Mas afinal o que é a Geração Millennial?

Em diversos artigos, conversas e debates engloba-se a geração Millennial nos adolescentes, mas na verdade, compreende a geração nascida entre 1980 e 2000. Sim depois desta geração também apelidada de geração Y, já temos a geração Z (Centarial) e geração Alpha.

geração dos Millennials, o seu comportamento e padrão de consumo, é pauta de discussão em todas as áreas desde a psicologia ao Marketing e Vendas. Mas quem são?
Também conhecidos como geração Y, os millennials representam uma faixa demográfica da população mundial. Existe controvérsia entre as datas e por isso algumas confusões. Esta geração desenvolveu-se numa época de enormes avanços tecnológicos e prosperidade económica, bem como o nascimento da Internet.

Classificar os indivíduos por geração é uma prática que vem sendo muito utilizada por empresas que querem refinar o seu discurso e as suas soluções de acordo com as características comportamentais da geração para a qual elas se destinam. E, assim, se destacar no mercado competitivo.

Além disso, essa classificação é bastante útil também para entender como os indivíduos se comportam no mercado de trabalho de acordo com a geração a que pertencem. É globalmente unânime a seguinte Classificação de Gerações e seu comportamento:

  1. Babyboomers: Nascidos entre 1945 a 1964

Esta é uma geração pós 2ª Guerra Mundial. O seu nome deriva da explosão demográfica que houve após o regresso dos combatentes. Caracteriza-se pela busca da estabilidade, conservadorismo com que foram educados e empenho no trabalho e antiguidade numa empresa. Mais do que a inovação e criatividade, a estabilidade e recuperação caracterizam esta geração.

Em contraste trata-se duma geração que muitos jovens gostariam de ter vivido: rebeldia na música, novos movimentos, auge do futebol mundial…

São a geração que menor uso dá a smartphones!

2. Geração X: Indivíduos nascidos entre 1965 a 1981

Assistiram à queda do muro de Berlim e migraram de uma tecnologia analógica para digital. Assistiram á ida do homem à lua… São considerados os “workaholics” uma vez que face a uma recuperação da economia mundial, a estabilidade era conseguida através do trabalho e fundamentos com que cresceram.

Passaram por todo o período de evolução tecnológica e pelo surgimento e desenvolvimento dos meios de comunicação, além de desfrutarem de estabilidade (profissional e familiar) e estarem ativos (tanto fisicamente quanto mentalmente). 

3. Geração Y ou Millenials: Indivíduos nascidos entre 1982 e 1994

Trata-se dos nativos digitais. São os indivíduos que hoje constituem a faixa etária dos 39 aos 27 anos. Nasceram na maior revolução tecnológica, onde o digital passou a fazer parte das suas vidas.

A revista Time em 2014 apelidou esta geração de egocêntrica : “eu, eu e eu”. Mas no entanto, face a facilidades concedidas pela geração anterior, esta geração não é conformista e busca atingir suas metas, como um emprego face ao aumento da concorrência.

4. Geração Z ou Centenial: Indivíduos nascidos entre 1995 e 2010 ( “Mudança de século”)

Muitas vezes confundida com os Millenials, esta geração pós Millenial apresenta características próprias. Desde logo porque nasceu e cresceu na era digital, na Internet. As suas relações são mais digitais e gaming, fãs de Youtubers e com uma forte apetência para conteúdos rápidos.

Representarão novas profissões, novos gadgets e startups e contribuem para a revolução tecnológica e automação de processos que já não fazem sentido serem executados pela vertente humana.

5. Geração Alpha: Nascidos após 2010

O que distinguirá esta geração das restantes?

Segundo Kotler e seu livro publicado em Abril deste ano, passamos a integrar o Marketing 5.0. A evolução é rápida, muito embora estarmos a atravessar uma Crise Global e Pandemia face ao Combate ao Covid19 e suas variantes.

Rita Araújo

Frotas Eléctricas

Será que a oferta se está a adequar à satisfação das necessidades por parte dos Clientes? Quais os custos e benefícios reais para uma empresa?

