Os novos Desafios do Marketing Inbound

Para a maioria de nós Marketing representa um Departamento gerador de Anúncios, Cartazes e Suportes Publicitários a uma marca, a um produto, a um Serviço. Marketing é muito mais que isso, e por isso, é necessário a adequação de vários especialistas em cada área, que apenas uma agência de Marketing o consegue, por muitos departamentos que crie na sua empresa.

Então o Marketing Director, Product Managers e Brand Managers já são dispensáveis numa empresa? Antes pelo contrário. São essenciais para a estratégia/branding dos produtos/serviços dentro de uma estratégia definida, que em articulação com agências de Marketing promovem a excelência. Por exemplo não poderemos exigir que um Product Manager conceba a arte final de promoção de um produto, nem que defina quais os Media Social Channels adequados para a promoção do seu produto/serviço.

Então o que mudou?

Mudamos de um Marketing tradicional para um Marketing Digital, que já não tem um Público restrito mas que se globaliza. E essa globalização permitiu estarmos hoje na era Marketing 5.0, onde o consumidor sabe o poder que detém sobre uma marca. E já não falamos apenas de conquistar consumidores, falamos agora em conquistar influenciadores.

Por isso uma estratégia assertiva de Inbound Marketing, Planeamento e Medição de Resultados é essencial. Não pode continuar a ser adulterada.

Rita Araújo

Marketing Digital nos Negócios Locais

Hoje li um artigo, interessante sobre este tema, mas que continua a abordar uma realidade que não existe é utópica face ás demonstrações de resultados dos negócios locais, pós COVID. Os negócios locais estão sem poder de investimento e conhecimento para se lançarem no Marketing Digital. Esta é a realidade!!!

Qual a solução? As empresas e freelancers não trabalham de graça, pois cobram os seus serviços. Os empresários de negócios locais têm recorrido a ações de formação gratuítas ou subsidiadas, para conseguir alcançar o seu público-alvo. Mas não adquirem as competências necessárias e mais, o tempo que despendem em algo desconhecido rentabiliza a perda de tempo em outros setores da sua atividade?

Deixemo-nos todos de rodeios. Marketing Digital engloba uma diversidade de competências apenas alcançável com uma equipa diversificada. Ou o negócio local tem e pode alcançar com o seu intermediário um contrato favorável para ambas as partes, tais como comissões em vendas online, remuneração através do controle de custos obtidos, ou continuamos a assumir uma realidade utópica.

Esta é a nossa opinião e juntos com muitos negócios locais temos alcançado uma relação win-to-win e juntos prosperamos, nesta realidade tão desafiante.

Rita Araújo

Mas afinal o que é a Geração Millennial?

Em diversos artigos, conversas e debates engloba-se a geração Millennial nos adolescentes, mas na verdade, compreende a geração nascida entre 1980 e 2000. Sim depois desta geração também apelidada de geração Y, já temos a geração Z (Centarial) e geração Alpha.

geração dos Millennials, o seu comportamento e padrão de consumo, é pauta de discussão em todas as áreas desde a psicologia ao Marketing e Vendas. Mas quem são?
Também conhecidos como geração Y, os millennials representam uma faixa demográfica da população mundial. Existe controvérsia entre as datas e por isso algumas confusões. Esta geração desenvolveu-se numa época de enormes avanços tecnológicos e prosperidade económica, bem como o nascimento da Internet.

Classificar os indivíduos por geração é uma prática que vem sendo muito utilizada por empresas que querem refinar o seu discurso e as suas soluções de acordo com as características comportamentais da geração para a qual elas se destinam. E, assim, se destacar no mercado competitivo.

Além disso, essa classificação é bastante útil também para entender como os indivíduos se comportam no mercado de trabalho de acordo com a geração a que pertencem. É globalmente unânime a seguinte Classificação de Gerações e seu comportamento:

  1. Babyboomers: Nascidos entre 1945 a 1964

Esta é uma geração pós 2ª Guerra Mundial. O seu nome deriva da explosão demográfica que houve após o regresso dos combatentes. Caracteriza-se pela busca da estabilidade, conservadorismo com que foram educados e empenho no trabalho e antiguidade numa empresa. Mais do que a inovação e criatividade, a estabilidade e recuperação caracterizam esta geração.

