever o seu dia-a-dia após Covid19, com familiares ou amigos a acompanhá-lo. Aproveite para inúmerar benefícios do seu produto, através da visualização do dia-a-dia do seu potencial Cliente. Isto só é possível se ESCUTAR, em vez de ouvir. Um correto diagnóstico do Cliente, através de uma conversação fluída e empática, permitindo-lhe estabelecer os Key points para desfecho da Venda. 

Há quanto tempo não telefona a um Cliente seu que adquiriu um veículo consigo? O Cliente está satisfeito? O seu contrato de manutenção ou financiamento está a expirar? O Cliente está satisfeito com o acompanhamento APV ou prefere que continue a ser o interlocutor? Fidelizar significa subscrever e obviamente, recomendar e indicar novos Potenciais Clientes. Os embaixadores da marca são o maior potencial que alguma marca ambiciona. Explore!

O Futuro deste sector é feito de histórias de pessoas resilentes e inovadoras, que defrontaram várias crises económicas, restrições políticas e inclusivamente guerras e confrontos mundiais.

Independentemente dos apoios nacionais ou da UE, que esperemos que sejam concedidos, o sector automóvel será simplesmente apenas um sector que está a atravessar uma tempestade, mas que brevemente, o sol voltará a brilhar, pela paixão e dedicação!

Rita Araújo

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Concessionários de Automóveis: A realidade após a Reabertura

O mercado automóvel está a enfrentar sérios desafios, no enquadramento da epidemia COVID19 em todo mundo. Desde logo pelo encerramento de fábricas e linhas de produção, dificuldades dos importadores que a nível nacional tiveram que recorrer ao layoff de muitos postos de trabalho e as Marcas que se enfrentaram com o encerramento das Concessões.

A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) afirma que o setor automóvel é “um dos mais afetados”, registando quebras de 80% no mercado de ligeiros de passageiros, e exige plano de apoio do Estado.

A queda registada, segundo a mesma fonte, representa no mês de Abril, uma perda estimada de 30 milhões para o Estado, sem contar com as receitas de IVA.

A ACAP propõe as medidas de incentivo ao abate, que serão acompanhadas pelas marcas e que levarão à renovação da frota automóvel a preços mais atrativos para o Consumidor.

Ninguém estava preparado para a esta nova crise, em nada equiparável a 2012, e desde logo para esta Epidemia que tantos desafios representa: Desde logo a morte e a vida! Os fabricantes estão cheios com viaturas em stock, que representa um custo demasiado elevado. O setor já não conta com o escoamento através das empresas de rent-a-car, devido ao impato fulcral no Turismo desta epidemia, nem das empresas de Leasing, que apresentam a vantagem de não haver buy back face ao renting, e que devido à paragem de políticas de renovação de frotas das empresas, também estão a sofrer este impacto nas suas finanças. A política de preços e Campanhas específicas poderão ser aplicadas, mas no geral as marcas não irão anunciar e aplicar “Campanhas Bombásticas” que representariam um suícidio financeiro.

Neste contexto, perguntamos então às Equipas de Vendas de todas as Marcas a nível Nacional, qual o imapacto sentido na afluência de Consumidores Particulares para adquirirem uma viatura nova, após a sua reabertura. Estávamos curiosos, e note-se que se tratou de uma sondagem, não de um Estudo, o que significa que poderemos analisar tendências mas que não poderemos tirar conclusões. Segundo esta sondagem:

Das 74 respostas que recebemos, apenas 2% não observou nenhuma diferença face à atividade normal, mantendo o mesmo número de Visitantes Particulares ao Concessionário.

Colocada a questão da afluência de visitantes às Concessões após a abertura, houve 7 pessoas que não responderam, conduzindo o número de respostas para 67.

É notória a diminuição da afluência de Consumidores às Concessões. Nos últimos dias, na maior parte dos casos, entram 1 a 5 pessoas nas Concessões, o que diminui em muito a taxa de afluência de Consumidores particulares às Concessões.

O problema está detetado, quantificado por dados mensuráveis e confirmado por tendências, questionáveis, mas que demonstram a realidade de cada Concessão.

Dicas e Conselhos? Não há fórmulas mágicas mas não perca a próxima publicação, onde publicaremos as nossas sugestões e opinião de diversas questões levantadas nesta publicação. Porque juntos seremos mais fortes!!