O tema surgiu do nada. De uma pergunta a um Cliente, que conduz um carro de frota eléctrico, de onde se iria abastecer para tomar um café na autoestrada, entretanto… Surge a satisfação desse Cliente, que não estava num carro eléctrico, mas sim num carro de motor a combustão!

O relato continua, sem que eu o pormenorize neste artigo. Sabendo que um carro eléctrico tem uma autonomia estimada e variável à volta dos 400 kms, são as viaturas adequadas para os colaboradores que se deslocam pelo país inteiro?

A verdade é que muitos operadores se centram na venda imediata, sem ligar a repercussões de descrença na marca, porque se continuam a focar no produto e não numa experiência e satisfação das reais necessidades do Cliente. A curto prazo poderá ter benefícios pela concretização de negócios, mas seguramente trará consequências graves a médio e longo prazo. Porque o Cliente hoje quer um “Uau” , algo que o surpreenda. E aí sim, será esse um Cliente Fidelizado e um Influenciador. Porque não basta hoje satisfazer as necessidades de um Cliente, mas sim superar as suas expectativas!

O Consumidor de hoje está informado e mais que um Consumidor é um Influenciador. Ele sabe o poder que detém sobre uma marca. As suas necessidades têm de ser suprimidas com uma solução 100% compatível, e a oferta tem de ser adequada sim a um meio sustentável no futuro, mas também que vá de encontro a cada perfil de consumidor, personalizável e que exceda as expectativas do mesmo.

Muitas são as opções ecológicas e diversidade de oferta para cada caso em concreto. Personalização é a palavra de ordem e muitas ferramentas temos que nos ajudam a personalizar a comunicação e oferta. Estamos na era 5.0!!!

Rita Araújo

A Incerteza no Turismo e Restauração

Muitos são os sectores que representam uma grande contribuição para a economia portuguesa, mas o sector mais volátil neste momento é o sector de turismo e restauração, que em muito depende do Turismo.

Desde logo porque, é impossível traçar um planeamento e estratégia de cada unidade devido ao COVID19 e restrições impostas. Restrições que evoluem com a nossa taxa de resposta a esta pandemia.

Muitos erros têm sido apontados, muita discussão tem havido sobre este tema. Mas a verdade é que é impossível gerir um negócio sem alicerces e construções sólidas, e este sector tem mais do que razões para se preocupar. Não tão só este sector, porque todos sabemos o peso que tem no PIB e receitas nacionais.

Perguntam-me muitas vezes que fazer? A minha resposta é adequarmo-nos ao enquadramento nacional que temos e maximizar as potencialidades de cada negócio através de diversos canais e muitas vezes ” Stay out the box”. Os conceitos de cada negócio são a sua inspiração, a sua alma e por isso é necessário não perder o rumo.

Melhores tempos virão. Muitas dificuldades está a enfrentar este setor e irá enfrentar. Mas mais importante é não esquecer a alma, o conceito, a identidade do vosso negócio. Porque se dispersarem, então sim estarão num fio sem rumo.

Todos sabemos que o turismo nacional não suporta, nem tem o poder de compra de outras nacionalidades. Porque não actuar em economias de escala, adequar a oferta e promover cada vez mais ofertas dirigidas à população portuguesa e outros mercados? Continuamos a ter uma oferta dirigida a turistas ingleses, quando sabiamos que com o Brexit muita coisa iria mudar!

Sejamos proativos e não reactivos!

Rita Araújo

O e-mail Marketing caiu em desuso?

Muitos são os emails que recebemos na nossa Inbox e grande parte deles, apagamos mesmo sem os ler. Quando saturados, abrimos e sem ler clicamos no botão remover. O e-mail Marketing é uma poderosa ferramenta, mas infelizmente está a ser mal utilizada pela grande maioria das marcas.

E-mail Marketing continua infelizmente na maior parte dos casos, a ser encarada como uma forma de produção de conteúdo orgânico sem distinção e sem definição de Buyer Persona. Esta é a minha opinião. Especialistas centram-se em % de e-mails abertos, irrisórias, como sucesso de uma ação.