Em contraste trata-se duma geração que muitos jovens gostariam de ter vivido: rebeldia na música, novos movimentos, auge do futebol mundial…

São a geração que menor uso dá a smartphones!

2. Geração X: Indivíduos nascidos entre 1965 a 1981

Assistiram à queda do muro de Berlim e migraram de uma tecnologia analógica para digital. Assistiram á ida do homem à lua… São considerados os “workaholics” uma vez que face a uma recuperação da economia mundial, a estabilidade era conseguida através do trabalho e fundamentos com que cresceram.

Passaram por todo o período de evolução tecnológica e pelo surgimento e desenvolvimento dos meios de comunicação, além de desfrutarem de estabilidade (profissional e familiar) e estarem ativos (tanto fisicamente quanto mentalmente). 

3. Geração Y ou Millenials: Indivíduos nascidos entre 1982 e 1994

Trata-se dos nativos digitais. São os indivíduos que hoje constituem a faixa etária dos 39 aos 27 anos. Nasceram na maior revolução tecnológica, onde o digital passou a fazer parte das suas vidas.

A revista Time em 2014 apelidou esta geração de egocêntrica : “eu, eu e eu”. Mas no entanto, face a facilidades concedidas pela geração anterior, esta geração não é conformista e busca atingir suas metas, como um emprego face ao aumento da concorrência.

4. Geração Z ou Centenial: Indivíduos nascidos entre 1995 e 2010 ( “Mudança de século”)

Muitas vezes confundida com os Millenials, esta geração pós Millenial apresenta características próprias. Desde logo porque nasceu e cresceu na era digital, na Internet. As suas relações são mais digitais e gaming, fãs de Youtubers e com uma forte apetência para conteúdos rápidos.

Representarão novas profissões, novos gadgets e startups e contribuem para a revolução tecnológica e automação de processos que já não fazem sentido serem executados pela vertente humana.

5. Geração Alpha: Nascidos após 2010

O que distinguirá esta geração das restantes?

Segundo Kotler e seu livro publicado em Abril deste ano, passamos a integrar o Marketing 5.0. A evolução é rápida, muito embora estarmos a atravessar uma Crise Global e Pandemia face ao Combate ao Covid19 e suas variantes.

Rita Araújo

Frotas Eléctricas

Será que a oferta se está a adequar à satisfação das necessidades por parte dos Clientes? Quais os custos e benefícios reais para uma empresa?

O tema surgiu do nada. De uma pergunta a um Cliente, que conduz um carro de frota eléctrico, de onde se iria abastecer para tomar um café na autoestrada, entretanto… Surge a satisfação desse Cliente, que não estava num carro eléctrico, mas sim num carro de motor a combustão!

O relato continua, sem que eu o pormenorize neste artigo. Sabendo que um carro eléctrico tem uma autonomia estimada e variável à volta dos 400 kms, são as viaturas adequadas para os colaboradores que se deslocam pelo país inteiro?

A verdade é que muitos operadores se centram na venda imediata, sem ligar a repercussões de descrença na marca, porque se continuam a focar no produto e não numa experiência e satisfação das reais necessidades do Cliente. A curto prazo poderá ter benefícios pela concretização de negócios, mas seguramente trará consequências graves a médio e longo prazo. Porque o Cliente hoje quer um “Uau” , algo que o surpreenda. E aí sim, será esse um Cliente Fidelizado e um Influenciador. Porque não basta hoje satisfazer as necessidades de um Cliente, mas sim superar as suas expectativas!