Rita Araújo

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Impacto do COVID19 na afluência de consumidores aos Concessionários Automóveis

O meu nome é Rita Araújo.

Além de o convidar a visitar o nosso website em

 https://rvaconsulting.pt

agradecia que respondesse a 3 questões de escolha múltipla, sobre o impato do Covid19 na afluência às Concessões.

Este questionário é anónimo e contempla as marcas comercializadas em Portugal, pois pretende-se um panorama nacional, valorável depois, para cada uma das concessões: 

https://pt.surveymonkey.com/r/2CB8XYN

Os resultados serão posteriormente divulgados.

Obrigado

Rita Araújo

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SAVE THE DATE, 11 Maio, 08h30m

SAVE THE DATE, 11 Maio, 08h30m
Para começar a sua Segunda-Feira de uma forma diferente! 

A RVA Consulting às 08h30m transmitirá um video, que poderá aceder através do link:
 https://youtu.be/uurHIR93jS0
no qual nos apresentaremos e divulgaremos os nossos serviços, muito embora que, saibamos que através da apresentação geral implementemos sempre, a personalização de cada projeto adequado às necessidades de cada futuro Cliente.
Curso On-Line Breve Introdução ao Marketing Digital 

Simultaneamente, poderá aceder gratuitamente ao Curso através do Canal de Youtube, ou de uma forma mais simplificada através do nosso site em:
 https://rvaconsulting.pt/cursos-on-line/
e onde poderá também descarregar o respetivo e-book. 
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Pricing: Hoje fomos às compras….

Todas as semanas, ou dias específicos existem campanhas determinadas para alguns artigos de Consumo, com a sua divulgação em folhetos, email marketing, sms,…. Mas será que essas campanhas são efetivas e representam vantagens para o Consumidor e para a Marca?

Analisemos o preço de um produto associado a uma campanha. Como Consumidor teremos que contabilizar o Custo de Deslocação, o tempo dispendido na fila de espera para entrar no Ponto de Venda, bem como o tempo de Compra. Ou por sua vez, teremos de contabilizar o Tempo de Encomenda face à velocidade do site ou App, Custo de Entrega e Prazos de Entrega. Mas será que as Campanhas online correspondem às Campanhas no Ponto de Venda?? Nem sempre.. Existem Campanhas de preço exclusivas on-line. Em alguns pontos de Venda as Campanhas não estavam anunciadas no preço de compra, mas a Campanha foi refletida no talão final de compra.

Como provedor é necessário contabilizar e medir o impacto da campanha, afluência às lojas e site, bem como aumento de faturação pela alavancagem também de outros produtos. Estarão todos os pontos de venda a divulgar as Campanhas pré-definidas?

Sabe como está efetivamente a posicionar-se no mercado? Sabe os prazos e custos de entrega dos seus concorrentes? Tem a certeza que determinado produto é sensivel à alteração de preço por parte dos Consumidores e que justifica uma Campanha Preço? Estão todos os Pontos de Venda a divulgar as Campanhas de pricing em vigor?

Paramos para tomar café. Café adquirido num copo de plástico, com colher de plástico, ao mesmo preço que habitualmente custava. Não nos foi sugerido nenhum produto para acompanhar o café, nem uma promoção de up-selling. Olhamos para o Menú do dia, agora em formato Take Away, disponibilizado em caixas de plástico, ao mesmo preço do habitual, onde já sabemos que o desafio do Menú do dia é equilibrar Preço/Qualidade devido às margens de lucro das mesmas. Ficamos intrigados…..

Seguimos para a Farmácia. Ao nosso lado uma senhora confirma que não quer aviar a receita com o marca habitual, mas que prefere um genérico. Genérico esse diferente do que ela experimentou porque lhe dava dores de cabeça. Neste momento não pode comprar o medicamento original… Sugere ainda a compra de Paracetamol para aliviar as dores de cabeça que previa. Obviamente esta conversa foi conduzida por um especialista farmacêutico e teve um desfecho apropriado…

Ficamos a pensar… Estarão as seguradoras a promover eficazmente a cobertura de apoio à aquisição de medicamentos com receita médica???