Baralhado? Comecemos pelo início! Quando envio um e-mail a alguém é porque quero comunicar alguma coisa. Por isso existe o campo assunto, certo? Um e-mail personalizado não é de forma alguma, recorrermos da automação para que surja a saudação inicial pelo nome. Um e-mail personalizado, é quando envio uma informação útil direcionada ou solicito informação sobre algo.

Ao não haver uma estratégia consolidada, uma definição de Personas dentro do Marketing Inbound, continuaremos a apagar e-mails sem sequer os termos lido. Mais, os custos inerentes à produção daquele conteúdo “que foi disparado” para a base de dados é elevadíssimo!

Buyer Persona e Buyer Journey têm de estar alavancados, de forma a definir o tipo de conteúdo a enviar, formatação desse conteúdo e que traga uma mais-valia para o destinatário. O e-mail Marketing continua s ser uma poderosa ferramenta de Marketing, quando bem utilizado e isso exige Estratégia e Planeamento.

Rita Araújo

Branding: Manual de Normas, qual o ROI?

Trata-se de uma ferramenta de referência que ajuda a manter a consistência na aparência, sensação e som de uma marca. Usar um manual de normas garante que a sua marca tenha a mesma aparência, mesmo quando existem pessoas diferentes, responsáveis pelo marketing ou design.

Todas as empresas deverão ter um Manual de Normas? Sim e por agora Não

Sim: Uma Marca já não é mais o que transmitimos sobre ela mas sim o que o público comenta sobre ela. Hoje uma Marca tem um valor acrescentado para o Consumidor (ou não) que se identifica com os seus valores e missão muito mais além da oferta que tem no mercado. Esta emotividade e relação com a Marca só é possível, quando a Marca comunica e interage com o seu público de forma a que eles possam ter de alguma forma, positiva ou não, uma experiência e relacionamento. Já não se trata apenas de experiências e Fidelização de Consumidores. O Consumidor 5.0 é um Influenciador e espante-se, Consumidor ou não da marca. (Kottler Marketing 5.0)

Então para comunicar, independentemente da pessoa que o faz, tudo terá de obedecer a normas, normas essas que transmitem a personalidade da marca, sua missão e valores. Por exemplo no caso de um Franchising é uma ferramenta vital.

Por agora não: Se estou a iniciar um negócio, ou tenho um pequeno negócio, muitas são as despesas decorrentes da abertura do mesmo. Provavelmente quem está a desenhar a minha imagem é um amigo, um familiar ou uma agência que pretendo continuar com ela durante muito tempo.

Então como calcular o ROI de um Manual de Normas?

Qual o valor para si de a sua Marca estar dependente de uma entidade exterior, ou na mão de uma pessoa?

Qual o valor para si da Gestão eficaz do Branding da sua Marca e comunicá-la com o seu público-alvo?

Exato. Mas deverá ter em atenção vários aspetos, nomeadamente:

  • Valores e Missão da Empresa
  • Planeamento e Estratégia
  • Escolher o Parceiro que melhor se integra dentro da sua empresa
  • E para isso, contatar diversas opções

Qual o Custo de um Manual de Normas? Depende da dimensão da empresa, áreas de negócio, número de produtos comercializados…. Porque o trabalho envolvido e número de horas vão ser estimados, por parte de quem elabora o Manual de Normas bem como o número de pessoas envolvidas na criação do mesmo.

Por isso, em qualquer parte do Mundo sabemos por exemplo pedir uma Coca-Cola! Defina o seu próprio ROI.

Rita Araújo

Parem a Guerra, as Guerrilhas e Discórdias em nome da Religião

Sou católica. Nem sempre o fui. Tornei-me devota após o nascimento do meu primeiro filho. Tornei-me devota de Nossa Senhora de Fátima após uma conversa íntima entre nós.

E porquê? Porque sempre achei que não havia uma religião legítima. Porque sempre fui aberta a novas filosofias e sempre, aberta ao que achamos ser a nossa sabedoria, a nossa essência, a nossa devoção… até que me encontrei!

Esta é a minha experiência de vida e não tem de ser igual a cada um de nós. Cada um tem as suas crenças, as suas filosofias de vida e acima de tudo, todos aprendemos com todos. Não temos de ser todos iguais e todos aprendemos uns com os outros, até nos encontrarmos.