O Consumidor de hoje está informado e mais que um Consumidor é um Influenciador. Ele sabe o poder que detém sobre uma marca. As suas necessidades têm de ser suprimidas com uma solução 100% compatível, e a oferta tem de ser adequada sim a um meio sustentável no futuro, mas também que vá de encontro a cada perfil de consumidor, personalizável e que exceda as expectativas do mesmo.

Muitas são as opções ecológicas e diversidade de oferta para cada caso em concreto. Personalização é a palavra de ordem e muitas ferramentas temos que nos ajudam a personalizar a comunicação e oferta. Estamos na era 5.0!!!

Rita Araújo

A Incerteza no Turismo e Restauração

Muitos são os sectores que representam uma grande contribuição para a economia portuguesa, mas o sector mais volátil neste momento é o sector de turismo e restauração, que em muito depende do Turismo.

Desde logo porque, é impossível traçar um planeamento e estratégia de cada unidade devido ao COVID19 e restrições impostas. Restrições que evoluem com a nossa taxa de resposta a esta pandemia.

Muitos erros têm sido apontados, muita discussão tem havido sobre este tema. Mas a verdade é que é impossível gerir um negócio sem alicerces e construções sólidas, e este sector tem mais do que razões para se preocupar. Não tão só este sector, porque todos sabemos o peso que tem no PIB e receitas nacionais.

Perguntam-me muitas vezes que fazer? A minha resposta é adequarmo-nos ao enquadramento nacional que temos e maximizar as potencialidades de cada negócio através de diversos canais e muitas vezes ” Stay out the box”. Os conceitos de cada negócio são a sua inspiração, a sua alma e por isso é necessário não perder o rumo.

Melhores tempos virão. Muitas dificuldades está a enfrentar este setor e irá enfrentar. Mas mais importante é não esquecer a alma, o conceito, a identidade do vosso negócio. Porque se dispersarem, então sim estarão num fio sem rumo.

Todos sabemos que o turismo nacional não suporta, nem tem o poder de compra de outras nacionalidades. Porque não actuar em economias de escala, adequar a oferta e promover cada vez mais ofertas dirigidas à população portuguesa e outros mercados? Continuamos a ter uma oferta dirigida a turistas ingleses, quando sabiamos que com o Brexit muita coisa iria mudar!

Sejamos proativos e não reactivos!

Rita Araújo

O e-mail Marketing caiu em desuso?

Muitos são os emails que recebemos na nossa Inbox e grande parte deles, apagamos mesmo sem os ler. Quando saturados, abrimos e sem ler clicamos no botão remover. O e-mail Marketing é uma poderosa ferramenta, mas infelizmente está a ser mal utilizada pela grande maioria das marcas.

E-mail Marketing continua infelizmente na maior parte dos casos, a ser encarada como uma forma de produção de conteúdo orgânico sem distinção e sem definição de Buyer Persona. Esta é a minha opinião. Especialistas centram-se em % de e-mails abertos, irrisórias, como sucesso de uma ação.

Baralhado? Comecemos pelo início! Quando envio um e-mail a alguém é porque quero comunicar alguma coisa. Por isso existe o campo assunto, certo? Um e-mail personalizado não é de forma alguma, recorrermos da automação para que surja a saudação inicial pelo nome. Um e-mail personalizado, é quando envio uma informação útil direcionada ou solicito informação sobre algo.

Ao não haver uma estratégia consolidada, uma definição de Personas dentro do Marketing Inbound, continuaremos a apagar e-mails sem sequer os termos lido. Mais, os custos inerentes à produção daquele conteúdo “que foi disparado” para a base de dados é elevadíssimo!

Buyer Persona e Buyer Journey têm de estar alavancados, de forma a definir o tipo de conteúdo a enviar, formatação desse conteúdo e que traga uma mais-valia para o destinatário. O e-mail Marketing continua s ser uma poderosa ferramenta de Marketing, quando bem utilizado e isso exige Estratégia e Planeamento.

Rita Araújo

Branding: Manual de Normas, qual o ROI?

