Desmotivação Nacional?

É público que tenho frequentado várias ações de formação. Se a RVA Consulting se compromete com Qualidade e Inovação, como fazê-lo sem formação e best practises?

Em cada formação, um grupo é diferente do outro. Quer por questões demográficas, sócio-económicas ou mesmo culturais, sendo que as nossas formações nacionais ultrapassam fronteiras. Por aqui passa o meu primeiro pensamento. Na confiança internacional em frequentar ações formativas nacionais, credibilizando o seu valor acrescentado. Mas por outro lado….

Bem… Por outro lado! Cada vez mais é visível a olho nu a descaracterização nacional, o que me impressiona.

Estava eu ainda a iniciar os meus teen quando os meus pais nos surpreendem com a compra de uma autocaravana: “Está na hora de vocês alargarem fronteiras”. Mas que coisa desagradável, com todos a partilharem o mesmo espaço e sem tempo para grandes penteados. Mas foi maravilhoso, e ainda hoje me recordo dessas viagens pela Europa. Éramos um país desconhecido. Levávamos ao lado da matrícula o autocolante obrigatório “P”, confundidos com Polácos. Levávamos na mala de teto produtos Portugueses, que íamos dando a provar com quem nos cruzássemos. Apenas não nos foi permitido entrar na ex-Jugoslávia…..

Passamos anos…. para a grande elevação nacional através do futebol. Todos os valores incutidos em mim em criança, foram refletidos numa subvalorização nacional, num espírito comum de orgulho de nação nunca antes visto. Portugal alcança um nível de projeção mundial, por cada um de nós e não apenas pelas figuras com maior projeção no mundo.

Hoje assisto a um Portugal descaracterizado. Ouvi até que não somos um povo hospitaleiro… Nós que até tentamos falar todas as línguas, que incontornavelmente temos solução para tudo com a nossa criatividade? A nossa cozinha é confundida com a espanhola? Não… A nossa cozinha é conhecida como Portuguesa, com enorme projeção mundial.

Somos o que somos, somos únicos! Não somos perfeitos mas temos muito orgulho em sermos portugueses. Temos muito orgulho neste pequeno território que chegou até ao Japão e que hoje, ainda continua a ter projeção mundial, através de individualidades, desporto e turismo.

Tenhamos orgulho em Portugal e em sermos portugueses. Não subestimemos a nossa cultura, os nossos valores e acima de tudo a nossa identidade. Defeitos? Todos Temos!!!!!

Rita Araújo

Modelos de Planeamento Marketing Digital

Após uma análise detalhada, apresentamos aqui 5 modelos, destacando o 5º, o Canvas, como o mais prático e funcional. Acima de tudo o Planeamento Digital é vital na sua Estratégia de Marketing e Comunicação.

  1. Modelo 8Ps
  2. Sostac
  3. IDM Strategic Model
  4. Plano e-Marketing
  5. Canvas

8 P’s: MARKETING DIGITAL

Conrado, 2012

Os 8Ps do Marketing Digital - Adolpho Conrado, ADOLPHO, CONRADO - Compra  Livros ou ebook na Fnac.pt
  1. Pesquisa: Através do comportamento do consumidor, definir o meu público alvo (Personas)
  2. Planeamento: Planear o site como a plataforma de transação e negócios
  3. Produção: Gestão Logística de toda a plataforma de negócios Online
  4. Publicação: Definir todo o content Marketing através SEO
  5. Promoção: Criação de conteúdos que possam inclusivamente ser virais
  6. Propagação: Promover a partilha através de uma comunicação personalizada
  7. Precisão: Monitorização de Resultados

SOSTAC: MARKETING DIGITAL

P. Smith, 2015

SOSTAC(r) Guide To Your Perfect Digital Marketing PLan: save time save  money with a crystal clear plan: Volume 3: Amazon.co.uk: Smith, Mr P R:  9780956106841: Books
  1. Análise da Situação: SWOT do mercado, Clientes (quem, porquê, como), Análise da concorrência, Análise de competências, Tendências do mercado, Performance/resultados
  2. Objetivos: Missão, Visão, KPI´s, 5 S’s, Sell (Venda), Serve (Serviço), Sizzle – fator ‘wow’ (Fator UAU que não se está à espera), Speak (Comunicação), Save (Retenção)
  3. Estratégia: Público, posicionamento, Parcerias Internas, Processos, Sequência e integração, Ferramentas táticas, Envolvimento
  4. Tática (de dentro para fora): Marketing mix online, Plano de contactos (Networking), Plano de conteúdo
  5. Ações: Responsabilidades e estrutura (Sistemas e processos e Checklists e guidelines), Equipa interna vs agência
  6. Controlo: Quem monitoriza o quê e quando? ( 5S’s + KPI’s e analítica ), Inquéritos de satisfação de Clientes, Frequência e processo de relatórios