Parem com as guerras em nome da religião, em nome de ideais sobrenaturais. Porque todos nós, sabemos conviver e aprendemos com diferentes crenças. Não invoquem religiões para iniciar uma guerra, quando todas as religiões e crenças convivem e respeitam-se entre si. E aprendem umas com as outras, tornando cada um de nós melhores seres humanos dia após dia.

Sei que represento uma Marca, a RVA Consulting. Mas não consigo ficar mais calada face a milhares de mortes com desculpa de crenças, religião e todos os ideais menos espiritualidade e crescer de cada um de nós, com toda a liberdade que merecemos para nos encontrarmos. E a RVA Consulting seguirá esses mesmos ideais. Se conseguirmos influenciar alguém para o caminho da paz, a missão da RVA Consulting estará vinculada.

Parem com a Guerra em nome de Religião. Porque todos nós independentemente de cada crença respeitamo-nos e aprendemos uns com os outros. Hoje, essa desculpa de guerra não convence ninguém!!! Fim aos mortos em nome desse conflito!!!

Fiquem bem, em paz, com cada uma das nossas crenças e valores.

Rita Araújo

Consumidor 5.0

O que anseia este Consumidor? Experiência. E o que continuam grande parte das empresas a fazer? Oferecer Produto……

Leio milhares de artigos sobre o perfil de novo consumidor. Nada é feito! Penso que com a edição em Abri de Marketing 5.0, de de Philip KotlerIwan Setiawan e Hermawan Kartajaya  as empresas se foquem que estão mais atrás, que a velocidade neste momento é enorme e nada será como antes. A Pandemia Covid19 obrigou a uma aceleração contínua das estratégias, reinventarmo-nos e principalmente, se marketing é colmatar as necessidades dos Clientes, conhecê-los!

Hoje cruzei-me com a dona de um restaurante. Disse-me que o movimento continua muito baixo, porque as pessoas se habituaram a comer em casa. Questionei então, o que faz para ir de encontro às aspirações dos seus habituais Clientes e a resposta foi…. Tenho a porta aberta!

O novo perfil de Consumidor busca informação, compara as ofertas existentes, exista em comprar, repensa e toma uma decisão. Por outro lado, o Consumidor impulsivo, informado sobre as ofertas de mercado, é impulsionado pelas ofertas e descontos exclusivos. Tudo se traduz em rapidez, 24h/365 dias ano e as empresas têm de estar preparadas para esta suguez de informação.

Assim o novo consumidor não tolera filas. Busca a solução personalizada. Mais do que tudo, busca uma experiência. Busca empatia, novas sensações e não ficar por exemplo 10 minutos numa fila de supermercado. Aliás porque outra marca oferecerá a entrega gratuíta em casa. Confusos? Imaginem que busco um livro específico. Antes de o comprar, realizo uma pesquisa na NET e seleciono a compra em função das condições mais vantajosas. No entanto, se realizo uma busca por tema, ou busco na Internet a informação necessária para a minha necessidade, ou me dirijo a uma livraria. Se a minha experiência quer virtual, quer física me satisfazer, eu vou comprar o livro que satisfaz as minhas necessidades. Mas mais ainda, eu vou recomendar aquela marca porque soube ir de encontro às minhas necessidades específicas, o que se traduz num influenciador no seu raio de atuação.

Por outro lado, se não me identifico com uma Marca, nem sequer busco a sua oferta. Ou seja, hoje o Consumidor sabe o poder que detém sobre uma Marca e obriga-a a identificar-se com uma Causa, ter Responsabilidade Social e Ambiental. Isto é muito importante porque traduz toda uma explosão de paradigmas.

Então satisfaço os meus Clientes por ter a porta aberta, ou tenho que ir de encontro às suas aspirações, proporcionar-lhe uma experiência nos diferentes estágios de ciclo de compras e um Branding adequado ao conceito do meu negócio?

Muitas questões… Muitos Pensamentos. A sustentabilidade e rentabilidade de cada negócio necessita de uma visão estratégica, planeamento, ação e medição de resultados. Porque já não estamos na era do “achómetro”.