Trata-se de uma ferramenta de referência que ajuda a manter a consistência na aparência, sensação e som de uma marca. Usar um manual de normas garante que a sua marca tenha a mesma aparência, mesmo quando existem pessoas diferentes, responsáveis pelo marketing ou design.

Todas as empresas deverão ter um Manual de Normas? Sim e por agora Não

Sim: Uma Marca já não é mais o que transmitimos sobre ela mas sim o que o público comenta sobre ela. Hoje uma Marca tem um valor acrescentado para o Consumidor (ou não) que se identifica com os seus valores e missão muito mais além da oferta que tem no mercado. Esta emotividade e relação com a Marca só é possível, quando a Marca comunica e interage com o seu público de forma a que eles possam ter de alguma forma, positiva ou não, uma experiência e relacionamento. Já não se trata apenas de experiências e Fidelização de Consumidores. O Consumidor 5.0 é um Influenciador e espante-se, Consumidor ou não da marca. (Kottler Marketing 5.0)

Então para comunicar, independentemente da pessoa que o faz, tudo terá de obedecer a normas, normas essas que transmitem a personalidade da marca, sua missão e valores. Por exemplo no caso de um Franchising é uma ferramenta vital.

Por agora não: Se estou a iniciar um negócio, ou tenho um pequeno negócio, muitas são as despesas decorrentes da abertura do mesmo. Provavelmente quem está a desenhar a minha imagem é um amigo, um familiar ou uma agência que pretendo continuar com ela durante muito tempo.

Então como calcular o ROI de um Manual de Normas?

Qual o valor para si de a sua Marca estar dependente de uma entidade exterior, ou na mão de uma pessoa?

Qual o valor para si da Gestão eficaz do Branding da sua Marca e comunicá-la com o seu público-alvo?

Exato. Mas deverá ter em atenção vários aspetos, nomeadamente:

  • Valores e Missão da Empresa
  • Planeamento e Estratégia
  • Escolher o Parceiro que melhor se integra dentro da sua empresa
  • E para isso, contatar diversas opções

Qual o Custo de um Manual de Normas? Depende da dimensão da empresa, áreas de negócio, número de produtos comercializados…. Porque o trabalho envolvido e número de horas vão ser estimados, por parte de quem elabora o Manual de Normas bem como o número de pessoas envolvidas na criação do mesmo.

Por isso, em qualquer parte do Mundo sabemos por exemplo pedir uma Coca-Cola! Defina o seu próprio ROI.

Rita Araújo

Parem a Guerra, as Guerrilhas e Discórdias em nome da Religião

Sou católica. Nem sempre o fui. Tornei-me devota após o nascimento do meu primeiro filho. Tornei-me devota de Nossa Senhora de Fátima após uma conversa íntima entre nós.

E porquê? Porque sempre achei que não havia uma religião legítima. Porque sempre fui aberta a novas filosofias e sempre, aberta ao que achamos ser a nossa sabedoria, a nossa essência, a nossa devoção… até que me encontrei!

Esta é a minha experiência de vida e não tem de ser igual a cada um de nós. Cada um tem as suas crenças, as suas filosofias de vida e acima de tudo, todos aprendemos com todos. Não temos de ser todos iguais e todos aprendemos uns com os outros, até nos encontrarmos.

Parem com as guerras em nome da religião, em nome de ideais sobrenaturais. Porque todos nós, sabemos conviver e aprendemos com diferentes crenças. Não invoquem religiões para iniciar uma guerra, quando todas as religiões e crenças convivem e respeitam-se entre si. E aprendem umas com as outras, tornando cada um de nós melhores seres humanos dia após dia.

Sei que represento uma Marca, a RVA Consulting. Mas não consigo ficar mais calada face a milhares de mortes com desculpa de crenças, religião e todos os ideais menos espiritualidade e crescer de cada um de nós, com toda a liberdade que merecemos para nos encontrarmos. E a RVA Consulting seguirá esses mesmos ideais. Se conseguirmos influenciar alguém para o caminho da paz, a missão da RVA Consulting estará vinculada.