Acabar o dia sem comprar um carro novo? Nem pensar!!! Após termos recebido via redes sociais, email marketing e sms condições únicas de aquisição, a oportunidade não poderia esperar. Após termos configurado a nossa viatura e termos solicitado mais informações, obtivemos uma resposta da Marca/Concessão de contato apenas por alguns. Fomos também levados a adquirir um automóvel que se encontrasse em stock, uma vez que algumas fábricas estavam fechadas, retardando, além do transporte a entrega da viatura. As condições de venda diferiram entre marca, mediante as promoções estabelecidas, mas também entre Concessões da mesma marca.

Será o valor final de uma Proposta a melhor Proposta? Estarão os Consultores Comerciais a valorizar uma proposta agregada, como por exemplo o valor final do contrato face às condições de financiamento? Não, decididamente na nossa amostra, não! Nem tão pouco os serviços e vantagens agregados à Proposta são mensuráveis e valorizados.

Estará a sua comunicação a ser efetiva? A estratégia pricing trás efetivamente benefícios para o Consumior e Ponto de Venda? Está a ser mais competitivo adoptando uma estratégia de pricing que os seus concorrentes?

Complicado?! A RVA Consulting numa relação de parceria, consegue responder a estas questões e ajudá-lo a posicionar-se numa posição competitiva no mercado, bem como numa comunicação efetiva com os Consumidores. Pricing? Apenas uma das principais ferramentas.

Rita Araújo

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Está a ser eficiente no Serviço de Entregas ao domicílio?

Em tempo de Declaração de Estado de Emergência e Confinação ao Domicílio de cada um de nós, esta questão torna-se pertinente, na medida em que o Consumidor está cada vez mais exigente.

As ofertas são largas em todos os sectores, bem como os prazos de entrega e respetivos custos. Mas será que a sua estratégia está a ser bem sucedida em detrimento dos seus Concorrentes?

No ramo editorial, a presença on-line neste momento é fulcral. Avizinha-se o tempo de preparação de Exames por parte dos Estudantes, livros de actividades para os mais pequenos, bem como os livros do Programa Ler+ obrigatórios em cada ano, mas que ainda não foram comprados. Não há neste momento a hora de almoço para nos dirigirmos a uma grande superfície e sermos os pais perfeitos, mas sim, resta-nos as encomendas on-line.

Por outro lado, e ainda neste sector, com a percentagem de trabalhadores no Desemprego e em Lay-off a aquisição de novas competências, ou pura e simplesmente ocupação de tempos livres abre uma nova jannela neste sector.

Realizamos um teste! Necessitavamos de um livro técnico e por isso encomendamos o livro on-line a uma empresa com entrega nos nossos escritórios. Custo de entrega zero e entrega via CTT em 24 horas. Perfeito!

Recebemos a confirmação de pagamento e que a nossa encomenda estava em processamento. No entanto o livro, apenas foi entregue cerca de 2 semanas após a sua encomenda! O que poderia parecer à primeira vista um caso de insucesso, transformou-se num caso de sucesso. A empresa em questão manteve-nos a par do seguimento da nossa encomenda, através de uma relação equilibrada de conteúdo e comunicação, justificando o atraso por encomenda à editora. Tratava-se afinal da segunda edição do livro em questão e através de uma comunicação personalizada, efetiva, transparente e “engagement” com o consumidor, nem sequer verificamos as restantes possibilidades e condições da concorrência. Antes pelo contrário, efetuamos uma nova encomenda com valor inferior a 10€, em que nos foi concedido o custo de entrega 0€!

Ao contrário do sucedido com as entregas de Take Away no ramo da hotelaria, a encomenda foi entregue à porta do escritório por um simpático funcionário. Porque não tivemos então de nos dirigir à porta comum do prédio, tal como aconteceu em outros sectores de mercado?

A nível de bens alimentares, está estabelecido por comunicação de grupos sociais e experiência social, que as entregas, embora pagas e com um custo dispendioso, só serão entregues no próximo mês. Mas será que é bem assim em todas as marcas operantes no mercado?

No ramo automóvel existem marcas a anunciar que pode configurar o seu modelo e versão pretendido, mas terá de consultar as viaturas em stock em Portugal. Será efetivamente uma comunicação efetiva, ou confusa?

Estamos aqui para o ajudar porque sabemos como trabalhar com as ferramentas disponíveis. Consulte-nos que através de um diagnóstico apresentaremos a solução mais efeciente para o seu negócio, no segmento de mercado que se enquadra.

Rita Araújo

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Estamos prontos para nos reiventar?

Decretado um novo estado de emergência nacional, o horizonte inicia-se ambíguo frente à crise económica a superar.