IDM STRATEGIC MODEL

Kaufman e Horton, 2015

Digital Marketing: Integrating Strategy and Tactics with Values, A Gui
  1. Análise Estratégica: Análise Reputação (difícil!), Swot, Concorrência, Digital, Ciclo de Envolvimento Digital
  2. Definir e Estabelecer a Presença da marca: Clarificar valores, Definir objetivos, Moldar mensagem da marca, Estabelecer a presença online
  3. Transmitir e Promover Mensagem da marca: Content marketing, Social media marketing, Paid social promotion, Search Engine Optimization (SEO), Paid search
  4. Ligar e Converter Audiência alvo: Mobile, Social
  5. Medir e Afinar: Website performance management, Social performance management, Integrated performance management

Plano de E-Marketing

Baynast, Lendrevie, Lévy, Dionísio E Rodrigues (2018)

  1. Análise da Presença Digital: Comunicação, Vendas, Distribuição, Pós-venda, Objetivos, Taxas de crescimento pretendidas, Opções blended de interação
  2. Definição dos objetivos Digitais: Tráfego do Site, Percentagem de Vendas, Percentagem por produtos, Páginas vistas por Clientes, Resultados de surveys online sobre satisfação, Notoriedade da Marca, Reduzir Custos de Operações….
  3. Escolha das opções Estratégicas Digitais: Canais de Venda Online, Como compatibilizar o ambiente multichannel, Quais as redes sociais adequadas, Seleção de outros meios de interação
  4. Alocação de Orçamento para Presença Digital: Orçamento alinhado com os objetivos, Orçamento detalhado (campanhas, plataformas, etc)
  5. Ações de Implementação do Plano: Conteúdo, Promoção de mensagens, Produção de Ferramentas
  6. Controlo: Medição in real time, Insights, Que ferramentas utilizar

CANVAS

  1. Objetivos: 3 Principais Objetivos do Negócio
  2. Público Alvo: Criação de 2 Personas por Segmento
  3. Canais de Comunicação: Onde estão os Clientes?
  4. Onde estamos?: Análise da situação atual e desafios
  5. Valor Principal da Marca: O que ela oferece? O que a distingue
  6. Concorrência: Análise dos 3 principais Concorrentes
  7. Planeamento: Campanhas a 1 mês, 3 meses e 1 ano
  8. Orçamento de Marketing
  9. Métricas Principais: Como medir e ajustar

Sem Planeamento, aEstratégia delineada não poderá ser aplicada, medida e retificada em tempo útil. Tal como quando damos um jantar em casa: temos que convidar as pessoas, planear o menu e fazer a compra dos ingredientes e durante o jantar ir retificando o que falta para que todos estejam bem. Claro que é uma análise simplista, mas se planeamos o pequeno, também percebemos a importância de planear a Estratégia de uma Empresa.

Rita Araújo

Marketing 5.0

Marketing 5.0 : Technology for Humanity:  Philip Kotler , Hermawan Kartajaya , Iwan Setiawan

Philip Kotler, pai do marketing e economista norte-americano vem há anos publicando livros que se tornam verdadeiros guias para todos os profissionais. No início de 2021, diante de todas as mudanças causadas pela pandemia, o conceituado autor seguiu o mesmo caminho e quase cinco anos depois de publicar Marketing 4.0: Do tradicional ao digital, Kotler e os executivos da MarkPlus Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, juntam-se novamente para lançarem agora em Abril Marketing 5.0: Technology for Humanity, ainda sem tradução em português.

Esta nova abordagem surge como uma evolução do Marketing adaptada às inovações tecnológicas bem como fatores que transformaram a realidade humana, tal como o COVID 19. Assim, em busca de uma experiência do Cliente e já não tão só a satisfação das suas necessidades, a inteligência artificial e humana deverão-se fundir, aproximando a relação entre marcas e consumidores e promovendo a competitividade das empresas.