Parem com a Guerra em nome de Religião. Porque todos nós independentemente de cada crença respeitamo-nos e aprendemos uns com os outros. Hoje, essa desculpa de guerra não convence ninguém!!! Fim aos mortos em nome desse conflito!!!

Fiquem bem, em paz, com cada uma das nossas crenças e valores.

Rita Araújo

Consumidor 5.0

O que anseia este Consumidor? Experiência. E o que continuam grande parte das empresas a fazer? Oferecer Produto……

Leio milhares de artigos sobre o perfil de novo consumidor. Nada é feito! Penso que com a edição em Abri de Marketing 5.0, de de Philip KotlerIwan Setiawan e Hermawan Kartajaya  as empresas se foquem que estão mais atrás, que a velocidade neste momento é enorme e nada será como antes. A Pandemia Covid19 obrigou a uma aceleração contínua das estratégias, reinventarmo-nos e principalmente, se marketing é colmatar as necessidades dos Clientes, conhecê-los!

Hoje cruzei-me com a dona de um restaurante. Disse-me que o movimento continua muito baixo, porque as pessoas se habituaram a comer em casa. Questionei então, o que faz para ir de encontro às aspirações dos seus habituais Clientes e a resposta foi…. Tenho a porta aberta!

O novo perfil de Consumidor busca informação, compara as ofertas existentes, exista em comprar, repensa e toma uma decisão. Por outro lado, o Consumidor impulsivo, informado sobre as ofertas de mercado, é impulsionado pelas ofertas e descontos exclusivos. Tudo se traduz em rapidez, 24h/365 dias ano e as empresas têm de estar preparadas para esta suguez de informação.

Assim o novo consumidor não tolera filas. Busca a solução personalizada. Mais do que tudo, busca uma experiência. Busca empatia, novas sensações e não ficar por exemplo 10 minutos numa fila de supermercado. Aliás porque outra marca oferecerá a entrega gratuíta em casa. Confusos? Imaginem que busco um livro específico. Antes de o comprar, realizo uma pesquisa na NET e seleciono a compra em função das condições mais vantajosas. No entanto, se realizo uma busca por tema, ou busco na Internet a informação necessária para a minha necessidade, ou me dirijo a uma livraria. Se a minha experiência quer virtual, quer física me satisfazer, eu vou comprar o livro que satisfaz as minhas necessidades. Mas mais ainda, eu vou recomendar aquela marca porque soube ir de encontro às minhas necessidades específicas, o que se traduz num influenciador no seu raio de atuação.

Por outro lado, se não me identifico com uma Marca, nem sequer busco a sua oferta. Ou seja, hoje o Consumidor sabe o poder que detém sobre uma Marca e obriga-a a identificar-se com uma Causa, ter Responsabilidade Social e Ambiental. Isto é muito importante porque traduz toda uma explosão de paradigmas.

Então satisfaço os meus Clientes por ter a porta aberta, ou tenho que ir de encontro às suas aspirações, proporcionar-lhe uma experiência nos diferentes estágios de ciclo de compras e um Branding adequado ao conceito do meu negócio?

Muitas questões… Muitos Pensamentos. A sustentabilidade e rentabilidade de cada negócio necessita de uma visão estratégica, planeamento, ação e medição de resultados. Porque já não estamos na era do “achómetro”.

Rita Araújo

O Menu como Ferramenta de Marketing

O Menu, a sua Carta, é a ferramenta mais valiosa de Marketing que dispõe. Elaboramos um e-book com os principais tópicos. Mas fomos desafiados…

E com muito gosto e orgulho aceitamos o desafio! Apenas preciso de tempo. Iremos publicar um livro sobre este tema, tão meticuloso e que obedece a tantos procedimentos. Vamos analisar em profundidade cada um dos temas do e-book. Obrigado pela Vossa acreditação e por nos desafiarem sempre a ir mais longe!

Não me comprometo com prazos. Apenas me comprometo com o desafio lançado.

Até breve

Rita Araújo