Rita Araújo

O Menu como Ferramenta de Marketing

O Menu, a sua Carta, é a ferramenta mais valiosa de Marketing que dispõe. Elaboramos um e-book com os principais tópicos. Mas fomos desafiados…

E com muito gosto e orgulho aceitamos o desafio! Apenas preciso de tempo. Iremos publicar um livro sobre este tema, tão meticuloso e que obedece a tantos procedimentos. Vamos analisar em profundidade cada um dos temas do e-book. Obrigado pela Vossa acreditação e por nos desafiarem sempre a ir mais longe!

Não me comprometo com prazos. Apenas me comprometo com o desafio lançado.

Até breve

Rita Araújo

Desmotivação Nacional?

É público que tenho frequentado várias ações de formação. Se a RVA Consulting se compromete com Qualidade e Inovação, como fazê-lo sem formação e best practises?

Em cada formação, um grupo é diferente do outro. Quer por questões demográficas, sócio-económicas ou mesmo culturais, sendo que as nossas formações nacionais ultrapassam fronteiras. Por aqui passa o meu primeiro pensamento. Na confiança internacional em frequentar ações formativas nacionais, credibilizando o seu valor acrescentado. Mas por outro lado….

Bem… Por outro lado! Cada vez mais é visível a olho nu a descaracterização nacional, o que me impressiona.

Estava eu ainda a iniciar os meus teen quando os meus pais nos surpreendem com a compra de uma autocaravana: “Está na hora de vocês alargarem fronteiras”. Mas que coisa desagradável, com todos a partilharem o mesmo espaço e sem tempo para grandes penteados. Mas foi maravilhoso, e ainda hoje me recordo dessas viagens pela Europa. Éramos um país desconhecido. Levávamos ao lado da matrícula o autocolante obrigatório “P”, confundidos com Polácos. Levávamos na mala de teto produtos Portugueses, que íamos dando a provar com quem nos cruzássemos. Apenas não nos foi permitido entrar na ex-Jugoslávia…..

Passamos anos…. para a grande elevação nacional através do futebol. Todos os valores incutidos em mim em criança, foram refletidos numa subvalorização nacional, num espírito comum de orgulho de nação nunca antes visto. Portugal alcança um nível de projeção mundial, por cada um de nós e não apenas pelas figuras com maior projeção no mundo.

Hoje assisto a um Portugal descaracterizado. Ouvi até que não somos um povo hospitaleiro… Nós que até tentamos falar todas as línguas, que incontornavelmente temos solução para tudo com a nossa criatividade? A nossa cozinha é confundida com a espanhola? Não… A nossa cozinha é conhecida como Portuguesa, com enorme projeção mundial.

Somos o que somos, somos únicos! Não somos perfeitos mas temos muito orgulho em sermos portugueses. Temos muito orgulho neste pequeno território que chegou até ao Japão e que hoje, ainda continua a ter projeção mundial, através de individualidades, desporto e turismo.

Tenhamos orgulho em Portugal e em sermos portugueses. Não subestimemos a nossa cultura, os nossos valores e acima de tudo a nossa identidade. Defeitos? Todos Temos!!!!!

Rita Araújo

Modelos de Planeamento Marketing Digital

Após uma análise detalhada, apresentamos aqui 5 modelos, destacando o 5º, o Canvas, como o mais prático e funcional. Acima de tudo o Planeamento Digital é vital na sua Estratégia de Marketing e Comunicação.

  1. Modelo 8Ps
  2. Sostac
  3. IDM Strategic Model
  4. Plano e-Marketing
  5. Canvas

8 P’s: MARKETING DIGITAL

Conrado, 2012

Os 8Ps do Marketing Digital - Adolpho Conrado, ADOLPHO, CONRADO - Compra  Livros ou ebook na Fnac.pt
  1. Pesquisa: Através do comportamento do consumidor, definir o meu público alvo (Personas)
  2. Planeamento: Planear o site como a plataforma de transação e negócios
  3. Produção: Gestão Logística de toda a plataforma de negócios Online
  4. Publicação: Definir todo o content Marketing através SEO
  5. Promoção: Criação de conteúdos que possam inclusivamente ser virais
  6. Propagação: Promover a partilha através de uma comunicação personalizada
  7. Precisão: Monitorização de Resultados