A máquina deverá gerir conteúdo, proceder à coleta de dados e extrapolá-los. Deverá fornecer algoritmos, procurar padrões e efetuar tarefas repetitivas e programáveis. Já a mente humana, encontrará soluções “outbox”, interpretando insights e desenvolvimento de novas soluções. A tudo se combina, como ingrediente fulcral, a empatia, criando relacionamento forte e promovendo o senso comum.

Através desta Simbiose, entre automação e personalização, os objetivos do Marketing 5.0 podem resumir-se a:

  1. Ligar a Marca ao lado emocional do Cliente
  2. Apoio de Causas Justas pelas Marcas
  3. Recomendação: Transformar os Consumidores em Embaixadores das Marcas
  4. Responsabilidade Social das Marcas
  5. Responsabilidade Ambiental das Marcas

Houve, com a pandemia COVID19, uma verdadeira mudança de Cultura e Hábitos. Cada vez mais os consumidores buscam na marca uma identidade, uma marca com que eles se identifiquem quer por valores, quer como responsabilidade Social e Ambiental.

Por outro lado os Consumidores percebem o seu valor perante as marcas e por isso desafiam-nas em políticas e valores, internos e externos, apoiando assim as mudanças que consideram relevantes.

Este é apenas um artigo breve. Muitos conceitos e mudança de paradigmas estamos a enfrentar. E temos que acompanhar as mudanças, adaptarmo-nos e reinventarmo-nos em prol da sustentabilidade.

Deixe os seus comentários e opiniões, porque muito ficou por escrever!

Rita Araújo

Chaminé

RVA Consulting

A RVA Consulting, lança um novo Canal de Comunicação, ao serviço da comunidade, para debater temas ligados a Consultoria de Marketing e Inovação.

Muitas são as questões que semanalmente me colocam. Umas de natureza digital, outras de natureza de estratégia e planeamento, mas muitas delas, independentemente do ramo de negócio, têm traços comuns.

Assim nasce esta rubrica, com todas as questões que queiram colocar online, ou resposta às questões que me enviaram durante a semana, promovendo sempre o debate e troca de ideias.

Através do Canal Youtube, da RVA Consulting, esta rubrica será sempre transmitida online, às quartas-feiras das 13h às 14 horas.

Não quer participar online, mas quer assistir ao debate de um tema ou questão? Assista aos comentários online e em direto, enviando apenas a sua questão para: https://rvaconsulting.pt/chamine/

Sozinhos vamos mais rápido, Juntos vamos mais longe! (desconhecido)

Pronto para arrancar? Contamos consigo a partir do dia 21 de Abril.

Rita Araújo

O que é o Marketing 4.0? Uma nova motorização?!

Começando do início: Marketing ainda é visto como propaganda, publicidade. Mas Marketing como conceito, englobando depois diversas vertentes. Segundo Philip Kotler: “Marketing é a ciência e arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um público-alvo com geração de lucro,

Temos aqui já duas condicionantes variáveis: A oferta e a Procura. Por isso, o Marketing de uma forma global é uma ciência em constante mutação, de acordo com as leis da Oferta e da Procura, adequando-se ao mercado em que se insere. É uma ciência, uma arte de criar valor e adequar produtos e serviços para as necessidades do mercado.

Se o perfil do consumidor muda, seus hábitos e crenças, será normal que o Marketing também evolua no sentido de criar uma ligação com as necessidades do Consumidor, independentemente da área de Marketing em que nos foquemos: estratégico, Relacional, Digital ou Research. O Marketing acompanha as tendências de mercado e necessidades do Público- Alvo em cada setor.

Quando me iniciei nesta área tinha uma Bíblia que muitos se recordarão: “O Mercator“. Fiquei deslumbrada com o estudo de Michael Porter sobre a competitividade da economia portuguesa, em 1994, encomendado pelo Ministro da Indústria e decidi envergar os meus conhecimentos e habilitações pela área do Marketing e profundo saber dos “Diamantes” de Porter., em seu livro “A Vantagem Competitiva das Nações“.

Este último parágrafo parece que nos remete a um passado distante, certo? A evolução tecnológica, associada a diferentes contextos sócio-económicos, que deflagram nos dias de hoje na Pandemia Mundial COVID19.

Nós Consumidores mudamos, o mercado mudou. Então porque não haveria esta ciência evoluir também, quando o seu propósito é relacionar Consumidores/Oferta de Mercado?