Mas a economia tornada agora ponto de objetivo comum, com novas medidas e alargamento de restrições outrora impostas, está pronta para retomar a sua actividade face a uma epidemia em que a vacina nos melhores cenários se avizinha para 2021?

Estamos num momento ambíguo. O receio de deixarmos os nossos filhos na escola quando há uma semana seria impensável… O uso de máscaras obrigatórias em espaços públicos quando há duas semanas eram dispensáveis…. Mas a economia tem de avançar….

Avançaremos, como Portugueses que somos. Enfrentamos as piores crises e sempre nos aventuramos no desconhecido, sem temores mas com toda a alma de uma nação, que só quem é português a entende.

Somos destemidos, e o futuro não nos fará parar, apenas avançar com novos paradigmas. Porque nenhum de nós é igual ao que fomos até um mês atrás. Porque os modelos de negócio terão de ser readaptados, inovados e ir mais além. Poque voltamos a equalizar o valor da vida huana e condições de toda a humanidade.

A RVA Consulting destemida, nasce neste cenário. Porque temos a convição que juntos alcançaremos novos horizontes e juntos seremos mais fortes. Não temos uma fórmula mágica, mas estamos preparados com todo o nosso know-how e dedicação a encontrar soluções duradouras.

Diga-nos, o que sente nesta fase ambígua? Quais as suas projeções futuras? Em que contexto empresarial se situa o seu negócio?

Partilhando todas as dificuldades, desafios e sucessos seremos todos mais fortes, construiremos um futuro. Contem sempre com RVA Consulting como parceiro de negócio!

Leituras de Verão: Vendedores e Consultores Comerciais

Existe uma enorme diferença entre ambos, pelo seu caráter e postura, mesmo que ambos integrem uma equipa comercial. A diferenciação produz os seus resultados. Um Consultor Comercial nutre o seu Cliente, nas diversas etapas do Funil de Vendas. Leituras de Verão são mais leves, por isso descrevo um caso real.

O Cliente X, já com uma boa experiência numa Marca de automóveis de referência é notificado que tem de mudar de carro de frota. Face à sua boa experiência, contata essa marca mas também outra, pela qual ele aspirava.

Esse Consultor Comercial, face a uma política de frotas, consegue preços imbatíveis e vai de encontro às expectativas do Cliente, obrigando-o a escolher entre “must” e “good to have”. O resultado foi que o Cliente trocou de Marca, face ao atendimento personalizado que teve. O pós-venda resulta fenomenal, sem nenhum transtorno para o Cliente, antes pelo contrário, apenas facilidades em carros de substituição e troca de veículos, através do contato personalizado e articulação com o Consultor de Vendas. E assim perdura essa relação de cerca de 4 anos.

Face à política da empresa, a viatura tem de ser substituída. Mas face à nova política de frota automóvel, as condições alteram-se. Qual a atitude do Consultor Comercial?

Durante 4 anos, atendeu o seu Cliente. Aproveitou as manutenções habituais duma viatura para lhe apresentar e dar a conhecer novidades da marca. Inúmeros foram os test drive, mesmo com viaturas que não estavam no plafond da empresa. Colegas desse Cliente, que tinham optado por outras marcas começaram a sentir interesse por esta.

Resultado? O Cliente além de Fidelizado é um Influenciador. Muito além da renovação de frota na empresa, tem lutado para que esta Marca continue a ser uma opção dentro da frota da sua empresa. E além disso, muitas são as vendas através dos seus canais de influência que trouxe a este Consultor Comercial.

Quer ser um Consultor Comercial ou um Vendedor?

Rita Araújo

Leituras de Verão: Liguei-te e não atendeste!

Quem de nós não se identifica com esta expressão e é obrigado a dar uma explicação de porque não atendeu a chamada? Ou mesmo que não seja colocada o diálogo começa com: Desculpa, mas….

Na verdade os dispositivos móveis, ao contrário dos fixos, obrigam-nos a ter uma resposta imediata, uma disponibilidade permanente, uma vez que nos acompanham. Dantes voltavamos a casa quando nos esqueciamos da carteira, hoje essa prioridade passa para o telemóvel onde podemos até efetuar pagamentos, temos o registo da nossa documentação e informação dos contatos que já não sabemos de memória.

Imagine agora um Potencial Cliente Digital que faz um comentário ou coloca uma questão, em algum a plataforma que a sua Marca está presente e não é imediatamente respondido: ” Contatei-te e não respondeste!”.

