Afinal, que perfil de colaboradores procuram as empresas?

Let´s find the way!

Todos sabemos que o mercado de trabalho em Portugal está instável e o que hoje damos como certo, amanhã poderá não ser em termos laborais. A economia portuguesa enfrenta e enfrentará um dos maiores desafios futuros e, apesar dos sucessivos apoios estatais em diversas áreas, os tempos que se avizinham não serão fáceis. E uma questão permanece no ar: Que perfil de colaboradores procuram neste momento as empresas portuguesas?

Num destes dias, um Engº qualificado e com vasta experiência, comentava comigo que o seu ordenado era inferior ao praticado em colocações semelhantes, devido à sua idade cerca de 50 anos…. Mas a experiência e respetivo percurso profissional não conta? A idade é um marco?

Cada vez mais, surgem no mercado de trabalho pessoas qualificadas, com vasta experiência, que poderá ser aproveitada até em diferentes setores, numa óptica de “open mind and adapt to my business the best pratices,” mas que são postas de lado devido à idade ou então muitos candidatos recebem a resposta : “Tem qualificações a mais para esta posição”…

Um candidato, com “qualificações a mais” não estará super motivado para desempenhar bem as suas funções e crescer dentro da empresa, ao invés de ser visto como uma ameaça desmotivacional? Como são então analisados os CV, onde todos partiram de estágios e empregos temporários e evoluiram nas suas carreiras? Estavam desmotivados??

A idade de reforma continua a aumentar, mas cada vez mais surge o desemprego de longa duração de profissionais qualificados e que as empresas ao contrarem-los, beneficiam de um apoio substancial do IEFP nos custos do colaborador. Por outro lado o layoff e cortes substanciais nos ordenados com recurso a diminuição de horas de trabalho ( apenas no contrato!) e diminuição das remunerações variáveis, lançam no mercado de trabalho profissionais com aptidão, experiência e qualificações para serem uma excelente opção de contratação.

Pensemos então que as empresas buscam profissionais com idade mais jovem, sem vícios ou muita experiência profissional. Como justificar a notícia ontem avançada nos canais TV que divulgavam um estudo efetuado em Portugal e a percentagem de jovens até aos 34 anos que ainda permaneciam em casa dos pais???

Na RVA Consulting, procuramos diversificação, experiências e percursos profissionais diferentes que nos desafiem e nos façam ir mais longe, na qualidade do nosso trabalho perante os nossos Clientes. Procuramos também pessoas sem experiência, que queiram enriquecer o seu currículo apostando na formação profissional e confiando na nossa experiência para o realizar. Estaremos assim tão errados???

Rita Araújo

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