Vejamos então as 4 fases, de acordo com o americano Philip Kotler, e consensuais de evolução desta ciência:

Marketing 1.0: Orientado para o Produto

  • Início séc. XX
  • Segunda Revolução Industrial
  • O esforço era para produzir em grande escala, não dando lugar a personalização de produtos
  • O Sucesso de um Produto dependeria dos 4Ps
  • Henry Ford: “O Cliente pode ter o carro da cor que quiser, contando que seja preto”.

Marketing 2.0: Orientado para o Consumidor

  • A partir anos 60, há o aumento de concorrentes e popularização dos meios de comunicação.
  • É nesta fase que se divulgou a máxima: ” O Cliente tem sempre razão
  • O Marketing baseado nos seus 4 Pilares, assenta na arte de conquistar, fidelizar e manter um relacionamento com os Clientes.
  • Crescem as pesquisas e estudos de mercado.

Marketing 3.0: Centrado em Valores

  • Os Clientes procuram identificar-se com os valores e missão das empresas
  • A Internet vem potencializar a comunicação e torna possível uma gestão de relacionamento com Clientes em larga escala
  • Cada Cliente identifica-se e passa a acompanhar a atuação ambiental e social das empresas
  • As estratégias de Marketing passam a englobar transferência de valores e experiências positivas para os Clientes.

Marketing 4.0: Marketing Digital

  • A globalização da Internet, tornou possível a disponibilização de informação em tempo útil, mudando radicalmente a forma como os Consumidores se relacionam com as Marcas
  • Com o Big Data o Marketing ganhou poderosas ferramentas de análise do perfil de consumidor
  • As estratégias passam a contemplar 360º, em ações on-line e off-line
  • Os Clientes querem prontidão, rapidez de resposta e estão cada vez mais abertos a experiências, dado o seu conhecimento adquirido.

O Marketing não tem motorizações. É sim uma ciência em constante evolução adequando-se a todas as condições de Procura/Oferta. O Mercado Digital permite-nos chegar a mercados inalcançáveis, mas também por outro lado, a uma segmentação precisa do nosso perfil de consumidor. Como consumidores, hoje a informação está disponível e cabe-nos a nós fazer a melhor escolha!

No entanto, ficam aqui duas dicas para que sua gestão de marketing se atualize:

1. Humanize sua marca

Uma marca deve representar um ser humano, capaz de criar relacionamentos e estabelecer conexões afetivas.

2. Lembre-se de que o conteúdo é o rei

Saber o que é Marketing 4.0 implica em entender que estamos numa época de bombardeio de informações ao consumidor. Sendo assim, é inevitável que ele não consiga dedicar atenção às marcas.

No entanto, com uma boa estratégia de marketing de conteúdo, poderá aproximar-se dos clientes com mensagens relevantes, no timing que eles necessitam.

Rita Araújo

STOP:THIS IS TOO MUCH!

Já escrevi sobre “lixo” digital. Muitas são as formações, workshops e mentorias em que tenho participado e tudo insiste num e-book, registo, funil e captação de dados. A lei da fortuna para qualquer empresa!

Penso que será uma onda transitória. Todos estamos saturados de e-mails sem fim, de e-books gratuítos e principalmente, de ofertas com prazo curto, que se não aderimos agora perdemos a oferta.

O e-consumidor cada vez mais está mais informado. As técnicas e planeamento de marketing digital está atrasado relativamente às “sabedorias” de Marketing Digital. Por isso mesmo cada vez mais tem de ir de encontro às reais necessidades do e-consumidor, e deixar técnicas que já entraram em dinossauros!!

Na RVA Consulting não visamos o número de likes, mas sim a aceitação do nosso conteúdo que se identifica com um segmento de pessoas, e que dignifica a nossa missão. Por isso, as newsletters que não quiserem receber, passa apenas por “unscribe”

Como e-consumidores, estamos cheios de promoções que acabam amanhã, de e-mails sem fim sobre um Workshop, e de e-mails sem fim em nome de conteúdo orgânico e de e-books gratuítos, a maioria deles sem qualidade e conteúdo. Isto porque, todos hoje podem escrever um e-book!!!

Acredito na crediabilidade, na relação win-to-in e no conteúdo orgânico, não pago, com qualidade, que transmitem know-how w uma mais valia para os nossos Clientes e Futuros Clientes. Apenas com crediabilidade, e não modas e tendências, se estabelece uma relação sustentável, indispensável para uma boa relação de parceria Win-to-Win.