SOSTAC: MARKETING DIGITAL

P. Smith, 2015

SOSTAC(r) Guide To Your Perfect Digital Marketing PLan: save time save  money with a crystal clear plan: Volume 3: Amazon.co.uk: Smith, Mr P R:  9780956106841: Books
  1. Análise da Situação: SWOT do mercado, Clientes (quem, porquê, como), Análise da concorrência, Análise de competências, Tendências do mercado, Performance/resultados
  2. Objetivos: Missão, Visão, KPI´s, 5 S’s, Sell (Venda), Serve (Serviço), Sizzle – fator ‘wow’ (Fator UAU que não se está à espera), Speak (Comunicação), Save (Retenção)
  3. Estratégia: Público, posicionamento, Parcerias Internas, Processos, Sequência e integração, Ferramentas táticas, Envolvimento
  4. Tática (de dentro para fora): Marketing mix online, Plano de contactos (Networking), Plano de conteúdo
  5. Ações: Responsabilidades e estrutura (Sistemas e processos e Checklists e guidelines), Equipa interna vs agência
  6. Controlo: Quem monitoriza o quê e quando? ( 5S’s + KPI’s e analítica ), Inquéritos de satisfação de Clientes, Frequência e processo de relatórios

IDM STRATEGIC MODEL

Kaufman e Horton, 2015

Digital Marketing: Integrating Strategy and Tactics with Values, A Gui
  1. Análise Estratégica: Análise Reputação (difícil!), Swot, Concorrência, Digital, Ciclo de Envolvimento Digital
  2. Definir e Estabelecer a Presença da marca: Clarificar valores, Definir objetivos, Moldar mensagem da marca, Estabelecer a presença online
  3. Transmitir e Promover Mensagem da marca: Content marketing, Social media marketing, Paid social promotion, Search Engine Optimization (SEO), Paid search
  4. Ligar e Converter Audiência alvo: Mobile, Social
  5. Medir e Afinar: Website performance management, Social performance management, Integrated performance management

Plano de E-Marketing

Baynast, Lendrevie, Lévy, Dionísio E Rodrigues (2018)

  1. Análise da Presença Digital: Comunicação, Vendas, Distribuição, Pós-venda, Objetivos, Taxas de crescimento pretendidas, Opções blended de interação
  2. Definição dos objetivos Digitais: Tráfego do Site, Percentagem de Vendas, Percentagem por produtos, Páginas vistas por Clientes, Resultados de surveys online sobre satisfação, Notoriedade da Marca, Reduzir Custos de Operações….
  3. Escolha das opções Estratégicas Digitais: Canais de Venda Online, Como compatibilizar o ambiente multichannel, Quais as redes sociais adequadas, Seleção de outros meios de interação
  4. Alocação de Orçamento para Presença Digital: Orçamento alinhado com os objetivos, Orçamento detalhado (campanhas, plataformas, etc)
  5. Ações de Implementação do Plano: Conteúdo, Promoção de mensagens, Produção de Ferramentas
  6. Controlo: Medição in real time, Insights, Que ferramentas utilizar

CANVAS

  1. Objetivos: 3 Principais Objetivos do Negócio
  2. Público Alvo: Criação de 2 Personas por Segmento
  3. Canais de Comunicação: Onde estão os Clientes?
  4. Onde estamos?: Análise da situação atual e desafios
  5. Valor Principal da Marca: O que ela oferece? O que a distingue
  6. Concorrência: Análise dos 3 principais Concorrentes
  7. Planeamento: Campanhas a 1 mês, 3 meses e 1 ano
  8. Orçamento de Marketing
  9. Métricas Principais: Como medir e ajustar

Sem Planeamento, aEstratégia delineada não poderá ser aplicada, medida e retificada em tempo útil. Tal como quando damos um jantar em casa: temos que convidar as pessoas, planear o menu e fazer a compra dos ingredientes e durante o jantar ir retificando o que falta para que todos estejam bem. Claro que é uma análise simplista, mas se planeamos o pequeno, também percebemos a importância de planear a Estratégia de uma Empresa.

Rita Araújo