Todas as formas de contato entre Marca e Cliente desde a pré-venda ao após-venda têm de ser devidamente planeados e estruturados. A resposta tem de ser rápida, idealmente instantânea. Deixamos de estar na fase “Estamos a processar o seu pedido, entraremos em contato em breve”. Vejamos o exemplo das operadoras móveis em Portugal. Mal insere o seu número de telefone e clica no contatem-me é imediatamente contatado, num sprint de não ser contatado por outra operadora concorrente.

Crie canais de comunicação diretos, mas canais que possa interargir com o potencial cliente em tempo instantâneo ou diminuto. Não vale a pena criar um chat, se não tem uma infrastutura capaz de dar resposta à mesma. Os canais de comunicação deverão ser planeados e assegurados, em que a qualidade tem de ser priotirizada em deterimento da quantidade.

Rita Araújo

Leituras de Verão: Até que ponto as Redes Sociais nos deixam ser Pessoais?

Questão irudita mas comum: Não somos pessoais nas redes sociais, ou não o deveremos fazer, uma vez que não existe uma separação entre o Mundo Pessoal, Mundo Profissional e Globalização. Mais, tudo que é publicado nas Redes Sociais não é apagado!

A questão surge quando vemos publicações na praia, as férias divertidas, a foto mais querida dos nossos filhos, bem como até a acrobacia enigmática do nosso animal de estimação. As fotos com os nossos amigos, momentos de diversão, euforia e partilhas de momento. Por vezes até, partilha de pensamentos intímos que nos surgem no momento. Sem nunca pensarmos que todas as publicações que fazemos, nunca serão apagadas. Sem nunca pensarmos que estamos a partilhar com amigos, familiares, colegas de trabalho, Clientes, Fornecedores e com uma plataforma que tem inúmeras pessoas e automação a trabalhar sobre elas.

Ouvi um relato surpreendente de um conhecido que depois de um regresso de férias, num destino paradisíaco, com uma resposta de um Cliente: Temos que conversar e renegociar!

Surpreendidos? Não! Nós adultos deveremos saber como comunicar nas redes sociais, mas se não o fazemos, deveremos procurar como. Os Jovens não sabem! E o seu futuro depende em muito, da informação enquanto teen e 20`s partilham.

Fui surpreendida nestes dias com a questão: O que vai ser dos blogers que tanta ascensão têm hoje, daqui a 10 anos, quando ficarem mais velhos? A minha resposta imediata, sem pensar, porque nunca tinha pensado sobre esta questão: Provavelmente, a sua carreira será similar aos dos atletas de alta competição…..

A era Digital carece de literacia. Não deixe de estar informado, de se proteger a si e aos seus.

Rita Araújo

Leituras de Verão: 52 Mil Vagas disponíveis no Ensino Superior

52 Mil Vagas… Trata-se de um número importante. Mas a que ponto as vagas nos Cursos disponíveis correspondem às necessidades de mercado e novas profissões?

Existe uma inconformidade entre Procura e Oferta no mercado. O nosso sistema de ensino reside em Cursos não adaptados ás necessidades de mercado, onde os Cursos Técnico- Profissionais já evoluíram e tentam responder à Procura.

O número de vagas nos Cursos disponíveis no Ensino Superior, em nada evoluíram para a necessidade do mercado, mantendo-se intangíveis na sua Oferta. Continuamos a assistir a uma elevada desempregabilidade de recém-licenciados ou então, a sua sub contratação em regime de estágios em tudo, não concorrentes com outros candidatos com maior experiência. Sim, porque o regime de estágios em Portugal requer na sua maioria experiência….

Esta é uma das leituras de Verão da RVA Consulting. Para que possamos refletir sobre o futuro, sobre inovação e adequação a novos mercados.

Rita Araújo

O Setor Automóvel em Portugal

Continuamos com políticas difusas, com uma desagregação do setor, que em tanto contribui para o PIB Português.

Comecemos pela manufactura e exportação de linha de produtos e agregados. Desde logo que as imposições exigidas pelas frentes sindicais, diminuíram o nosso poder de manufatura e exportação, que em 2019 resultaram em 19% do PIB. Sim 19%!!!! Cerca de 200.000 pessoas empregadas e que correspondia a 25% das exportações Portuguesas. Onde estão os apoios?