Não tem de receber na sua Caixa de e-mail, na sua conta de redes sociais ao que não deseja. Não tem de se inscrever num evento e receber “500” emails e SMS para não se esquecer de participar.

NÃO!!!!!

Queremos estar informados, termos acesso a informação e nós próprios fazermos as nossas escolhas online, escolhermos os nossos parceiros e serviços ou produtos a comprar ou adjudicar.

Porque sim, porque cada um de nós já não acredita na “last minute”, no registo “Até amanhã”, ou na promoção válida apenas até… em troca dos nossos dados que inundam a nossa caixa de e-mail.

Atenção gurus de e-marketing digital: O Consumidor de ontem não é o Consumidor de hoje!!!

Basta, chega, de lixo na nossa presença digital!!!! E por isso a RVA Consulting não se dirige por este tipo de filosofia!!

Rita Araújo

Cultura Empresarial: Novos Desafios

Identidade de Marca

O teletrabalho com muitos dos benefícios que tem para a empresa e colaborador enfrenta o desafio de identidade: da marca, da cooperação e da integração da mesma, com cada um dos colaboradores.

Muitas cooperações nos dias de hoje e face à situação pandémica, não valorizam os seus talentos, tendo por base a ameaça do despedimento. Mas como todos sabemos, os headhunters ainda não fecharam portas e as empresas ainda não desistiram de ir buscar o melhor do mercado. Por isso instala-se uma falsa ameaça sobre colaboradores, que de uma hora para a outra, se vêm cada vez mais afastados da identidade que representam!

Por isso, criou-se um ciclo vicioso nestes tempos pandémicos do vinculo colaborador/orgãos de gestão. Os orgãos de gestão continuam a acreditar que manter nos dias de hoje um posto de trabalho é uma regalia. Esquecem-se que há inúmeros headhunters em busca de colaboradores descontentes. Esquecem-se que se os seus resultados, não são assim tão maus, se deve à força de capital humano que possuem. Esquecem-se que para manter a identidade de uma organização, não passa por ter reuniões diárias agendadas às 10h!

Este artigo é penoso, bem o sei! Mas esquecemo-nos de um momento para o outro do que é cultura empresarial? Esquecemo-nos que a nossa maior valia é o Capital Humano?…….. Parece que sim!!!

A Cultura empresarial, a identidade duma marca e o fazer sentir a cada colaborador que faz parte dessa cultura, desse objetivo, não serve como desculpa a pandemia. Muitos são os bullet points que poderemos acionar para que cada colaborador, faça parte da cultura organizacional. Muito mais com todos os meios que hoje dispomos, onde a distância é encurtada por um click! Onde uma aprovação apenas carece de uma assinatura digital!

Neste sentido, vamos reter no nosso país, na nossa cooperação, na nossa empresa, os inúmeros talentos e aptidões únicas que temos. Uma mais-valia face ao nossa concorrente próximo. Porque desacreditem-se os mais cépticos que o Vosso concorrente não irá buscar e contratar um colaborador valioso da vossa empresa. A competitividade foi algo que o Covid19 ainda não alcançou!!! E o Capital Humano continua e continuará a se a maior fonte de riqueza de qualquer organização!

Rita Araújo

Obrigado pela preferência, Desculpe mas não o aceito como Cliente!

Estranha-se e entranha-se! Ouvi pela primeira vez esta frase numa formação com o Engº Rui Lemos, que é uma pessoa com a capacidade natural de transmitir o seu conhecimento e nos fazer pensar em diversas questões, de forma a seguirmos o nosso próprio rumo: Resposta imediata dos formandos e minha inclusivé- “Mas nestes tempos o que precisamos é de Clientes, temos de facturar!!!”

Os dias passaram e continuei a reflectir neta afirmação, de uma pessoa tão inteligente! Penso nos hotéis que não aceitam crianças: Quando tinha 30 anos queria ao meu lado uma birra de criança, ou um environment de tudo perfeito? Muito bem, aceite esta premissa. Aliás hoje, pelo contrário, só procuro turismo familiar em que mães e pais nos entre-ajudamos!

Penso nos restaurantes: Premissa de 30 anos: ” A alegria da casa são as crianças, por isso deixem-nas em casa!”. Hoje (antes confinamento) procuro restaurantes onde os meus filhos se sintam bem!

Penso nos Pré-Clientes onde tenho reuniões intermináveis, para no fim, afinal compreenderem a importância de uma estratégia de marketing digital, que não passa por apenas postarmos umas fotos nas redes sociais, na assinatura de um contrato, voltam atrás e ao fim de contas querem que trabalhemos à hora!

E no fim, entendo esta afirmação, que rejeitei no início. Isto porque percebi que tudo passa por segmentação do meu negócio, independentemente do setor de atividade. Tudo passa por planificação e conjugação de forças e meios, que hoje mais do que nunca, sendo contidos, temos que os direcionar para o nosso mercado, para o nosso alvo . Tudo passa por identificação da nossa “persona” e de quem conosco se identifica em valores, forma de estar e visão.

Vale a pena dispender tempo e recursos com um potencial cliente de um veículo elétrico, quando face às suas necessidades o que necessita é de um híbrido?

Hoje olhei para a base de dados da RVA Consulting. Revi todas as reuniões que tivemos, projetos que não foram avante e principalmente, os potenciais Clientes com quem adorávamos trabalhar e numa base de parceria crescer, inovar e tornar os negócios sustentáveis! Obrigado Engº Rui Lemos, por nos manter no nosso rumo, nos nossos valores crenças e resultados!!!

Rita Araújo

Controle de Custos na Restauração

Muitos dos nossos Potenciais Clientes ficam surpreendidos pela nossa filosofia de apoio a este setor. Apenas facturamos sobre o real diminuição de custos no seu estabelecimento. Isto porquê? Porque sabemos que seremos uma mais valia para a sustentabilidade do seu negócio e porque queremos contribuir para a prosperidade deste setor tão afetado pela pandemia, onde cerca de 53% dos estabelecimentos já encerraram na região de Lisboa, segundo dados AHRESP.

E de que se trata então esta Consultoria? Foca-se em todos os processos e parâmetros estabelecidos ou não, desde a recepção da mercadoria até ao pagamento da fatura do Consumidor. Obviamente que todo este processo complexo sofrerá de várias etapas de avaliação e correção, nomeadamente:

  • Recepção de Matérias Primas
  • Controlo de Stocks
  • Controlo de Saídas de Armazém
  • Fichas Técnicas e Capitalizações
  • Fornecedores
  • Reconciliação Mensal de Custos
  • Menu Engineering
  • Fixação Preços de Venda

Contate-nos, fale conosco! Temos uma sessão de 60m gratuíta de consultoria e basta inscrever-se em:

https://rvaconsulting.pt/agende-a-sua-sessao-de-consultoria-conosco/

Porque juntos somos mais fortes!!!

Rita Araújo

Qual a sua Identidade?

O trabalho remoto, na maioria das empresas, trava-se com outputs de identidade da marca e identificação dos colaboradores com a cultura da empresa. Por outro lado, a nível de comunicação externa estes Gaps são cada vez mais visíveis ao público-alvo. Que fazer?

A identidade da empresa , seus valores e missão deverão ser solidificados a nível interno. Não passa apenas por reuniões intermináveis e agendadas ao longo da semana, passa por cada grau de chefia compreender e alcançar o problema ou dificuldade de cada colaborador e apresentar uma solução, dentro do seio de cada uma empresa ou negócio. Passa por dia-após dia o colaborador se sentir uma peça fundamental da empresa, integrado e ouvido. Já o dissemos, marcações de sucessivas Webconferences não são a solução, mas bem adequadas e focalizadas poderão ser uma peça chave.

O trabalho remoto dispersa a identidade de uma empresa. Muito mais nos tempos em que vivemos, onde regalias e benefícios de outrora se terão de adaptar aos resultados obtidos. E tudo passa por uma comunicação eficiente, descritiva e motivadora, isto porque, se cada colaborador se sentir integrado e dentro dos valores de uma empresa, dificilmente desmotivará face a circunstâncias adversas. Não confundamos aqui não desmotivação com medo de perder o posto de trabalho. Toda a capitalização humana deverá ser reconhecida e deverá estar englobada e integrada na estratégia e visão empresarial, nem que neste contexto de Pandemia a visão seja a curto médio prazo.

O Capital Humano é a maior fonte de riqueza de uma empresa! É necessário alimentá-lo, motiva-lo e integra-lo sempre na cultura empresarial! Com transparência, fortes meios de comunicação e motivação.

Por outro lado, assegurando a identidade interna, facilmente será comunicada a identidade externa. Porque tudo é um ciclo, tudo são variáveis com que nos temos de debruçar.

Rita Araújo