Se olharmos para o mercado de novos, vemo-nos a afundar cada vez mais, por muito que as estatísticas nos queiram idolterar. Isto é sentido no dia a dia de cada stand e concessinário. Com as suas margens cada vez mais reduzidas face ao inflacionamento do valor de retoma e campanhas protagonizadas pelas marcas, esperam por uma maior rentabilização do seu negócio.

Olhamos para o mercado de usados e verificamos uma escassez de oferta….

Onde estão os apoios para este setor, que tão em larga escala contribuem para o desenvolvimento do nosso país? Em apoios de tesouraria a curto prazo???

Certamente que este será um dos artigos mais polêmicos que escrevi. Mas que sirva para quem de direito traçar normativas e planos de expansão deste setor, que tanto representa na nossa economia nacional. Mais! Que sejam decretados regulamentos para que não se prossiga à arbitrariedade!

Rita Araújo

A evolução do Setor da Restauração

O setor da restauração tem sido um dos mais afetados pela Pandemia COVID19, mas no entanto desenganem-se os que acreditam que este setor permaneceu imutável. Acredito que vamos assistir a uma completa revolução de paradigmas e oferta. Porquê? Continue a ler o artigo.

Do lado da procura, cada vez mais os consumidores buscam experiências positivas. Os preços cada vez mais elevados, fazem-nos ser cada vez mais seletivos nas suas opções. Por outro lado, com o aumento do teletrabalho e diminuição de espaços de escritório, levam a que muitas unidades de restauração, tenham que repensar a sua localização e oferta. Sem falar na tele escola que veio afetar muitos operadores de restauração, que oferecem uma alternativa a cantinas escolares, principalmente no setor privado. O poder de compra de cada um dos Portugueses diminui, quer por rendimentos do agregado familiar diminuidos, quer pela preocupação de uma poupança para os tempos incertos que vivemos.

Do lado da oferta, as margens diminutas do negócio são agravadas por horários pré-determinados de funcionamento. Cada vez mais a divulgação do conceito do restaurante, alinhado com uma Gestão Eficaz de Custos e Oferta para os Clientes, ganham uma importância primordial.

Enganem-se os que julgam que após Pandemia Covid tudo ficará imutável neste setor. É necessário apostar na especialização de meios e recursos, apostar numa equipa de RH forte e coesa e dotar os empresários de meios capazes de acompanhar a gestão do seu negócio. Muitos dos estabelecimentos não acompanharam esta mudança e apesar dos seus esforços, apostando em marketplaces com elevadas taxas de comissão vêm aí a sua salvação futura.

É necessário uma estratégia efetiva de negócio, controlo de custos, branding e uma equipa coesa para que cada um dos negócios neste setor sobreviva. Mas acima de tudo, qual o seu conceito, qual a motivação que o levou a entrar neste setor?

Rita Araújo

Neuromarketing no Cinema Português

O Cinema Português tem inovado em termos de oferta, apelando a emoções e sentimentos vividos sobre a persona, público-alvo, conquistando audiências na indústria cinematográfica nacional, e contribuindo para a retoma progressiva da volta ás salas de cinema.

Depois da estreia e sucesso de “Variações” chega-nos agora um filme sobre as “Doce”, “Bem Bom” realizado por Patrícia Sequeira (que também realizou o filme “Sue”).

Assisti a este filme … Apesar do fenómeno Doce se ter centrado entre 1980 e 1986, a verdade é que cantei, todas as letras de cor, ainda hoje… passados tantos anos! Claro que se deve a maestria de TozéBrito, mas também do fenômeno causado pela própria banda, indo desde a irreverência, à coreografia e facilidade de apreensão das músicas.

Muitos foram os espetáculos que eu, minha irmã e meu primo e amigos, proporcionamos ás nossas famílias, em que tinham que adquirir um bilhete, furado com o corta-latas. Muitos foram os cremes que usamos, os saltos e sapatos mais ousados da minha tia, e a pele revestida a palhinhas cortadas e coladas à pele com exagero de cremes. Os fatos de banho e trajes da minha Tia que nos incentivava, hospedeira na altura da TAP, com acesso a meios nacionalmente vedados, contribuiam na altura para darmos um toque ousado aos nossos espetáculos.

A verdade é que estes filmes são um golpe de mestria de despertar de emoções. Muitas são as amigas que se juntam para assistir ao filme. Muitas são as recordações que o filme nos proporciona, muito embora na altura, não tínhamos idade para compreender muitos dos temas abordados. Só queriamos cantar, dançar e viver livres.

O Cinema Português encontrou a sua Persona. As histórias Portuguesas de maior emoção a serem vividas de novo na tela. Parabéns!!!

Rita Araújo

Os Desafios do Setor Automóvel de Novos em 2021 em Portugal

Os desafios em cada setor são próprios face à Pandemia COVID19. Foquemo-nos hoje no setor automóvel, um dos setores mais afetados pela Pandemia.

Comecemos pelo início. Pelas fábricas. Umas encerradas temporariamente, outras com fornecedores de componentes falidas. E mais ainda, com o setor do entretenimento em alta, face ás medidas de confinamento, alguns operadores deram a sua prioridade a esse setor, comprometendo-se com diversos tipos de componentes, que agora, não têm espaço para fornecimento do setor automóvel.

Um veículo hoje já não é só material, mas também imaterial numa tecnologia cada vez mais desenvolvida. Sem o fornecimento dos microchips, bem como diversos componentes tecnológicos, a linha de produção e montagem pára. É o que está neste momento a acontecer e por isso, os prazos de entrega de veículos novos, dependendo da marca e modelo, oscila entre os 6 a 12 meses.

Por isso, muitos consumidores, adquiriram veículos semi-novos, já em escassez no mercado.

Tudo é um ciclo. Diminuindo a compra de veículos novos, diminuem as retomas e claro, o volume de oferta de veículos usados.

Acha que os desafios ficam por aqui? Não! Pensemos agora no renting, onde umas marcas são mais ou menos dependentes deste setor. O setor de renting, com uma forte vinculação ao Turismo….

Voltemo-nos então para Leasing e Frotas. Quantas empresas estão com capacidade ou estratégia de apostar numa renovação de frota, face aos tempos incertos de constrangimentos que vivemos, bem como a vulgarização do tetrabalho e videoconferências? Grande parte das deslocações hoje são evitadas, se bem que, em grande parte das empresas, a utilização de uma viatura faça parte dos benefícios do colaborador. Um artigo interessante para escrever posteriormente….

Para finalizar, não posso também de deixar de referir as alterações fiscais para as empresas, que vieram reverter em todo a tendência e evolução do setor e muito têm sido criticadas por diversos operadores.

Rita Araújo

Experiência do Consumidor… É o que ele anseia mas na verdade trata-se de quê?

Resume-se ao efeito “Uau!!”. O Consumidor 5.0 não aspira a satisfação das suas necessidades mas sim a superação das mesmas. E mais, já não se busca consumidores mas sim influenciadores e adeptos da marca.

Tome-se como exemplo a Scuderia Ferrari, a Harley Davidson… Quantos influenciadores as marcas detem que não são consumidores? Confuso?!

Um fã da marca não tem de ser um consumidor, mas trás um enorme retorno para a marca. Não nos esqueçamos que vivemos na era digital, onde toda a informação é difundida.

Imaginemos que vamos a um restaurante e não gostamos. Este foi um capítulo interessante que li no livro “How Consumers Think” . Mas entretanto um amigo próximo foi a esse mesmo restaurante e adorou a comida. Inconscientemente, começamos a questionar-nos o que nos influenciou a não gostarmos daquela experiência e por susceptibilidade até concordamos que a comida foi muito boa e que se calhar chegamos ” num dia mau” e repetimos a experiência: agora sim formalizamos uma opinião final. Porque fomos induzidos pelos influenciadores.

Hoje muito mais que uma marca aspira além dos consumidores são os influenciadores. Reparem que já não falamos dos Clientes fiéis à marca. Este novo paradigma leva a que a relação entre marca e público-alvo seja cada vez mais importante. Voltamos ao assunto persona? Sim, mas não neste artigo.

Então como proporcionar o efeito “uau” a um consumidor, influenciador ou fiel à marca?

Associando emocionalmente o conceito ao público-alvo! E isso como é feito? Através dos estímulos sensoriais, que nos apelam à memória, em que o público-alvo é o protagonista.

A ideia chave é prazer o público-alvo, a persona a experimentar uma sensação que o faça elevar a um estímulo sensorial, a uma experiência vivida através das emoções, passadas, presentes ou futuras!!

É fácil? Não!!! Mas conhece e definiu a sua verdadeira persona?

Rita Araújo